COMPLICAMOS, by RC
Um pouco de falta de sorte nas duas bolas na trave com cinco minutos de jogo, mas fizemos um bom primeiro tempo, criando mais oportunidades de gol, o Atlético pouco incomodando. Somente a 42, num lance de oportunismo, Rodrigão tocou sutilmente a bola para o fundo da rede, esta entrando junto ao pé da trave, apesar do esforço do goleiro adversário.
Veio o segundo tempo e o Atlético voltou melhor. Talvez Geninho tenha oferecido o campo, para jogar de contra-ataques. Verdade é que nossos contra-ataques não estavam acontecendo e nossa defesa passava sufoco. O tempo passava e Geninho demorava a perceber que Jones Carioca estava sendo um jogador a menos, ele parece que não aguenta jogar noventa minutos e com isso o Atlético começou a gostar do jogo, subiu ao ataque, e a 66 fez o gol de empate, num cruzamento da esquerda, lance em que Betão cochilou e Kozlinsky contribuiu com péssima colocação, colado ao poste direito, num lançamento vindo da esquerda. Alô, treinador, aconteceu também no gol do Oeste, aquele de bola prensada.
Mas o contra-ataque esperado veio e com ele nosso segundo gol, a 80 minutos. Bola roubada no grande círculo, Renato formou corrida e mesmo acossado chegou velozmente à entrada da área, tocando de cavadinha na saída do goleiro, para o fundo das redes. Gol de categoria. Estávamos naquele momento carimbando o passaporte do acesso, bastava tomar as precauções defensivas, gastar o tempo e trazer na bagagem os três pontos.
Infelizmente Luanzinho, que entrara em lugar de Jones Carioca, foi afoito sobre um adversário dentro da área, chocando-se contra o mesmo, que obviamente caiu e o árbitro marcou o pênalti. Lance mais caracterizado que este tivemos contra o Oeste e não apitaram. Julio Cesar bateu, no meio do gol, mas Kozlinsky saltou para o canto direito, e o empato se definiu em 2 a 2.
Com a saída de Judson (parece que pediu para sair) Geninho fez entrar Luan no jogo. Geninho gosta de sofrer, de viver perigosamente, de testar o sistema cardíaco do torcedor.
Nunca vi um grande jogo desse rapaz, ele adora abastecer de bola parada os adversários. No primeiro lance no meio do campo, desnecessariamente, atingiu com o braço o rosto de um adversário, ganhando cartão amarelo. Felizmente foi o terceiro e não tem como entrar contra o Fortaleza.
Torci pela vitória do Fortaleza, para que no sábado viesse já campeão, de sangue doce, de ressaca, mas não era nossa noite de sorte. O Fortaleza saiu na frente, mas cedeu o empate. Complicamos.
* Roberto Costa, o "RC", é associado do Avaí FC








O Betão cochilou no gol de empate do Atlético Goianiense, isso é fato. Quanto ao lado direito defensivo do Avaí, falta o Guga acompanhar o jogador adversário para que os cruzamentos não ocorram com tanta facilidade. Além disso, acho o time do Avaí muito "bonzinho" e ingênuo. Falta um pouco mais de esperteza e maturidade. O que foi aquele recuo do time no 2º tempo? O que foram aqueles gols perdidos?
Extra Extra Extra, GLOBO e CBF, deram ordem para o avai não ganhar um jogo fácil ontem contra um time sem vontade, mandando nossos atacantes perderem gols Claros e cometer pênalti ridículo que só marcam contra nós.
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