O MOMENTO REQUER ATITUDE, by Roberto Costa
Eu queria ter queimado a língua, mas parece que não queimei. Muito cedo chamei atenção para as arbitragens de árbitros catarinenses, delineadas pelo Delfim, que o fato de termos 6 jogos contra clubes catarinenses seria preocupante. São nada menos que 18 pontos em jogo, e os três primeiros já nos foram tomados.Mas não vou esbanjar o verbo, quando quem caberia fazer um protesto vigoroso silencia. Fazem o que querem em cima do Avaí. Com a força do apito puseram-nos a decidir um segundo jogo em Criciúma, no Estadual, e saímos da disputa. Em dois jogos Célio Amorim fez o estrago. O que fizemos? Baixamos a cabeça e tocamos o barco, tudo como se normal fosse.
Agora não estamos no Estadual, o campeonato tem maior importância, os ganhos no caso de acesso permitirão ao Clube equilibrar as finanças, então, diante da coisa valiosa que é a série A, não se pode deixar passar em branco o fato de um despreparado, cheio de recalques ou mágoas passadas decidir o jogo em favor de nosso adversário. O momento requer atitude, alguma atitude enérgica precisa ser tomada, porque deixando correr solto virão outros torcedores de carteirinha de outro clube, seja apitando ou bandeirando, para impedir o nosso acesso.
Esse lance de não apitar falta clara no ataque, como as duas que Ronan não apitou no lance do segundo gol do Joinville, é mutreta manjada de árbitro de futebol malandro, com isso eles conseguem armar contra-ataques mortais para o outro time.
Impressionante os pontos importantes que se deve observar num campeonato de série B, onde a beleza cede mais espaço para a briga, para a competição pesada. Só o Avaí, por exemplo, não pratica a cera e vez ou outra toma gols nos acréscimos, ao apagar das luzes. O Joinvile ontem deu um show de embromação, secundado pelo próprio árbitro. A cera, além de consumir o tempo de jogo, enerva, desconcentra o time adversário.
* Roberto Costa é associado do Avaí Futebol Clube






TORCEDOR OU VISÃO ESTREITA, OU QUEM SABE OS DOIS?
Nos comentários sobre arbitragem após o jogo, até os graciosos da RBS se mantiveram fiéis às imagens. Apostaram na coerência e condenaram a arbitragem eivada de vícios, vícios que não podem ocorrer num local de trabalho. Sim, porque dentro de campo todos trabalhavam, são profissionais.
Apenas o torcedor Branchi, a quem se dedica o título deste, lembrou que o Avaí não pode reclamar, porque foi beneficiado no jogo contra o Guaratinguetá.
É claro que fomos beneficiados, mas num lance isolado, a visão estreita não conseguiu identificar a diferença entre um erro solitário em lance difícil, de uma sistemática perseguição de noventa minutos a um clube federado, e a atletas que trabalhavam.
Dos aluguetes ontem, foi o único a mijar fora do bacio. A gente entende. - Roberto Costa
Choradeira...kkkkkk
Juca!!!
como dizem, paulo preto e branchi !!!
MAURICIO AVAIANO DISSE:
JUCA, VOCÊ NÃO CHORA, VOCÊ É FORTE.
COMO FOI LÁ EM CURITIBA, COM O MELHOR TREINADOR DO BRASIL?
Juca,
Posso imaginar a choradeira descendo a serra de Curitiba...
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