Entre a esperteza e a trapaça
Em épocas de vacas magras em notícias e um mar de especulações, vale a leitura.
Confira o texto na íntegra, clicando AQUI.
Foto: Filipe Gomes Calmon/Infoesporte
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André,
O texto é bom, mas não fala sobre um item importante, que é a conivência e até a aprovação da imprensa em relação aos espertinhos do futebol. Quantas vezes este comentaristas já não falaram que quando um atleta simula, ele está fazendo o papel dele e que cabe ao juiz marcar ou não.
Basta ver que o lance do Nilton Santos (com todo respeito ao grande lateral que foi) era considerado pela imprensa quase como uma marca da malandragem brasileira.
Ou seja, esta cultura da simulação foi por muito tempo incentivada pela própria imprensa que isentava os atletas e culpava os árbitros pela sua incompetência.
Vou parar por aqui, se não vira uma postagem.
Abraços
Paulinho
Na verdade o futebol brasileiro, como não poderia deixar de ser, é um retrato do País, da corrupção, da vantagem mesmo indevida, da percepção caolha de que os fins justificam os meios, além da certeza da impunidade, ou da revisão da pena. Muitos jogadores recebem penas, previstas nas regras do jogo, que depois são reduzidas pelos mesmos que emitiram a sentença, quer dizer, cada o faz um que quer e depois consegue se safar no "jeitinho".
Essa seriedade que falta na justiça brasileira, falta, também, na justiça esportiva, principalmente do futebol.
Tudo que se vê no futebol também é resultado da falta de educação generalizada que existe no povo brasileiro. Além disso, com o futebol fazendo girar cifras astronômicas e, na mão de, cada vez menos pessoas e/ou empresas torna mais difícil o controle. Por tudo isso que o nosso futebol há muito tempo deixou de ser o melhor do mundo, e eu não vi qualquer providência pra mudar isso, mas é fácil entender.
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