O BOM CABRITO NÃO BERRA, by Alexandre C. Aguiar
Eu sempre uso a máxima do otimismo em relação às coisas que me são caras. O tal do reforço positivo que se aprende nas aulas de licenciatura e de pedagogia, ferramentas para auxiliar no bom ensino, também deve fazer parte do dia a dia. Tudo é uma questão de boa vontade.
No trânsito, as pessoas insistem em fazer barbeiragens e toupeiradas. Mas a gente, mesmo com um xingamento padrão básico, ensina ao projeto de Airton Senna que o certo é isso e não aquilo.
Também com nossas crias, quando acham que já podem desbancar a Teoria da Relatividade ou se sentem prontos para enfrentar a gravidade e se jogar no mundo sem bóia de braço, costumamos dizer aos filhos que a melhor maneira de chegar a um ponto é seguindo o caminho do meio e jamais o da cabeçada no muro. Mas tudo com conversa séria, um sorriso, uma voz mais dura e um afago depois.
Ter boa vontade e tentar ensinar um caminho correto não é ser bobão ou passar a mãozinha na cabeça, mas trabalhar com a lei do menor esforço e consumir menos energia.
Digo isso porque, mais uma vez, estamos às voltas com jogadores suspensos em nosso time, por imprudência, excesso de soberba e falta de malandragem. Claro que sabemos que o Avaí não tem um time fora de campo como outros por aí. Por isso é preciso ser inteligente. A inclinação da mídia local e dos tribunais esportivos é óbvia o bastante para a gente saber que temos que remar dois barcos a mais que eles em todas as competições. E isso já é definido o suficiente para se saber que não se pode dar bola fora. Que os erros na lado azul da Ilha são multiplicados por logaritmos de base 10 com potência na casa dos mil. Inclusive até por seus próprios torcedores.
Portanto, que, definitivamente, o endeusado Marquinhos e o tolerado Eduardo Costa sejam mais malandros e escolados numa próxima vez. Que percebam estas armadilhas montadas e sejam espertos o suficiente para não entrar em divididas pré-configuradas. Engulam. Relevem. Tenham boa vontade.
Poupa-nos energia, mantém a coesão do grupo para jogar entrosado e mostra uma cara à sociedade do futebol local bem diferente daquela que estão acostumados a apresentar.
Os outros preferem jogadores com cara de marginal e os que aprontam confusões fora do contexto do futebol. Nós, ao contrário, queremos os que saibam bater uma bolinha. Não invertam os valores, senhores boleiros.
Este Alexandre é tão ruim de escrita como o bvai.
JUCA
E obviamente que a tua opinião, pra mim, não vale nada. Na semana passada dizias ao contrário. Faz parte, a bipolaridade é bem democrática.
Juca,
Sabes nada, inocente!
Aguiar,
Tão democrática que às vezes ele esquece de quem é...
Ele(a) e um fiGAYrenC !! Maiores detalhes e dificil!!!
Damian,
Dificílimo!
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