Quando a fase não é boa, os fantasmas passados voltam a aparecer, by "um Avaiano"...
Entramos em campo, sem Renato (lesionado) e com a entrada do Pedro Castro na tentativa de equilibrar mais o meio-campo dando liberdade para o Bruno Silva e principalmente as subidas de Capa pelo lado esquerdo e Iury pela direita. Assim Valdivia teria maior liberdade para se movimentar (saindo da esquerda pelo meio) e novamente Kelvin sendo o jogador da velocidade.
Fizemos um primeiro tempo muito mais competitivo e positivo que nos dois últimos jogos. Bem longe do desempenho contra o Náutico, mas é de se elogiar, mesmo que as chances criadas tenham sido pouco claras.
Quando a fase é ruim e as chances não aparecem, a precipitação e decisões erradas no jogo aumentam, tornando as coisas mais difíceis. Foi assim em várias jogadas nas quis faltou aquele "último/penúltimo passe" entrar. Também diversas finalizações que foram bloqueadas e interceptadas pela forte e boa marcação do Cuiabá.
Quando a fase não é boa o fator psicológico vem à tona e no segundo tempo mantivemos a postura mas as chances não aconteciam e nosso jogo começou a ficar ansioso e precipitado, querendo resolver as coisas não da melhor forma possível. Já o Cuiabá vindo de uma vitória no jogo passado estava com muita confiança, o que talvez tenha sido um dos fatores para a nossa derrota hoje. Conseguiu dois gols a partir de falhas do Avaí com a bola e soube explorar os espaços e oportunidades que não se podem desperdiçar.
Num jogo equilibrado e com mínimas chances, qualquer acerto pode ser determinante para o resultado. As entradas de Jonathan e Jaú deram mais poder de fogo para a equipe, profundidade e agressividade para o nosso ataque. Mas como falado, quando a fase é ruim não é só a parte técnico-tática que influencia.
Tivemos uma melhora em relação aos jogos anteriores. Mínima, obrigatória e esperada para uma equipe que tem o dever de competir e brigar pelo resultado positivo sempre.
Quando a fase é ruim, a chance das coisas continuarem dando errado é grande e mais uma vez perdemos na competição. Vamos aguardar o próximo jogo, sem terra arrasada.
* O autor preferiu não ser identificado. Foto: André Palma Ribeiro/Avaí FC
Fizemos um primeiro tempo muito mais competitivo e positivo que nos dois últimos jogos. Bem longe do desempenho contra o Náutico, mas é de se elogiar, mesmo que as chances criadas tenham sido pouco claras.
Quando a fase é ruim e as chances não aparecem, a precipitação e decisões erradas no jogo aumentam, tornando as coisas mais difíceis. Foi assim em várias jogadas nas quis faltou aquele "último/penúltimo passe" entrar. Também diversas finalizações que foram bloqueadas e interceptadas pela forte e boa marcação do Cuiabá.
Quando a fase não é boa o fator psicológico vem à tona e no segundo tempo mantivemos a postura mas as chances não aconteciam e nosso jogo começou a ficar ansioso e precipitado, querendo resolver as coisas não da melhor forma possível. Já o Cuiabá vindo de uma vitória no jogo passado estava com muita confiança, o que talvez tenha sido um dos fatores para a nossa derrota hoje. Conseguiu dois gols a partir de falhas do Avaí com a bola e soube explorar os espaços e oportunidades que não se podem desperdiçar.
Num jogo equilibrado e com mínimas chances, qualquer acerto pode ser determinante para o resultado. As entradas de Jonathan e Jaú deram mais poder de fogo para a equipe, profundidade e agressividade para o nosso ataque. Mas como falado, quando a fase é ruim não é só a parte técnico-tática que influencia.
Tivemos uma melhora em relação aos jogos anteriores. Mínima, obrigatória e esperada para uma equipe que tem o dever de competir e brigar pelo resultado positivo sempre.
Quando a fase é ruim, a chance das coisas continuarem dando errado é grande e mais uma vez perdemos na competição. Vamos aguardar o próximo jogo, sem terra arrasada.
* O autor preferiu não ser identificado. Foto: André Palma Ribeiro/Avaí FC







Só o fato de ter pedro castro como solução do problema, já se percebe o tamanho do buraco do problema.
Com todo o respeito ao autor do comentário, mas resumir o momento do Avaí como sendo "fase ruim", no meu modo de ver, é não reconhecer o erro de montagem de elenco para a competição que disputamos. A rota precisa ser corrigida com alterações na equipe e contratações pontuais de jogadores com perfil físico compatível com a Série B.
Um time lento, previsível e apático como o nosso, na Série B será presa fácil contra quase todos os adversários. Embora o nível técnico do campeonato seja fraco, sobram entrega e esforço em cada partida por parte dos atletas das outras equipes, diferentemente do que estamos vendo no Avaí.
Além disso, se apoiar na "fase ruim" (a qual já perdura desde junho de 2019) é esconder a falta de compromisso de jogadores com o clube e com suas próprias carreiras, como nos casos do Bruno Silva, Jonhatan e Kelvin.
Por fim, julgo que se não fizermos "terra arrasada" agora, infelizmente poderemos chegar a um ponto que será difícil de reverter. Quem acompanha futebol no Brasil deve se lembrar dos casos de times rebaixados da Série A que no ano seguinte caíram para a série C: Santo André, Joinville e Santa Cruz.
Então, caso nosso treinador continue teimando em não colocar jogadores mais jovens e rápidos em campo e o time não mude de atitude, infelizmente essa "má fase" irá perdurar muito.
Concordo com o João Avaiano!!
Tem que acontecer mudanças e estas partem por dispensas dos reservas de Capa, Lourenço, Bruno Silva, Kelvin, Valdivia e Ralf. Se estes caras estão nas reservas destes caras é porque são muito ruins e não podem jogar no Avaí. Depois contratem jogadores e coloquem todos os aqui citados no banco, só assim o plantel será reforçado.
Cacalhada...
Infelizmente o 5t está acabando com o Avai, há mas colocou as finanças em dia, tudo bem, mas no quesito futebol NÃO acertou em nada, prefere fazer vistas grossas ao invés de ter peito é colocar seus amigos pro olho da rua e contratar gente competente.
Estão chamando agora Incompetência de "fase ruim". Se houvesse profissionalismo no departamento de futebol, não haveria fase ruim.
Faz mais de 2 anos que não lembro de uma fase boa
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