quinta-feira, 5 de março de 2020

Bom dia, Azurras - nº 3.581

FORÇA, BATTISTOTTI
A imensa Nação Avaiana foi pega de surpresa com informações pelas redes sociais sobre o estado de saúde do presidente do Avaí, Francisco José Battistotti, que nem esteve em Tubarão na última partida do Leão da Ilha.

Pelo que recebi de informação, o problema ocorreu no último fim de semana, tratando-se de uma diabete descompensada, o que teria gerado a isquemia, atingindo um nervo ótico, gerando um cuidado maior, com repouso e tratamento adequado.

Como torcedor e associado do Avaí, independente de qualquer crítica que se possa ter ao trabalho desenvolvido por Battistotti, nos resta torcer por sua plena recuperação, para que possa estar junto na conquista do bicampeonato Catarinense e mais um acesso no Brasileiro.

Força, muita força, Battistotti!




NOSTÁLGICO
Sou avaiano de uma época mais romântica, do saudoso estádio Adolfo Konder, quando os jogadores entravam em campo correndo, muitas vezes com brindes para jogar para a torcida, como camisetas, bolas e outros...

Hoje, essa cerimônia "Padrão FIFA", onde os jogadores entram em campo perfilados, numa monotonia que dá náuseas, os boleiros só tratam de fazer pose para câmeras, com suas tatuagens, cabelos nos mais variados estilos e chuteiras coloridas...

Sem querer ser chato, parece que estamos precisando voltar um pouco no tempo, para a época do futebol raiz e menos "ornamentações"...




BRONCA
Escrevi essa anota anterior em função da reclamação mais do que justa do professor Valter Martins Ricardo, de Garopaba, sempre presente na nossa bela Ressacada e que esteve em Tubarão na última segunda-feira torcendo pelo Leão.

Segundo o professor Valter, clique AQUI e confira, não tivesse sido o gringo Gastón Rodriguez, o time do Avaí teria saído de campo sem ter agradecido ao apoio dos muitos torcedores que foram até o Sul do Estado...

Aliás, não é a primeira vez, nem somente este ano, que isso acontece com o elenco do Avaí. Alguém tem que dar um puxão de orelha nesses marmanjos mimados, que não são maiores que o clube.




DISCURSO PASTEURIZADO
Por essas e outras que o futebol está ficando cada vez mais chato. Quando se vai ouvir uma entrevista de qualquer jogador, é raro encontrar alguma que se salve, em geral são todas pasteurizadas, dizendo nada com coisa nenhuma...

Lembro de um ano em que dois jogadores do Avaí se transferiram para o Coritiba, Júnior Urso e Lincoln. Ao chegarem no Alto da Glória, bairro onde está a sede do clube, tiveram que fazer um tour pelo estádio para conhecer a história do Coxa, antes de qualquer coisa...

No Sul da Ilha, desembarcam no Aeroporto Internacional Hercílio Luz, ou Floripa Airport, e já entram em campo...




PREOCUPAÇÃO
Se este elenco do Avaí está preocupado ou não com os objetivos do clube, difícil avaliar, mas efetivamente esse início de temporada não foi das mais animadoras, que hoje o clube esteja na terceira posição.

Ocorre que há uma grande diferença entre o futebol que está jogando o Avaí e o Brusque, por exemplo, para quem o Leão já perdeu duas vezes este ano. E não perdeu apenas e tão somente no futebol, mas também no aspecto físico, onde o clube joga 15-20 minutos e simplesmente para em campo...

Apesar de parecer ter caído no gosto dos boleiros, não tenho dúvidas de que o técnico Rodrigo Santana terá muito trabalho pela frente...




Saudações AvAiAnAs!

4 Comentários:

marcrosa73 disse...

André, excelente o teu comentário sobre esse "protocolo Fifa" e jogadores sendo mais "modelos de barbearia" do que boleiros. Também sou daquela época do Adolfo Konder (Meus pais eram donos da padaria da esquina da Rua Victor Konder com o banco redondo) e eu vivia lá vendo treinos e jogos, que saudade daquele futebol!

Algemiro disse...

Pede um autógrafo, para cada jogador do Avaí. depois pede para, escrever seu nome em baixo com letra minúscula

Aí vamos ver o grau do jogador de bola.

Tu vai ficar horrorizado.
Principalmente com os novos.

Carlos avaiano disse...

Boa tarde amigos

Que saudades das tardes de domingo no velho Adolfo konder mesmo tendo hoje um estádio moderno e confortável
Saudades de assistir um futebol raiz simples mas objetivo

Objetivo único, o gol e os três pontos
E nós nas arquibancadas ou em cima do "muro " vibrando com jogadores da terra, do bairro, honrando esse glorioso escudo
Obs: salários de um dígito, chuteiras engraxadas momentos antes das partidas, viagens de kombi para o interior no mesmo dia dos jogos.

Resultado?

Nos deram o título do século nos estaduais e um nacional, todos dentro do campo com o apito final.

E o nosso hino era cantado como grito de guerra em todos os jogos pela torcida feliz e empolgada pelos resultados positivos e a garra em campo.

Hoje a modinha é cantar pro rival "música" com refrão pejorativo

Saudades velho Konder
Éramos felizes e sabíamos

inglesavaiano disse...

Futebol moderno e Chatoooo e lixo, hoje jogadors patetico , fantastico palavars Andre 100% verdade !! Em breve sera sem cerveja, sem bandeiras, sem TORCIDA organizadas e breve SEM JOHN DAVID !!!

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