sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Hora de pensar no Avaí

Na Bom dia, Azurras de hoje, salientei o fato de que as renovações e contratações anunciadas pelo Avaí até o momento não foram exatamente como a diretoria azurra gostaria que fosse, e muito disso deve-se ao atropelo cometido empresário Eduardo Uram, que antes mesmo do clube renovar com o lateral esquerdo Igor Fernandes, tratou de comprar os direitos do atleta com seu clube de origem.

O comportamento "gulosinho" do empresário acabou incomodando o mandatário avaiano, Francisco José Battistotti, que se sentiu prejudicado na história pelo "balão" aplicado pelo empresário da Brazil Soccer...

Como salientei, ao menos até segunda ordem, nenhum dos jogadores ligados a Uram devem ter seus contratos renovados com o Avaí...


Verdade seja dita, creio que já passou da hora do clube repensar esse relacionamento com o empresário da Brazil Soccer, afinal de contas, ainda que tenha sido "parceiro" em algumas circunstâncias, entendo que o clube acaba sendo muito melhor para ele do que ele para o clube.


Basta ver o número enorme de jogadores que são oriundos da base avaiana, sem qualquer vínculo com o clube hoje e nem mesmo tendo atuado pela equipe profissional, mas que pertencem a carteira de jogadores da Brazil Soccer... 

Além disso, muitas das contratações feitas com as digitais do empresário, por vezes serviram apenas para onerar a folha de pagamento do clube, sem efetivamente serem titulares da equipe. A lista não é pequena, mas podemos recordar:


- Alemão (zagueiro)
- Anderson Lopes (atacante)
- André Krobel (lateral direito)
- André Lima (atacante)
- Andrezinho (zagueiro)
- Antônio Carlos (zagueiro)
- Bocão (lateral direiro)
- Braga (volante)
- Caio Cesar (volante)
- Denilson (atacante)
- Denner (meia-atacante)
- Diego Felipe (volante)
- Eduardo Neto (volante)
- Hugo (atacante)
- Jajá (meia-atacante)
- João Paulo (lateral esquerdo)
- João Filipe (volante)
- Juan (meia)
- Lucas Coelho (atacante)
- Lucas de Sá (meia)
- Lucas Fernandes (atacante)
- Neris (zagueiro)
- Pablo (lateral direito)
- Tauã (atacante)
- Théo (zagueiro)
- Tonhão (lateral esquerdo)
- Vagner (goleiro)
- Vinicius Pacheco (meia-atacante)
- Willian Rocha (lateral esquerdo)

Como se percebe, muitos nomes talvez a maioria dos torcedores avaianos não irá lembrar...

O fato é que hoje a Brazil Soccer e o Avaí, entenda-se Uram e Battistotti, precisam definir o destino de sete jogadores, a saber:

- Capa (lateral esquerdo)
- Daniel Amorim (atacante)
- Getúlio (atacante)
- Judson volante)
- Pedro Castro (volante)
- Renato (meia)
- Rômulo (atacante)

Levando-se em consideração que o Avaí já anunciou a renovação de Getúlio, e que Rômulo ainda tem contrato com o exterior até metade do ano, o número de ajustes cai para cinco, e pelos nomes, pouco há o que conversar porque entendo que o clube perca apenas em duas situações, que são Judson Renato.

Por oportuno, cabe incluir também o nome que causou todo esse clima entre os dirigentes, o lateral esquerdo Igor Fernandes.

De qualquer forma, creio que já passou da hora de se pensar numa situação mais favorável ao clube.

Capricha, Battistotti!

2 Comentários:

Nelson Guimarães disse...

Se o Battistotti quiser preservar os interesses do Avai, deve estabelecer como regra para admissão do jogador nas categorias de base, a vinculação com o Clube. So assim para fechar a teta para os empresários...
Parceria para ser boa, tem que ser boa para todas as partes: Clube, empresario e jogador. Forca Battistotti!

Anônimo disse...

Concordo contigo Nelson Guimarães. A vinculação do jovem com o clube desde cedo é uma ótima maneira de fechar a torneira da ganância destes empresários que sempre ficam com um grande percentual nas transações futuras.

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