DOIS AFUNDADOS NA PACHORRA, by Roberto Costa
Sobre a questão do sistema de um treinador armar para perder, como li no texto do Aguiar, evidentemente é força de expressão, mas a pachorra do Geninho é de tal magnitude que sugere ideias como esta.
Um marceneiro que em todo prego que pregasse acertasse noventa por cento no dedo, mudaria de imediato a forma de martelar. Mas Geninho parece que não se toca da dor da torcida Avaiana.
Nosso treinador só faz alterações que nada mais são que perfumarias, não rendem o resultado esperado. No ponto a que chegou, lanterna do Estadual, classificado para o torneio da morte, qualquer outro treinador já teria sido dispensado. É claro, também é bom que se diga, se nosso presidente não fosse outro acomodado.
No ponto a que Geninho chegou, mudar substancialmente já não é sua opção, é sua obrigação, em respeito à torcida, ao Clube e a si próprio. Ele, que não tem bons marcadores pelas laterais, que arrisque o 3.5.2, como fez o Silas, com sucesso, ou qualquer outro sistema.
O salário do centroavante Bruno Rangel, reserva da Chapecoense, é maior que a folha toda do Metropolitano, e onde está o Metropolitano na tabela? E que currículo tem o treinador do Metropolitano?
É claro que o plantel também demonstra carências, mas infelizmente nosso treinador, por sua mesmice, tem grande parcela de culpa nessa medonha crise.
Pra complicar mais ainda a tragédia, o presidente faz dobradinha com Geninho, é outro acomodado, afundado também na pachorra, o que torna a crise muito mais grave, de mais difícil solução.
* Roberto Costa é associado do Avaí FC.
Um marceneiro que em todo prego que pregasse acertasse noventa por cento no dedo, mudaria de imediato a forma de martelar. Mas Geninho parece que não se toca da dor da torcida Avaiana.
Nosso treinador só faz alterações que nada mais são que perfumarias, não rendem o resultado esperado. No ponto a que chegou, lanterna do Estadual, classificado para o torneio da morte, qualquer outro treinador já teria sido dispensado. É claro, também é bom que se diga, se nosso presidente não fosse outro acomodado.
No ponto a que Geninho chegou, mudar substancialmente já não é sua opção, é sua obrigação, em respeito à torcida, ao Clube e a si próprio. Ele, que não tem bons marcadores pelas laterais, que arrisque o 3.5.2, como fez o Silas, com sucesso, ou qualquer outro sistema.
O salário do centroavante Bruno Rangel, reserva da Chapecoense, é maior que a folha toda do Metropolitano, e onde está o Metropolitano na tabela? E que currículo tem o treinador do Metropolitano?
É claro que o plantel também demonstra carências, mas infelizmente nosso treinador, por sua mesmice, tem grande parcela de culpa nessa medonha crise.
Pra complicar mais ainda a tragédia, o presidente faz dobradinha com Geninho, é outro acomodado, afundado também na pachorra, o que torna a crise muito mais grave, de mais difícil solução.
* Roberto Costa é associado do Avaí FC.







Também já pensei no esquema 3-5-2, se tivéssemos elenco poderíamos marcar no 3-6-1 e atacar no 3-5-2, mas precisaríamos de alas que apoiam mas também marque, um segundo atacante que volte pra ajudar na meia, parecido com o esquema de 2009, mas pra isso seria necessário jogadores e alguém com coragem pra mudar o esquema e testar.
Só lembrando que Geninho apesar de saber ver o que acontece mas tem aversão a mudanças, subiu com o Sport em 2013 e foi demitido no estadual de 2014, salvo engano deixando o Sport numa situação muito parecida com a nossa atual.
Eduardo Alves
Felizmente você entendeu a retórica, meu caro. Eu tenho por postura não observar as árvores e dai tirar uma conclusão se a mata está ou não preservada. Eu olho a florestas, o riacho, a luz, as chuvas, o vento. Ora, em um clube de futebol várias são as alternativas para se dizer se ele chega ou não. As responsabilidades são de todos. Claro que, de acordo com a hierarquia, o mais alto cargo apanha mais. Geninho tem a sua parcela de culpa e será mandado embora naturalmente, ou ele mesmo vai sair. Mas a situação dele é diferente, por exemplo, da que era do Hemerson Maria.
Só sei de uma coisa: é preciso mudar a mentalidade em algumas coisas no Avaí, para não nos apequenarmos irreversivelmente.
Eduardo Alves,
Sim, o Roberto Costa em insistido nessa mudança de esquema que eu até concordo. E diga-se de passagem, o próprio Silas só arriscou a mudança depois de pressionado pelos diretores da época e pelo empresário.
Vai que o vento mude...
Quanto ao Geninho, achei estranha a saída dele do Sport, mas não lembro da colocação do Leão da Ilha do Retiro.
Aguiar,
Tens razão. O que me assusta é ver a possibilidade de colocar essa sujeirada para debaixo do tapete e não termos mais para onde correr, ficando na vala comum daqueles times que estarão vendo a banda passar...
Aliás, já estamos atrasados!
ANDRÉ, não se pode decidir por um único lance, mas um único lance e mais informações podem dar alguma base.
O lance do segundo gol do Inter Lageano, do Valdo Bacabal, contra o Avaí revelou coisas interessantes desse jogador, boa arrancada, velocidade e muita categoria na hora de encobrir o goleiro. Custa muito convidar o rapaz pra um teste na Ressacada? Ou será que lá em Lages ninguém se tocou de observar outros horizontes? - Roberto Costa
Roberto Costa,
Sim, tens razão, mas uma coisa é viver em Lages, com suas pouca opções noturnas, outra é trazer um Bacabal da vida e ele se encantar mais pelas opções que a Ilha oferece do que pela sua profissão...
E olha que ele nem é titular no Inter. Entrou, sambou em cima do Philipe Maia e fez o gol...
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