Tudo se copia...
A afirmação acima é parte de uma célebre frase do Velho Guerreiro, o Chacrinha, apresentador de um programa de auditório, que misturava tudo e mais um pouco, inclusive música. João Abelardo Barbosa de Medeiros, torcedor do Vasco da Gama, dizia que “Na televisão, nada se cria, tudo se copia”.Podia parecer estranho, mas ele sabia exatamente o que estava dizendo...
Cheguei ao Chacrinha para tomar um ponto de referência em relação as coisas que estão acontecendo no Avaí Futebol Clube. Outra vez, nosso torcedor está sendo penalizado com ingressos caros, face a batuta de um diretor que não conseguiu aprender com seu erro em 2010.
Também no ano passado, nosso marketing parecia que iria decolar. A perfumaria veio com João Henrique Areias, carioca conceituado, mas que na prática nada fez, exceto acabar com a biblioteca do Avaí para ter um escritório mais espaçoso na Ressacada.
Depois dele, veio o homem do shopping, Sidnei Luiz Speckart, com ações que não passaram dos limites da quermesse de Carianos.
O Avaí precisa reagir, precisa buscar novas alternativas para suas receitas, que certamente farão frente às despesas. Mirar no bolso do associado e no do torcedor, como receitas fixas, não é a melhor solução.
Quem sabe, e por que não, uma revisão no contrato com a televisão que transmite os jogos do Campeonato Catarinense, que poderia vir no mínimo, a cobrir suas despesas inerentes a cada jogo. Por enquanto, o Avaí da Série A continua recebendo menos que o glorioso Avenida, do Rio Grande do Sul, time fora de série, pago pela mesma empresa que banca nosso campeonato.
Recentemente, entre o Natal e Ano Novo, li que o Flamengo está fazendo uma campanha para a construção de seu CT. Dizia a notícia, de que já teriam sido vendidos mais de 5 mil tijolinhos, com arrecadação de 1,25 milhão de reais. Na verdade, o torcedor flamenguista não leva o tijolo para a Gávea, mas faz um depósito em valor equivalente. É algo que, segundo Chacrinha, poderíamos copiar no Sul da Ilha.
Todavia, nessa época de muitos palpites em relação a ingressos, mensalidades e contratações, li algo sobre o que a Associação Atlética Ponte Preta, a Macaca, vem fazendo com intuito de arrecadar fundos para a construção de seu CFA, Centro de Formação de Atletas.
Todo torcedor, que trabalha e recolhe seu Imposto de Renda, tanto pessoa física quanto jurídica, pode doar parte do valor devido para as obras do CFA da Macaca. Outra ação que poderia ser bem explorada e copiada pelo nosso Leão.
O link para ler a matéria completa da Ponte Preta é esse aqui.
Certamente, com ações efetivas, o enxugamento do elenco e da comissão técnica, além de reorganizar as parte administrativa do clube, socializar despesas ficaria muito mais fácil...
Capricha, Avaí!






André, cada vez mais me convenço que somos uma água muito mole, que bate numa pedra mais burra de que dura, quando se trata de Avaí!!!
Socialização de despesa se faz de dentro pra fora, com uma estrutura enxuta, ágil e capaz de executar tarefas com eficiência.
Hoje o Avaí com número grande de funcionários, tem que melhorar muito o atendimento ao associado, que deve ser bem atendido e não ser visto como um problema quando chega ao balcão com uma demanda!
É muito simples onerar o bolso do associado, e os patrocínios para 2011? Alguém viu falar?
Eles socilizarão, mas não com meu dinheiro desta vez!
Em 2010 deixei em mensalidades na Ressacada
R$ 1040,00 reais + R$ 235,00 (estacionamento do Avaí) Olha para um asalariado como eu, foi um esforço muito grande!
Resolvi gastar esse dinheiro com pay per view, em 2011 e o resto com o pagamento com o jardim do meu filho!
Assis!
Justamente é essa estrutura enxuta que mencionei, quando falei em enxugamento em todas as áreas.
Lamentavelmente, estão distorcendo as coisas dentro da Ressacada, a começar no tratamento dado ao associado que se desliga do clube.
Quanto a tua opção, estás mais do que certo. Afinal, não é o Avaí que paga as tuas contas.
Abraços!
André Tarnowsky Filho
André,
Para fazer como a Ponte, é preciso ter o clube legalizado, com as contas em dia.
Abs,
Carlos Eduardo
Carlos Eduardo!
Sem dúvida. Mas creio que o Avaí já tenha superado aquela fase de fugir de oficiais de justiça...
Abraços!
André Tarnowsky Filho
Avaí Série A recebe menos que o Avenida, do RS. Isso mostra o quanto eles se mostram identificados com nossa gente, nosso povo, cultura e futebol.
E um outro detalhe, Serjão: como nossos dirigentes não sabem fazer negócio!
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