O GOL CEDO DEMONTOU A ESTRATÉGIA, by Paulo P . Portella
Caro André,
Desculpe-me, mas discordo de sua opinião, não dá para avaliar se o esquema do 3-5-2 deu certo ou não.
O gol aos 37 segundos, desmontou a estratégia pensada pelo Kleina e reforçou a estratégia montada pela equipe adversária, que veio para se defender e buscar os contra ataques.
Nosso time se perdeu em campo e com os desfalques no meio de campo, principalmente do Eduardo Neto, que é, sem sombra de dúvidas, o equilíbrio da meia cancha AVAIANA, ficou totalmente envolvido pelo time gaúcho.
Além disso dois jogadores sentiram muito este gol: Denner e Nino Paraíba, que falharam no lance do gol e demoraram a voltar para o jogo. Logo em seguida o segundo golpe, ficou difícil a reação.
Quanto a presença do público, concordo plenamente contigo e vou mais longe: nossa torcida exige muito e não faz a sua parte. Desde o ano passado a presença de público e o número de sócios são muito abaixo daquilo que um clube médio precisa para enfrentar os grandes - o único meio de diminuirmos a diferença financeira é por meio de um quadro de sócios forte e permanente, não ocasional.
Abraços,
Paulo Portella
* Paulo Peixoto Portella é associado do Avaí FC
Desculpe-me, mas discordo de sua opinião, não dá para avaliar se o esquema do 3-5-2 deu certo ou não.
O gol aos 37 segundos, desmontou a estratégia pensada pelo Kleina e reforçou a estratégia montada pela equipe adversária, que veio para se defender e buscar os contra ataques.
Nosso time se perdeu em campo e com os desfalques no meio de campo, principalmente do Eduardo Neto, que é, sem sombra de dúvidas, o equilíbrio da meia cancha AVAIANA, ficou totalmente envolvido pelo time gaúcho.
Além disso dois jogadores sentiram muito este gol: Denner e Nino Paraíba, que falharam no lance do gol e demoraram a voltar para o jogo. Logo em seguida o segundo golpe, ficou difícil a reação.
Quanto a presença do público, concordo plenamente contigo e vou mais longe: nossa torcida exige muito e não faz a sua parte. Desde o ano passado a presença de público e o número de sócios são muito abaixo daquilo que um clube médio precisa para enfrentar os grandes - o único meio de diminuirmos a diferença financeira é por meio de um quadro de sócios forte e permanente, não ocasional.
Abraços,
Paulo Portella
* Paulo Peixoto Portella é associado do Avaí FC
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