NOTA OFICIAL DA ACESC

1 – A ACESC, entidade que congrega os cronistas e fotógrafos esportivos de Santa Catarina, lamenta o ocorrido e repudia a aplicação de atos de violência, civis ou militares, que só denigrem o comportamento do ser humano;
2 – Igualmente, reitera a ACESC a confiança na Polícia Militar de Santa Catarina, corporação que ao longo dos seus mais de 150 anos de existência, tem sido um orgulho para os catarinenses;
3 – Diante disso, também repudia a ACESC as citações veiculadas sobre o incidente, que visam a denegrir a tradicional corporação militar do nosso Estado cuja ação, tradicionalmente, tem sido em defesa da legalidade;
4 – Sobre o ocorrido no já referido jogo, a ACESC, esclarece:
a) O jornalista pivô do incidente não pertence ao quadro de credenciados pela ACESC, apesar de estar prestando serviço a uma entidade catarinense;
b) O acesso de cronistas esportivos credenciados pela ABRACE, ACESC ou demais entidades estaduais aos estádios, é regulamentado pela Lei Pelé, em seu artigo 90F;
c) Já as normas para o acesso e permanência dos mesmos no entorno do gramado, local do incidente, são prerrogativas da Entidade de Administração do Desporto, no caso a Confederação Brasileira de Futebol e a Federação Catarinense de Futebol, que estabelecem as regras de conduta para os autorizados;
d) Em função disso e em respeito ao convênio que mantém com a FCF, ao fornecer o credenciamento a ACESC informa aos seus credenciados a regulamentação estabelecida pelo Regulamento Geral das Competições, das respectivas entidades;
5 – Diante dos fatos registrados em Joinville, a ACESC apela ao Comando da Polícia Militar do Estado de Santa Catarina, no sentido de que sejam apontadas as causas que originaram a ação policial e apurados os possíveis excessos no incidente;
6 – Coloca a ACESC à disposição da ACEG – Associação dos Cronistas Esportivos Gaúchos – seu corpo jurídico, no sentido de auxiliar na defesa do associado da entidade coirmã;
7 – À Federação Catarinense de Futebol, a ACESC renova a certeza do amplo cumprimento da legislação vigente e apela pelo estabelecimento da exclusividade de captação de imagens (pivô dos incidentes) aos credenciados por veículos competentes.
Florianópolis, 15 de julho de 2013
J.B.Telles
Presidente da ACESC
Aquele "Dôto" não vai denunciar ninguém?
É um bagaceira cagão, heim!
Se fosse o Marquinho ele iria denunciar, pedir suspensão, prisão, enforcamento,...
E se fosse na Ressacada, pediriam para implodir?
Vejo côsa...
Flora,
Como é uma competição nacional, dependeria do STJD. E mesmo se fosse no Catarinense, nada fariam para não envolver o árbitro milico...
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