Bom dia, Azurras!
Sem lamentações
Quando parei num barzinho no meu bairro para assistir ao clássico, lamentei pelo fato de não ter ido ao estádio, ainda que fosse na casa do adversário. Porém, foi o jogo começar e mudei meu sentimento: o bar acabou sendo o melhor lugar para estar.
Foi uma partida muito ruim de se assistir. Dois times fracos. Pior para o Avaí, que perdeu o jogo, as chances de continuar brigando pelo turno, e a maior das perdas, uma invencibilidade de seis anos jogada pelo relo, sem nada daquela conhecida garra avaiana.
Jogo ruim, com um Leão que insiste em não acertar. Pior no primeiro tempo, o Avaí só conseguiu maior volume de jogo depois que levou o gol. Com tempo de sobra para descontar a diferença no placar, o time comandado por Sérgio Soares não teve competência para marcar o que poderia ser o gol de empate.
É bom acordarem. O Campeonato Catarinense é muito curto e com duas derrotas em seis jogos, vai ficar difícil classificar.
Sem surpresas
Conforme havíamos divulgado durante a semana, o técnico avaiano não fugiu daquela escalação que vinha utilizando no decorrer dos jogos. Entrou com Pablo no lugar de Alex Lima em função da contusão do segundo. E no ataque, a estreia de Adriano Chuva não mudou o panorama do nosso ataque, pelo contrário, até acho que Danilo é mais brigador.
No meio de campo, havia a expectativa da estreia de Eduardo Costa, já que aquela "amostra" contra o Joinville prefiro não considerar. Não aconteceu. Fica a pergunta: quando o volante, que chegou com status de grande contratação, vai jogar?
Sozinho
Não considero que Marquinhos tenha feito uma grande partida, mas está difícil para ele jogar no Avaí com esse meio de campo. Rodrigo Thiesen com seu futebol previsível, pouca auxilia no comando de jogo e se perde em falta tolas. Marrone, a esperança, parece ter sentido a tradição da partida. E Dinélson, mais uma vez fez, lembrou o jogador de outros anos, se omitindo na maior parte do tempo em que esteve em campo.
Ainda assim, M10 foi o responsável pelas jogadas mais agudas do Leão, mas o time insiste em não querer ajudar. Que o diga Felipe Alves...
Sinal de alerta ligado
É certo que o Catarinense é um campeonato curto e que ainda teremos um turno inteiro pela frente. Porém, se formos analisar nossos resultados até aqui, só ganhamos de quem não nos faz frente, como Hermann Aichinger e Juventus.
Tivemos um empate com nosso representante na elite do futebol brasileiro, o Tigre, na melhor partida do Avaí nessa competição, e mais nada. Com nosso parceiros da Série B, duas derrotas, Chapecoense e "doladelá", e um empate com o Joinville.
É o mesmo estilo do que aconteceu na Série B do ano passado, e por isso ficamos numa posição intermediária. Mas em Santa Catarina, essa posição não nos interessa...
Coincidência
Não estou fazendo terra arrasada, pelo contrário. Disse que o Avaí era favorito para o clássico e vejo o Leão melhor que o "doladelá", apesar da derrota. Mas é preciso correr e querer vencer.
Se serve de consolo, no ano passado no primeiro turno, também perdemos pelo mesmo placar, inclusive jogando mais bola que o time deles...
Vamos recuperar!
Bom domingo!
Saudações AvAiAnAs!
Quando parei num barzinho no meu bairro para assistir ao clássico, lamentei pelo fato de não ter ido ao estádio, ainda que fosse na casa do adversário. Porém, foi o jogo começar e mudei meu sentimento: o bar acabou sendo o melhor lugar para estar.Foi uma partida muito ruim de se assistir. Dois times fracos. Pior para o Avaí, que perdeu o jogo, as chances de continuar brigando pelo turno, e a maior das perdas, uma invencibilidade de seis anos jogada pelo relo, sem nada daquela conhecida garra avaiana.
Jogo ruim, com um Leão que insiste em não acertar. Pior no primeiro tempo, o Avaí só conseguiu maior volume de jogo depois que levou o gol. Com tempo de sobra para descontar a diferença no placar, o time comandado por Sérgio Soares não teve competência para marcar o que poderia ser o gol de empate.
É bom acordarem. O Campeonato Catarinense é muito curto e com duas derrotas em seis jogos, vai ficar difícil classificar.
Sem surpresas
Conforme havíamos divulgado durante a semana, o técnico avaiano não fugiu daquela escalação que vinha utilizando no decorrer dos jogos. Entrou com Pablo no lugar de Alex Lima em função da contusão do segundo. E no ataque, a estreia de Adriano Chuva não mudou o panorama do nosso ataque, pelo contrário, até acho que Danilo é mais brigador.
No meio de campo, havia a expectativa da estreia de Eduardo Costa, já que aquela "amostra" contra o Joinville prefiro não considerar. Não aconteceu. Fica a pergunta: quando o volante, que chegou com status de grande contratação, vai jogar?
Sozinho
Não considero que Marquinhos tenha feito uma grande partida, mas está difícil para ele jogar no Avaí com esse meio de campo. Rodrigo Thiesen com seu futebol previsível, pouca auxilia no comando de jogo e se perde em falta tolas. Marrone, a esperança, parece ter sentido a tradição da partida. E Dinélson, mais uma vez fez, lembrou o jogador de outros anos, se omitindo na maior parte do tempo em que esteve em campo.
Ainda assim, M10 foi o responsável pelas jogadas mais agudas do Leão, mas o time insiste em não querer ajudar. Que o diga Felipe Alves...
Sinal de alerta ligado
É certo que o Catarinense é um campeonato curto e que ainda teremos um turno inteiro pela frente. Porém, se formos analisar nossos resultados até aqui, só ganhamos de quem não nos faz frente, como Hermann Aichinger e Juventus.
Tivemos um empate com nosso representante na elite do futebol brasileiro, o Tigre, na melhor partida do Avaí nessa competição, e mais nada. Com nosso parceiros da Série B, duas derrotas, Chapecoense e "doladelá", e um empate com o Joinville.
É o mesmo estilo do que aconteceu na Série B do ano passado, e por isso ficamos numa posição intermediária. Mas em Santa Catarina, essa posição não nos interessa...
Coincidência
Não estou fazendo terra arrasada, pelo contrário. Disse que o Avaí era favorito para o clássico e vejo o Leão melhor que o "doladelá", apesar da derrota. Mas é preciso correr e querer vencer.
Se serve de consolo, no ano passado no primeiro turno, também perdemos pelo mesmo placar, inclusive jogando mais bola que o time deles...
Vamos recuperar!
Bom domingo!
Saudações AvAiAnAs!





ANDRE, JA ESTAVA ESCRITO QUE A VITORIA SERIA DO TIME DAS BARBIS. QUINTA QUANDO ABRI O JORNAL E VI O NOSSO PRESIDENTE, JUNTO COMO O DO TIME DA BARBIS, LOGO FALEI AOS AVAIANOS EM RODA DE BARBEARIA.VAI DAR BIGUEYRA.COMO O TIME DAS BARBIS TINHA QUE FAZER ALGUMA COISA,PARA CRIAR UM FATO NOVO PERENTE A SUA TORCIDA. NADA MELHOR QUE NOGOCIAR UMA VITORIA DO TIME DELE COM O NOSSO PRESIDENTE.
DENTRO DE CAMPO NOS TORCEDORES SABEMO O QUE ACONTECE E FORA DELE? ALGUEM SABE MAIS.
ENTÃO NAO FIQUEI CHATEADO E MUITOS MENOS PUTO COM ESTA DERROTA PROGRAMADA.
ABRAÇOS
ISSO É O COMERCIO DO FUTEBOL.
O nosso time é muito lento e em algumas oportunidades quis jogar no contra ataque, sem ter ninguém pra puxar.
O Marquinhos continua andando em campo, acho que o Dinelson produziu mais do que ele no primeiro tempo.
Continuamos padecendo daquele mal antigo, que é não ter atacantes. Goleiro, armador e atacante não se contrata pelo preço mas, pelo futebol que têm.
Achei excelente a troca do Rodriguinho pelo Julinho, porque aquele lado do campo tinha que ser ocupado com jogadas mais agudas. O problema é que o Julinho entrou em campo e não jogou.
Se o Marquinhos não quiser jogar, se não tivermos laterais de melhor qualidade, se não tivermos atacantes de verdade, não chegaremos a lugar algum, no catarinense, Série B ou Copa do Brasil.
O técnico do Corínthians, ontem, estava perdendo o jogo, colocou atacantes, empurrou o Palmeiras pra trás e empatou o jogo. O nosso técnico mesmo perdendo o jogo não arriscou nada, preferiu garantir a derrota.
Deve-se, também, concordar, que ele olha pro banco e não vê muita solução, ao contrário do treinador do Corínthians, mas tem que arriscar, tem que tentar vencer.
Acho que Rodriguinho, Julinho, Adriano Chuva, Rodrigo Thiesen, Felipe Alves, Danilo e etc., não têm condições de jogar no mais vezes campeão.
Acho que o Célio Amorim já está merecendo uma estátua lá no Chiqueirão.
Será que o café com brócolis tem aumento automático, lastreado no auxílio moradia dos nossos deputados e assemelhados?
Parece que há nova motivação no ar.
Bighal.
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