Bom dia, Azurras - nº 4.600
ALEX, O SINCERÃO
“O de hoje ofereceu uma condição dos
jogadores jogarem, ter um adversário, colocar algumas das poucas coisas que a
gente conseguiu fazer durante os treinos.
É duro porque a
gente tentou oferecer pra eles condições parecidas pra todos, então, são três
times, basicamente uma linha de defesa que não dava para fazer três times, mas
pra tentar transferir aquilo que foi feito nesses treinamentos pra dentro do
jogo.
E algumas coisas
são bem legais porque elas ficam evidenciadas, tanto para o lado positivo,
quanto para o lado negativo, para que a gente pós-reveillon reinicie em cima do
que foi feito no jogo.
A minha preocupação
e a minha busca com o amistoso é muito mais que a forma coletiva, é a forma
como individualmente cada fosse se apresentar. Então realmente valeu à pena,
porque coletivamente falta muita coisa, mas individualmente nos mostra algumas
situações no qual a gente vai tentar ir ajustando, para que quando inicie
contra a Chapecoense, é óbvio que ainda vai existir certas situações a serem
resolvidas, mas bem menos que hoje.”
QUERENDO MAIS
“Novamente as palavras do Alex após o jogo-treino
demonstram preocupação. Provavelmente não se contenta com pouco, isso é bom.
Esperemos que seja isso.
Na entrevista na TV
Avaí isso fica ainda mais claro.”
A
opinião acima é do amigo Marcos da Trindade, que endosso. Aquela situação de
achar as coisas “legais”, tanto para o lado positivo, quanto para o lado negativo,
mostra com clareza solar que o novo técnico não veio para passar férias na
Ilha.
Capricha,
Alex!
TRABALHANDO EM
SILÊNCIO
Os comentários acima, tanto do
técnico Alex de Souza, quanto do Marcos da Trindade, foram em função do
jogo-treino do Avaí na manhã de ontem, sexta-feira, dia 30, contra o São Joseense,
do Paraná, que disputa a primeira divisão paranaense.
A partida foi disputada em três
tempos de 35 minutos, com vitória do Leão da Ilha por 1 a 0, gol do lateral
esquerdo Natanael.
Além dos comentários já expostos,
vale o registro de que o Avaí está trabalhando bastante, e mais que isso, em
silêncio, tanto que soou como surpresa a realização do jogo-treino.
2022 NÃO PODIA SER PIOR!
Não
quero e não sou uma pessoa pessimista, mas sejamos bem francos, nosso ano,
dentro de campo, foi um desastre, ainda que pudesse ter sido salvo por uma
simples vitória contra o Cuiabá, quer aqui na Ressacada ou na capital do Mato
Grosso...
Seria a vitória da permanência no Campeonato
Brasileiro da Série A, que serviria para ofuscar todos os vexames de Recopa, Catarinense
e Copa do Brasil...
Não
é difícil de imaginarmos, as consequências de voltarmos para a Série B, ainda
que aqueles vergonhosos atrasos salarias tenham ficado em 2021, mas como todos
sabem, a dívida existente combinada com receitas limitadas, podem gerar um
quadro muito complicado...
2023, HORA DE
BRINDARMOS
Definitivamente, nosso ano acabou de
forma melancólica, ao menos dentro de campo, deixando um lastro de devastação,
que impactou diretamente na imensa Nação Avaiana esperasse um pouco mais...
Porém,
o fato de não conquistarmos absolutamente nada em 2022, não pode nos cegar em
relação ao ano que está por começar, justamente o ano do Centenário do Avaí
Futebol Clube, quando precisaremos estar juntos e cada vez mais forte para
escrevermos uma história ainda mais gloriosa.
De pouco adianta agora, reclamarmos
dos insucessos nas quatro competições disputadas. Não voltam mais e temos um
ano com três competições onde nossa escrita terá que ser forte e em letras
garrafais, marcando a hegemonia no nosso futebol e voltando para a elite
brasileira.
Claro que nada será fácil, nem nos
entregarão de bandeja qualquer conquista, como nada foi fácil nem tem sido
simples para o Leão da Ilha.
Se
não foi um ano como imaginávamos, bem pelo contrário, resta-nos
a esperança de que o Avaí é maior do que tudo isso, e certamente em muito
breve, diria amanhã, poderemos voltar a trilhar nosso caminho de glórias, num
clube mais consolidado, mas firme, mais seguro, um Avaí centenário para
Avaianos.
Que
venha 2023!
Prosit!
Saudações
AvAiAnAs!
O futebol oferece surpresas, estamos todos carecas de saber, nós, que o acompanhamos com paixão. Mas não é nada misterioso. No mais das vezes as complicações ocorrem simplesmente porque alguém, ou alguns, não enxergam o óbvio. Foi o que aconteceu com o Avaí deste ano. Afinal, ninguém percebeu a tempo, que o time cansado, idoso, e tecnicamente fraco, não chegaria a lugar nenhum e, pior e mais grave, só conseguiram enxergar o valor de alguns atletas do time da base quando a vaca tinha afundado no brejo. Futebol de hoje, grosso modo, 70% força, 20% técnica. - RC
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