quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

PELO QUE JOGAMOS, PONTO VALIOSO, by Roberto Costa

Inegavelmente, o Avaí sentiu o desfalque de sua dupla de proteção à área, Luan e Judson. Não só pela proteção, também pela perda do conjunto, com prejuízos na saída de bola, pela entrada de jogadores que não vinham jogando.

Mas não podemos explicar o jogo e seu resultado apenas pelos desfalques, o adversário também teve seus méritos. Márcio Goiano exerceu severa marcação sobre Marquinhos, a quem caberia articular nossas jogadas de ataque, e soube conter as investidas dos demais atacantes do Avaí.

Jogadores Avaianos, de quem se esperava muito, casos de Denilson e Rômulo, não aconteceram, não tiveram espaço para jogar. Diego Jardel ainda não me convenceu de que pode ser titular. Sumiu do jogo. Além de tudo, falta-lhe um pouco daquela malícia necessária. Recebeu um carrinho violento e nem sequer deu-se ao trabalho de expressar suas dores no chão, para cavar cartão ao adversário. Kozlinski foi o cara do jogo.

Diante das circunstâncias, da pressão exercida pelo time do Estreito, o empate foi um bom resultado. Das lições que podemos colher do jogo, uma delas, de real importância, é a certeza de que temos um time apenas, nosso banco não repõe qualidade, com uma ou outra exceção. Acho que Júnior Dutra deveria ter sido titular nesse clássico. Mantivemos a invencibilidade, mas pelo pouco que jogamos, um ponto valioso.


ARBITRAGEM - Héber economizou dois cartões amarelos contra o time do Estreito e foi salvo de ter tido uma arbitragem complicada, não fosse a bela defesa de Kozlinski, numa cabeçada do atacante Bill, que na hora do lançamento (repetição do lance mostrou) tinha uma perna à frente do último zagueiro Avaiano, portanto, em impedimento.

* Roberto Costa é associado do Avaí FC

10 Comentários:

Fernando TS disse...

Concordo com a análise.

Como tenho acompanhado os jogos do nosso maior rival, creio que tenham feito o melhor jogo deles também. No fim das contas, um bom resultado para nós.

forte abraço

Alexandre Carlos Aguiar disse...

Eu teria tirado o Marquinhos e colocado o Junior Dutra, mantendo o Diego Jardel, agora livre. Se o DJ se mantivesse apático aí, sim, entraria com Caio Cesar. Mas, a Inês é morta. Segue.

Roberto disse...

BRIGANDO COM AS IMAGENS.

Deslumbrados com cabeceada do Bil, bem defendida pelo Kozlinsky, os aluguetes disseram não ter visto impedimento no lance.

Paulinho Criciúma, durante o jogo, mostrando as imagens em repetição, com o congelamento do lance na hora do lançamento, onde vê-se a perna do Bil à frente de tudo, caracterizando o impedimento disse: Se essa bola entrasse iria complicar a arbitragem.

Mas os aluguetes concordaram, unanimemente, sem maiores detalhes, que não houve impedimento.

Reativaram o serviço de motoboy? - RC

Adenilson disse...

Lances como esse em que, com o congelamento da imagem, vê-se que o cara está com uma perna a frente, o que o bandeirinha assinalar estará correto. É muita maldade crucificar os bandeirinhas nesses casos.

Adenilson

Roberto disse...

ADENILSON, não é aos bandeirinhas que estou me referindo, é aos aluguetes, que negam a realidade das imagens. - RC

André Tarnowsky Filho disse...

Fernando TS,

Sem dúvida alguma!
Tanto que seguimos com boa folga na liderança...

Abraço!

André Tarnowsky Filho disse...

Aguiar,

Ótimas alterações, mas agora já foi...

André Tarnowsky Filho disse...

Adenilson,

Concordo, mas o RC está discutindo a incoerência da mídia boca alugada, que sempre vê tudo contra o Avaí e não vê nada contra o "doladelá"...

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