Quem cuida da vaca magra? by Alexandre C. Aguiar
Qualquer pessoa, quando vê em sua casa, em sua empresa, ou mesmo nas administrações públicas, que o dinheiro está acabando aperta os cintos. Começa a cortar gastos. A saladinha passa a ser apenas de alface e nada de tomate seco. A carne é aquela com pelancas mesmo, pois picanha e filé mignon é só no Natal ou aniversário da avó. Andar de carro deve ser apenas para o trabalho e se for para sair nos fins de semana só se for para filar bóia na casa dos parentes e amigos mais chegados. E quanto maior a penúria, mais se corta TV a cabo, usa-se a internet só para ler as notícias, a empregada é mandada embora, compra-se arroz sujo no lugar da ração especial para dar ao cachorro e roupas ali de Brusque mesmo e não de Miami, com prestações em 24 vezes sem entrada.
Isso é o que todas as pessoas normais com algumas dificuldades financeiras fazem. Isso se chama “política de pés no chão”. Isso tudo serve para que, depois de passado o enrosco financeiro, o cabra volte a ter algum conforto. Dá até para adquirir um ar-condicionado para dormir um pouco mais fresco no inferno do verão.
Foi o que fez o Avaí neste início de ano. Não tinha dinheiro sobrando, aliás, não tinha dinheiro, e acabou tendo que se contentar com carne de segunda e apenas alface na salada. Isso é válido e o mundo não vai se acabar por causa de um pouco de sacrifício. Não conheço alguém que tenha morrido por haver comido pelancas. A questão é se todos estão juntos cuidando desta vaca magra. Se a penúria é compreendida e assimilada como algo passageiro, mas necessário. Se o coletivo é maior que o individual. Se a crise vai gerar alguma oportunidade de melhoria.
Porque, quando se vê no Avaí, com toda as dificuldades existentes e algumas criadas, setores jogando contra, torcedores exigindo jogadores caros, ou mesmo jogadores tidos como exemplos pedindo mais contratações, diferente do que reza a administração, é porque o sacrifício não foi assimilado. A dificuldade está sendo exercida por alguns e não por todos, é o que se percebe.
Eu digo incansavelmente que as coisas vão mudar, mas é obrigatório que a mentalidade dentro da Ressacada precise ser mudada também. O esforço tem que ser coletivo. As metas devem ser de todos.
Do contrário, se todos, jogadores, diretores e torcedores não compreenderem que isso tem que ser assim, com dedicação e esmero, pode ir ali no chaveiro da esquina e mandar fazer uma tranca das boas para fechar o estádio. Não vamos sair dessa tão cedo.
Isso é o que todas as pessoas normais com algumas dificuldades financeiras fazem. Isso se chama “política de pés no chão”. Isso tudo serve para que, depois de passado o enrosco financeiro, o cabra volte a ter algum conforto. Dá até para adquirir um ar-condicionado para dormir um pouco mais fresco no inferno do verão.
Foi o que fez o Avaí neste início de ano. Não tinha dinheiro sobrando, aliás, não tinha dinheiro, e acabou tendo que se contentar com carne de segunda e apenas alface na salada. Isso é válido e o mundo não vai se acabar por causa de um pouco de sacrifício. Não conheço alguém que tenha morrido por haver comido pelancas. A questão é se todos estão juntos cuidando desta vaca magra. Se a penúria é compreendida e assimilada como algo passageiro, mas necessário. Se o coletivo é maior que o individual. Se a crise vai gerar alguma oportunidade de melhoria.
Porque, quando se vê no Avaí, com toda as dificuldades existentes e algumas criadas, setores jogando contra, torcedores exigindo jogadores caros, ou mesmo jogadores tidos como exemplos pedindo mais contratações, diferente do que reza a administração, é porque o sacrifício não foi assimilado. A dificuldade está sendo exercida por alguns e não por todos, é o que se percebe.
Eu digo incansavelmente que as coisas vão mudar, mas é obrigatório que a mentalidade dentro da Ressacada precise ser mudada também. O esforço tem que ser coletivo. As metas devem ser de todos.
Do contrário, se todos, jogadores, diretores e torcedores não compreenderem que isso tem que ser assim, com dedicação e esmero, pode ir ali no chaveiro da esquina e mandar fazer uma tranca das boas para fechar o estádio. Não vamos sair dessa tão cedo.








Carlos Avaiano
Acho que a solução, está no travesseiro do presidente, com ele tendo o pior pesadelo com esse plantel na série A, ai ao acordar, e ver que foi um pesadelo, abrirá os olhos e ao ver que pode mudar a realidade, ai sim acabar de vez com as humilhações que sua gestão está causando ao clube e torcida.
Está faltando dinheiro não parece. O clube se dá ao luxo de não ter patrocínio master. Será que não tem niguém nesta diretoria capacitado para negociar um patrocínio master?
Quem cuida da vaca magra é o Batistoti, que vetou a vinda de Leo Gamalho, Neto Berola, Bruno Silva, e cia...porque não cabia na vaca.
Cabe perguntar a ele, estando a vaca tão seca, porque o clube passa mais de 1 ano inteiro sem um patrocinador master, quase um fenômeno mundial.
A vaca de fato é magra, mas falta mais competência para engorda-la.
Agora estão desesperados atrás dos nomes que recusaram no inicio do ano, já que a parte estadual da vaca foi para o brejo.
Otavio
Não se pede grande contratações ou investimentos, exige-se competência para não desperdiçar o pouco que se tem.
Não adianta comprar pelanca e deixar a carne queimar...
Nossa folha de pagamento é a maior ou uma das maiores do estado e, no entanto, temos o pior time, indiscutivelmente, entre os 5 chamados grande do estado então, menos interferência de empresários, mais competência por parte de quem contrata, mais ação e cobrança por parte do Presidente e mais competência administrativa para justificar a ISO 9001.
Ney Lúcio Félix
Carlos Avaiano,
Ele precisa acordar rápido...
Tá demorando muito!
Anônimo,
Patrocínio master está complicado para qualquer clube do Brasil, como Santos, São Paulo e tantos outros...
Otávio,
Ainda não vi desespero em ninguém, e quanto ao patrocinador master, vale o que respondi ao anônimo: está complicado para qualquer clube do Brasil, como Santos, São Paulo e tantos outros...
Se o Battistotti manda na vaca, não sei, mas sei que repetiram erros grotescos, que vai acabar saindo caro para o clube...
Ney LF,
Ainda temos tempo de arrumar a casa, mas é preciso querer mudar...
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