A DISPENSA DE GENINHO É CRUCIAL, by RC
Acho que a dispensa de Geninho é crucial, até mesmo como medida para criar novas expectativas para o torcedor. O torcedor não tolera mais esse estado das coisas e vai se afastar do estádio.
O torcedor não é bobo e percebe que Geninho já não tem mais o que acrescentar, que todas as experiências já foram feitas e resultado algum apareceu. E ainda por cima há sinais de fumaça no ar dando contas de falhas na sintonia entre o treinador e alguns jogadores e isso somado à precariedade técnica do plantel é o caos.
Na verdade há coisas em Geninho que são difíceis de explicar. Daniel Amorim é uma delas. Comentaristas da TV constataram a melhora do Avaí quando ele entrou. Time de Goiás, pelo que se ouve, já fez proposta e agora o Atlético Mineiro também manifesta interesse. Os caras lá de fora estão vendo as qualidades do Daniel, consideram os catorze gols que fez, sabem que é destaque como artilheiro, mas com Geninho é banco, não joga, não é escalado e quando entra nós o vemos buscando jogo em nossa intermediária, o mesmo com Getúlio, com Caio Paulista, com João Paulo. Aí. quando o time retoma a bola, está a quilômetros do gol adversário. Isso também explica os ridículos quatro pontos conquistados.
Geninho teria que fazer o time jogar para Daniel Amorim, ou quem fizer a função de homem de área. Importante fixar dois atacantes na frente, isso segura três zagueiros adversários em seu campo. O que Geninho faz já fazia o Claudinei, a bobagem de dar a bola para o adversário, coisa manjada. Eu se fosse treinador adoraria que o adversário me desse a bola, porque só de posse dela eu poderia construir minhas vitórias.
Infelizmente o futebol do Avaí está sendo tocado por inexperientes, desde o presidente que parece ter dimensionado por baixo os custos de um time na série A, e que acreditou com Joceli que haviam encontrado ouro em Itajaí.
Nas minhas observações sobre o jogo de ontem eu anotava 3 nomes como destaques do Avaí, Vladimir, Lourenço e Pedro Castro que fazia talvez a sua melhor partida à frente da área, e Geninho sacou Pedro Castro e logo no primeiro ataque após sua saída tomamos o segundo gol. Desmanchou a proteção à área quando pensava empatar o jogo, foi um tiro no pé. Isso quando podia sacar Getúlio que estava mal, ou Julinho.
Eu acho que Felipão foi condescendente, respeitou Geninho, a sua história no futebol brasileiro. Depois do segundo gol, que matou o jogo, mandou seu time tirar o pé do acelerador. Com isso perdemos por um resultado perfeitamente normal, mas tá feia demais a "côsa!"
* Roberto Costa, o "RC", é associado do Avaí FC. Foto acima: Frederico Tadeu/Avaí FC








Geninho perdeu a mão do time já faz tempo só o presidente que não quer ver. Mas não vamos fazer loucuras. Loucura é passar esse vexame com as mãos coladas no bolso.
Kkkkkkkkkkk. Felipão pediu pro time tirar o pé kkkkkkk sendo que o segundo critério de desempate do campeonato e saldo de gols, é cada uma. O time do Avaí estava com um regularidade boa e com elenco limitadíssimo, empates com São Paulo, Grêmio e Vasco e deu muito trabalho para o inter. Nem Jurgen Klopp faz milagre com esse elenco do Avaí.
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