HORA DE TIRAR A TOQUINHA, by Roberto Costa
Todos que acompanham os campeonatos de futebol sabem, que à medida em que eles se afunilam, e que as melancias na carroça tendem a definir seus lugares, lugares que farão sorrir alguns clubes e chorar outros, os "erros" de arbitragem aumentam. É sintomático. Por isso, não foi surpresa o pênalti não ser apitado pelo paulista, que dizem ser FIFA, Raphael Claus, em favor do Avaí, no jogo com o Atlético Goianiense.
Essa modalidade de arranjo não deixa de ser uma versão do impropriamente chamado "jeitinho brasileiro", pois a gente sabe que viceja em todos o cantos do globo. Em 2015, Daronco foi a Chapecó e decidiu que o gol lícito de Rômulo, que garantiria a permanência do Leão na A, devia ser anulado, e o anulou, descaradamente, com milhares de testemunhas de corpo presente e outras tantas milhares por via da TV. Convém sempre desconfiar, quando anunciam que o árbitro que vem é FIFA.
Ainda como efeito dessa fase de acomodação das melancias, vimos no Estreito um pênalti não caracterizado ser apitado, o qual resultou na ascensão do time barbie para fora da zona da degola.
Outros exemplos já "pipocaram" este ano, em que decisões contestadas de arbitragem aconteceram. Parece mesmo ser um fato sazonal, ou seja, seu aumento costuma coincidir com a aflitiva reta final dos certames, onde o desespero leva os clubes a aceitarem a ajuda de qualquer "santo", independentemente da religião que professam.
Alô, Ressacada, estamos em fase de definições, a hora é de tirar a toquinha de dormir e se prevenir.
* Roberto Costa é associado do Avaí FC








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