Dúvida na transmissão do Catarinense 2013
No mês passado, mais precisamente no dia 13 de novembro, fiz uma postagem intitulada "FCF, Chevrolet, Clube e TV: patrocínios", onde comentei sobre o "din-din" que a Federação Catarinense de Futebol vai morder da montadora de automóveis, e até sobre o "up" ocorrido no Campeonato Goiano, com a entrada da Chevrolet por lá este ano.Na mesma postagem, lembrei aos clubes Catarinenses de que a disparidade entre o que é pago pela emissora gaúcha no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, é enorme.
Um pouco depois, em 20 de novembro, questionei: "E a transmissão da TV?" Pelo visto, o martelo deve ser batido no dia de hoje. Porém, sem que haja uma solução razoável para os clubes e para as emissoras. Segundo uma postagem do jornalista esportivo Rodrigo Santos, em seu blog no dia de hoje, "Catarinense 2013 sem televisionamento aberto definido", o mar não está pra peixe...
Acostumados a pagar uma merreca pelo Catarinense, os gaúchos da RBS não aceitaram os R$ 6 milhões pretendidos pelos clubes. Mas o que são R$ 6 milhões para quem volta e meia morde o governo, como foi o caso dos R$ 800 mil no show de Paul McCartiney?
Por sua vez, a RIC Record, que terminou o ano assanhada pelo assunto, parece que também queria fazer um contrato franciscanos com os clubes.
Volto ao que já escrevi em outras oportunidades: os clubes de Santa Catarina precisam saber de seu real valor. Por aqui, temos hoje uma equipe na Série A e quatro na Série B. E o Rio Grande do Sul?
Pelo visto, vamos depender das transmissões do Pay-Per-View...





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