Admirando o Flamboyant
Moro num bairro onde as diferenças sociais são enormes, ainda que pertença à Ilha da Magia. Chego na sacada do meu apartamento e posso olhar a Baía Norte, normalmente calma, plácida, de visual envolvente...
Posso ainda, sem muito esforço, contemplar este belo Flamboyant da foto, no terreno vizinho...
Quem se diz tão avaiano, tão torcedor, deveria tratar dessas possíveis mudanças dentro de sua própria paixão por toda vida, ao invés de dar armas ao inimigo...
Na Bom dia, Azurras de hoje, citei dois exemplos em que o clube foi extremamente prejudicado pela inoperância de algumas celebridades avaianas, Diego Jardel e Judson, sem que o clube fosse ressarcido pelos investimentos feitos nos dois atletas.
Mas não são exemplos únicos. Este ano, por exemplo, vimos Lucas Lovat se rebelar contra uma conjuntura, mas também não fica apenas nele...
Vinicius Baiano, por exemplo, que estourou na Copinha pelo Leão em 2017, mas nunca jogou no time principal, indo para Fortaleza, Concórdia e para o Atlético Tubarão...
Enquanto isso, vamos pagando mais caro para termos Martinuccio, Maurinho, Rafinha, Rubinho, Jones Carioca e tantos outros...
Sem contar aqueles jogadores que nasceram nas nossas categorias de base e foram parar, sem lógica aparente, na mão de empresários...
Admirar o Flamboyant acaba sendo mais prazeroso que olhar para essas mazelas do Leão...






MANDRIÃO, gostei, poético pacas. - RC
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