Bom dia, Azurras - nº 1.941
DERROTA DA INCOMPETÊNCIA
Não vou me alongar na análise da partida de ontem, em que o Avaí voltou a perder, 2 a 0 para o Coritiba, numa partida em que poderia ter aberto o placar na primeira etapa, e até mesmo antes de levar o primeiro gol do Coxa, mas não fez e outra vez vimos aquele teatro de horror, com falhas bisonhas...
Diria que o gol poderia ter vindo dos pés de Rômulo, Camacho, Léo Gamalho, e uma diferença mínima na primeira etapa não seria exagero. No entanto, a falta de determinação, a falta de objetividade, fizeram com que o placar ficasse em branco na etapa inicial.
O Avaí não fez uma má partida no primeiro tempo, mas em momento algum foi sombra daquele time que venceu o Internacional. A impressão que se tinha é que era apenas mais uma partida dentro da Série A. Não era!
As chances iam surgindo normalmente, mas ninguém para "empurrar" para dentro do gol paranaense. Com o meia Marquinhos em campo, o Avaí tomava conta da partida, tendo sido ameaçado pelo Coritiba uma única vez na primeira etapa. No segundo tempo, o panorama não mudou, até que aos 16 minutos, Marcos foi substituído...
Se M10 pediu para sair, tudo certo, mas naquela altura do jogo, se Kleina teria que fazer uma substituição, teria que ser na saída do omisso Rômulo para a entrada de Anderson Lopes.
Por coincidência, três minutos depois o Avaí tomou seu primeiro gol. Num lançamento curto e por cobertura, Antônio Carlos e Romário perderam para o atacante Henrique Almeida marcar. Coritiba 1 a 0.
Após levar o gol, Kleina não demorou para mexer, colocando o atacante Roberto no lugar de Rômulo, mas sem um resultado prático. Com a diferença desfavorável no placar, o Avaí seguiu tentando e outras chances foram criadas, mas o gol de empate não saia...
Aos 31 minutos, o que poderia ser uma solução, acabou mostrando o desespero do técnico avaiano: ao improvisar na cabeça de área, já que não contava com Renan e Adriano, Kleina sacou Tinga, que não vinha fazendo uma partida ruim, para colocar mais um atacante, André Lima, também sem um resultado efetivo.
O castigo veio perto dos 39 minutos, numa jogada pelo lado esquerdo da defesa avaiana, a bola foi alçada para dentro da área, e apesar de marcar o atacante de perto, Antônio Carlos foi capaz apenas de matara a bola para Henrique Almeida ampliar. Coritiba 2 a 0.
A rodada foi perfeita, mas o Avaí não soube vencer, não fez seu dever de casa e quem saiu da zona da degola foi o Coritiba.
O TIME DE KLEINA
O técnico Gilson Kleina acabou escalando o Avaí com aquelas opções que tinha, mas não com Claudinei, primeiro volante de origem. Ele entrou com um meio de campo mais leve e rápido, com Eduardo Neto e Tinga, e a estratégia só não funcionou melhor pela falta do gol.
Nas demais posições, o Avaí foi aquela mesma equipe anunciamos na Bom dia, Azurras de ontem, sem qualquer novidade: Vagner; Nino Paraíba, Antônio Carlos, Emerson e Romário; Eduardo Neto, Tinga, Marquinhos e Camacho; Rômulo e Léo Gamalho.
Bom Feriado!
Não vou me alongar na análise da partida de ontem, em que o Avaí voltou a perder, 2 a 0 para o Coritiba, numa partida em que poderia ter aberto o placar na primeira etapa, e até mesmo antes de levar o primeiro gol do Coxa, mas não fez e outra vez vimos aquele teatro de horror, com falhas bisonhas...
Diria que o gol poderia ter vindo dos pés de Rômulo, Camacho, Léo Gamalho, e uma diferença mínima na primeira etapa não seria exagero. No entanto, a falta de determinação, a falta de objetividade, fizeram com que o placar ficasse em branco na etapa inicial.
O Avaí não fez uma má partida no primeiro tempo, mas em momento algum foi sombra daquele time que venceu o Internacional. A impressão que se tinha é que era apenas mais uma partida dentro da Série A. Não era!
As chances iam surgindo normalmente, mas ninguém para "empurrar" para dentro do gol paranaense. Com o meia Marquinhos em campo, o Avaí tomava conta da partida, tendo sido ameaçado pelo Coritiba uma única vez na primeira etapa. No segundo tempo, o panorama não mudou, até que aos 16 minutos, Marcos foi substituído...
Se M10 pediu para sair, tudo certo, mas naquela altura do jogo, se Kleina teria que fazer uma substituição, teria que ser na saída do omisso Rômulo para a entrada de Anderson Lopes.
Por coincidência, três minutos depois o Avaí tomou seu primeiro gol. Num lançamento curto e por cobertura, Antônio Carlos e Romário perderam para o atacante Henrique Almeida marcar. Coritiba 1 a 0.
Após levar o gol, Kleina não demorou para mexer, colocando o atacante Roberto no lugar de Rômulo, mas sem um resultado prático. Com a diferença desfavorável no placar, o Avaí seguiu tentando e outras chances foram criadas, mas o gol de empate não saia...
Aos 31 minutos, o que poderia ser uma solução, acabou mostrando o desespero do técnico avaiano: ao improvisar na cabeça de área, já que não contava com Renan e Adriano, Kleina sacou Tinga, que não vinha fazendo uma partida ruim, para colocar mais um atacante, André Lima, também sem um resultado efetivo.
O castigo veio perto dos 39 minutos, numa jogada pelo lado esquerdo da defesa avaiana, a bola foi alçada para dentro da área, e apesar de marcar o atacante de perto, Antônio Carlos foi capaz apenas de matara a bola para Henrique Almeida ampliar. Coritiba 2 a 0.
A rodada foi perfeita, mas o Avaí não soube vencer, não fez seu dever de casa e quem saiu da zona da degola foi o Coritiba.
O TIME DE KLEINA
Nas demais posições, o Avaí foi aquela mesma equipe anunciamos na Bom dia, Azurras de ontem, sem qualquer novidade: Vagner; Nino Paraíba, Antônio Carlos, Emerson e Romário; Eduardo Neto, Tinga, Marquinhos e Camacho; Rômulo e Léo Gamalho.
AS ALTERAÇÕES FEITAS POR KLEINA
Para o banco de reservas, o treinador avaiano contava com 12 jogadores: Diego, Everton Silva, Lovat, Jeci, Jubal, Pablo, Claudinei, Rudnei, Renan Oliveira, André Lima, Anderson Lopes e Roberto.
O técnico avaiano voltou para o segundo tempo com a mesma equipe. Porém, aos 16 da segunda etapa, colocou Anderson Lopes no lugar de Marquinhos, quando estava 0 a 0. Aos 22, foi a vez de Roberto substituir Rômulo, e um pouco depois, aos 31, Tinga saiu para a entrada de André Lima.
O técnico avaiano voltou para o segundo tempo com a mesma equipe. Porém, aos 16 da segunda etapa, colocou Anderson Lopes no lugar de Marquinhos, quando estava 0 a 0. Aos 22, foi a vez de Roberto substituir Rômulo, e um pouco depois, aos 31, Tinga saiu para a entrada de André Lima.
Por oportuno, nenhuma das três substituições surtiram efeito, e para piorar, quando resolveu habitar o campo com quatro atacantes, Anderson Lopes, Léo Gamalho, Roberto e André Lima, Kleina apostou todas as fichas e perdeu: levou o segundo gol!
OUTRA VEZ A ZAGA
Já escrevi aqui por várias vezes que a minha dupla de zaga titular seria Antônio Carlos e Emerson, exatamente a mesma que jogou ontem. Creio que preciso rever conceitos...
Emerson e Jeci não podem jogar juntos, são lentos demais. A questão é escolher um deles e um outro "jovem", deixando Antônio Carlos descansar um pouco...
Temos Philipe Maia, da base e com todo o gás, e até Jubal, que se não fosse aquele último lance contra o Sport, teria feito uma grande partida, mas em função da falha, nunca mais apareceu...
Emerson não poderá enfrentar o Atlético-MG na quarta-feira, por questões contratuais. Creio que seja a oportunidade de refazer a zaga...
PIOROU DEMAIS
O Avaí começou a 23ª rodada na 17ª colocação e após a conclusão da rodada, foi ultrapassado pelo próprio Coritiba, era confronto direto, e caiu uma posição na famigerada zona da degola.
O Avaí começou a 23ª rodada na 17ª colocação e após a conclusão da rodada, foi ultrapassado pelo próprio Coritiba, era confronto direto, e caiu uma posição na famigerada zona da degola.
Ao vencer, o Coritiba ultrapassou o Avaí e o Goiás e deixou a zona do rebaixamento. Uma vitória simples, daquelas com golzinho chorado, que a bola nem toca na rede, só ultrapassa a linha do gol, era tudo que o Avaí precisava para dormir o domingo na 15ª colocação...
Será que a comissão técnica não sabia disso? Será que ninguém do departamento de futebol comentou sobre isso com os jogadores? Será que os jogadores não queriam deixar a zona da degola?
FUTURO SOMBRIO
se Avaí não foi capaz de fazer o dever de casa contra uma equipe da disputa direta, o Coxa, fico imaginando o que irá fazer em Belo Horizonte na próxima quarta-feira, quando enfrenta o oxigenado Atlético Mineiro, segundo colocado, e que não quer desviar o foco do líder Corinthians...
A rodada ainda apresenta outro jogos que interessam ao Avaí: Ponte Preta x Vasco da Gama, em Campinas, no mesmo horário de BH; Joinville x Chapecoense, na Manchester Catarinense; Figueirense x Atlético-PR, no Estreito; Coritiba x Fluminense, em Curitiba; e na quinta, Goiás x Sport, em Goiânia.
Se não quiser perder posição para o Joinville, que deve vencer a Chapecoense, o Leão precisa pontuar em Minas Gerais...
PÚBLICO MUITO FRACO
PÚBLICO MUITO FRACO
Depois de vir daquela derrota para o Flamengo, em Natal, era natural que a torcida avaiana não fosse ao estádio como se imaginava. Para piorar, o frio e a chuva intensa durante quase todo o domingo trataram de afugentar ainda mais a torcida avaiana do estádio...
Dessa forma, contrariando o caráter decisivo da partida, apenas 4.813 torcedores estiveram presentes na nossa bela Ressacada...
TORCIDA DE RESPEITO
Há coisas no mundo do futebol que são difíceis de explicar, como essa galera da foto, que em todos os jogos do Avaí roda mais de uma hora e quinze minutos para vencer os mais de 100 km entre Garopaba e a Ressacada...
Após a partida de ontem, ficamos batendo um bom papo no reduto mais avaiano do entorno da Ressacada, a Toca do Leão. A grande maioria é associado do clube e a faixa, anunciando a Leões do Litoral, foi inaugurada contra o Internacional, acabou "testemunhando" sua primeira derrota...
Valeu galera da bela Garopaba!
Bom Feriado!
Saudações AvAiAnAs!
Marcadores:
Análise,
BDA,
Classificação,
Gilson Kleina,
Público,
Rodada,
time escalado,
Torcida,
Zagueiros






