HORA DE ARRUMAR A ROTA
Entra ano e sai ano e a torcida avaiana não cansa de se incomodar. E não é só em relação ao atual 2015, mas ao longo da história do clube...
Sem ir muito longe, quando caímos da elite do futebol brasileiro em 2011, antes mesmo de encerrar a competição, meados de setembro, quando o Avaí mantinha remotas chances de fugir da degola, o então presidente João Nilson Zunin o jogou a toalha e começou a projetar 2012, contratando Carlos Augusto Arini, que daria a cara a partir do término da Série A, quando o rompimento do clube com a LA Sports ficaria evidenciado.
Para a montagem do elenco de 2012, sem muitos recursos, a perspectiva era boa, apesar de reconhecido elenco de R$ 1,99, sob o comando de Mauro Ovelha. Não deu certo, e outra vez jogando a toalha, Zunino fez com que a dupla Hemerson Maria e Emerson Nunes assumisse temporariamente a equipe até o final do Campeonato Catarinense, com Arini já sabendo de seu destino...
Quiseram os Deuses da bola que o Leão acabasse campeão invicto sob o comando de HM. Mas nada é muito tranquilo no Sul da Ilha, e o que não era bom acabou ficando ainda pior com a chegada de Marcelo "Arroz" Paulista para substituir Arini.
O Brasileiro da Série B foi um desastre, uma sucessão de erros e o Leão não conseguiu nem mesmo brigar entre os primeiros, ficando numa zona intermediária da tabela de classificação.
Quando chegamos para o ano de 2013, o Catarinense foi dentro do que manda as tradições do clube, com o Leão sucumbindo na semifinal, em Criciúma, mas era muito pouco para o que teríamos pela frente, Copa do Brasil e Brasileiro da Série B.
Mesmo assim, o Avaí tinha uma cara que poderia brigar por alguma coisa, ainda que o comando do técnico Ricardinho fosse questionado e sua trajetória no Sul da Ilha não passou da sexta rodada. Novamente o comando foi entregue a Hemerson Maria, que já alçava outros voos longe do Sul da Ilha. Seu campanha no comando do Leão foi extremamente vitoriosa até o fatídico dia 25 de outubro quando o time sapecou sonoros 3 a 0 no Bragantino. De lá até o final da competição, só melancolia e uma classificação certa foi jogada pela janela, sob o olhar pacífico de comissão técnica, dirigentes e jogadores...
O ano seguinte precisava ser diferente. HM já não estava mais no Sul da Ilha e começávamos o ano com as digitais de uma noiva gestão. Mas o Catarinense foi um desastre, com a incompatibilidade de gênios entre jogadores e o técnico Emerson Nunes, substituído por Paulo Turra, que nem deveria ter vindo, até terminarmos a competição com Pingo, que mostrou fraqueza ao querer "poupar" seu time para a estreia da Série B, enviando uma equipe quase júnior para ser goleada em Chapecó.
Seu início na Série B não seria diferente, sendo tão ruim quanto o de Ricardinho, durando até a sétima rodada, mas sem dirigir o Leão contra o Sampaio Corrêa, na quarta rodada. Raul Cabral foi nomeado para comandar o time a paralisação da competição em função da Copa do Mundo. Após a Copa, foi a vez de Geninho assumir...
Não vou entrar nos detalhes da campanha de Geninho, mas outra vez tivemos problemas no interior dos muros de tijolinhos à vista do Sul da Ilha, e mesmo tendo chegado à liderança da competição, mesmo tendo brigado maior parte do tempo entre os primeiros, mesmo tendo obtido o acesso à elite dentro das regras do jogo, é inquestionável que a classificação veio muito mais pela irresponsabilidade do América-MG e a incompetência de Boa e Atlético-GO, que propriamente pela equipe de Geninho e a gestão da diretoria avaiana.
Ocorre que a conquista acaba escondendo muita coisa, e pior que isso, os egos ficaram inflados no Sul da Ilha, achando que tudo seria um mar de rosas para 2015. Esqueceram de providenciar um patrocinador master (encaminhado, é verdade) e que muito da "paz" vivida pelo clube deu-se em função de ter a sorte de receber uma indenização do Estado de Santa Catarina...
O resultado não poderia ser diferente. Num clube de diretores vaidosos, o Catarinense foi mais um desastre e o clube ficou fora outra vez da busca pelo título. Pior que isso, ainda restam dois jogos para que o Avaí consiga sua permanência na elite do futebol Catarinense. Sim, isso mesmo, corremos o risco real de sermos rebaixados no Estado onde somos o maior campeão...
Se o que foi escrito até aqui não for o suficiente para arrumarmos a rota, não sei o que nos espera dentro da Copa do Brasil e principalmente dentro do Campeonato Brasileiro da Série A.
É bom que esses vaidosos dirigentes avaianos entendam, que de nada adianta a soberba se no final do ano o clube estiver rebaixado outra vez. A meta para este ano, desde 1° de janeiro, é se manter na elite do futebol brasileiro, mas parece quem nem o presidente nem seu vice, e muito menos seus baba-ovos sabiam disso...
A hora é agora, não, não... Já estamos atrasados!
O clube não pode e não deve ficar refém de empresário, muito menos de jogador. O Avaí não é laboratório para fazer experiência com este ou aquele jogador para saber se vai dar certo. Experiência se faz com jogadores da base.
Outra coisa: jogador tem que estar em perfeitas condições físicas, se é que me entendem...
Sem ir muito longe, quando caímos da elite do futebol brasileiro em 2011, antes mesmo de encerrar a competição, meados de setembro, quando o Avaí mantinha remotas chances de fugir da degola, o então presidente João Nilson Zunin o jogou a toalha e começou a projetar 2012, contratando Carlos Augusto Arini, que daria a cara a partir do término da Série A, quando o rompimento do clube com a LA Sports ficaria evidenciado.
Para a montagem do elenco de 2012, sem muitos recursos, a perspectiva era boa, apesar de reconhecido elenco de R$ 1,99, sob o comando de Mauro Ovelha. Não deu certo, e outra vez jogando a toalha, Zunino fez com que a dupla Hemerson Maria e Emerson Nunes assumisse temporariamente a equipe até o final do Campeonato Catarinense, com Arini já sabendo de seu destino...
Quiseram os Deuses da bola que o Leão acabasse campeão invicto sob o comando de HM. Mas nada é muito tranquilo no Sul da Ilha, e o que não era bom acabou ficando ainda pior com a chegada de Marcelo "Arroz" Paulista para substituir Arini.
O Brasileiro da Série B foi um desastre, uma sucessão de erros e o Leão não conseguiu nem mesmo brigar entre os primeiros, ficando numa zona intermediária da tabela de classificação.
Quando chegamos para o ano de 2013, o Catarinense foi dentro do que manda as tradições do clube, com o Leão sucumbindo na semifinal, em Criciúma, mas era muito pouco para o que teríamos pela frente, Copa do Brasil e Brasileiro da Série B.
Mesmo assim, o Avaí tinha uma cara que poderia brigar por alguma coisa, ainda que o comando do técnico Ricardinho fosse questionado e sua trajetória no Sul da Ilha não passou da sexta rodada. Novamente o comando foi entregue a Hemerson Maria, que já alçava outros voos longe do Sul da Ilha. Seu campanha no comando do Leão foi extremamente vitoriosa até o fatídico dia 25 de outubro quando o time sapecou sonoros 3 a 0 no Bragantino. De lá até o final da competição, só melancolia e uma classificação certa foi jogada pela janela, sob o olhar pacífico de comissão técnica, dirigentes e jogadores...
O ano seguinte precisava ser diferente. HM já não estava mais no Sul da Ilha e começávamos o ano com as digitais de uma noiva gestão. Mas o Catarinense foi um desastre, com a incompatibilidade de gênios entre jogadores e o técnico Emerson Nunes, substituído por Paulo Turra, que nem deveria ter vindo, até terminarmos a competição com Pingo, que mostrou fraqueza ao querer "poupar" seu time para a estreia da Série B, enviando uma equipe quase júnior para ser goleada em Chapecó.
Seu início na Série B não seria diferente, sendo tão ruim quanto o de Ricardinho, durando até a sétima rodada, mas sem dirigir o Leão contra o Sampaio Corrêa, na quarta rodada. Raul Cabral foi nomeado para comandar o time a paralisação da competição em função da Copa do Mundo. Após a Copa, foi a vez de Geninho assumir...
Não vou entrar nos detalhes da campanha de Geninho, mas outra vez tivemos problemas no interior dos muros de tijolinhos à vista do Sul da Ilha, e mesmo tendo chegado à liderança da competição, mesmo tendo brigado maior parte do tempo entre os primeiros, mesmo tendo obtido o acesso à elite dentro das regras do jogo, é inquestionável que a classificação veio muito mais pela irresponsabilidade do América-MG e a incompetência de Boa e Atlético-GO, que propriamente pela equipe de Geninho e a gestão da diretoria avaiana.
Ocorre que a conquista acaba escondendo muita coisa, e pior que isso, os egos ficaram inflados no Sul da Ilha, achando que tudo seria um mar de rosas para 2015. Esqueceram de providenciar um patrocinador master (encaminhado, é verdade) e que muito da "paz" vivida pelo clube deu-se em função de ter a sorte de receber uma indenização do Estado de Santa Catarina...
O resultado não poderia ser diferente. Num clube de diretores vaidosos, o Catarinense foi mais um desastre e o clube ficou fora outra vez da busca pelo título. Pior que isso, ainda restam dois jogos para que o Avaí consiga sua permanência na elite do futebol Catarinense. Sim, isso mesmo, corremos o risco real de sermos rebaixados no Estado onde somos o maior campeão...
Se o que foi escrito até aqui não for o suficiente para arrumarmos a rota, não sei o que nos espera dentro da Copa do Brasil e principalmente dentro do Campeonato Brasileiro da Série A.
É bom que esses vaidosos dirigentes avaianos entendam, que de nada adianta a soberba se no final do ano o clube estiver rebaixado outra vez. A meta para este ano, desde 1° de janeiro, é se manter na elite do futebol brasileiro, mas parece quem nem o presidente nem seu vice, e muito menos seus baba-ovos sabiam disso...
A hora é agora, não, não... Já estamos atrasados!
O clube não pode e não deve ficar refém de empresário, muito menos de jogador. O Avaí não é laboratório para fazer experiência com este ou aquele jogador para saber se vai dar certo. Experiência se faz com jogadores da base.
Outra coisa: jogador tem que estar em perfeitas condições físicas, se é que me entendem...







Ouvindo Nilton e Batistoti falando parecem uma dupla sertaneja de quinta. Um vive no mundo da lua, nunca sabe o que estava acontecendo, desde quando era vice. O outro, que devia cuidar SÓ das finanças, e JÁ ter um patrocinador master há mais de seis meses, sai por aí a contratar jogador.
Com esta dupla xícana bateremos todos os recordes da série A...e vcs sabem quais.
Otávio
Otávio,
O que sei é que estamos muito atrasados para tudo...
Perdemos o Catarinense, não teremos vida fácil na Copa do Brasil e na Série A, com esse time atual, seremos saco de pancadas...
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