sexta-feira, 31 de março de 2017

UM CLÁSSICO VIBRANTE, by Roberto Costa

Um clássico vibrante na Ressacada, com o requinte emocional de um gol decisivo aos 45 do segundo tempo, mesmo assim, Célio Amorim conseguiu chamar para si a maior parte da atenção dos comentaristas.

De alguns eufemistas já ouvi que Célio é infeliz em jogos do Avaí. Que me perdoem, já é histórica a sina desse sujeito em prejudicar o Leão. Ninguém pode ser assim tão especificamente infeliz. Quem sabe ele tenha alguma coisa mal resolvida envolvendo o Avaí, ou dirigente do Clube? 

Verdade é que são sempre lances muito claros, como o pênalti de ontem, e ele comete a barbárie, pra não dizer coisa pior, e silencia, e se alheia, a cara de peroba reluzindo sob a luz dos holofotes. 

Curiosamente, também não se viu nenhuma atitude do auxiliar, que tinha visão bastante privilegiada do lance, e poderia ter sinalizado a evidência da falta máxima. Felizmente o gol saiu, atenuando um monte de coisas, e em momento que tornou difícil qualquer nova interferência no resultado do jogo.

Estamos ainda no Campeonato Estadual, mas algumas de nossas limitações seguem aparecendo. Que sejam bem observadas e supridas.

Enfim, foi importante a vitória, e gostosa, como toda que é conquistada no limite do tempo e da energia. Um bom sono, em especial a Junior Dutra e Denilson, heróis do derradeiro minuto. 

* Roberto Costa é associado do Avaí FC. Foto acima: Vanessa Gadini

2 Comentários:

alexandre kraus disse...

Vamos seguindo em frente estamos no caminho certo...

André Tarnowsky Filho disse...

Kraus,

Também entendo dessa forma, apesar de alguns percalços...

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