Bom dia, Azurras!
Clareou
O jogo de ontem começou morno, com o time de Chapecó mandando nas ações e tendo mais posse de bola. O Avaí bem que tentou, mas a falta de qualidade e de entrosamento mostrou que o problema não estava somente na presença de Sérgio Soares no banco.
O interino Emerson Nunes até que começou com uma equipe bem distribuída em campo, e sem improvisações, colocando Gustavo em campo, no primeiro jogo do lateral direito neste Catarinense.
Em termos de técnica, pode-se afirmar com clareza solar que a partida ficou devendo, e muito, ainda que tivéssemos em campo a equipe líder da competição e com vaga assegurada nas semifinais. Taticamente, as duas equipes se analisaram muito e tentaram pouco. Nem Avaí, nem Chapecoense, fizeram por merecer abrir o placar.
Num jogo ruim, a primeira chance de gol surgiu aos 34 minutos de jogo, quando Marquinhos pegou um rebote de fora da área e chutou forte, com a bola parando na zaga da Chapecoense. No minuto seguinte, o gol avaiano. Eduardo Costa tocou para Marquinhos, que de letra, achou Reis dentro da grande área. O atacante chamou o zagueiro adversário para dançar e beijou a rede da Chapecoense. Avaí 1 a 0.
Depois do gol, o Leão foi melhor na partida e até poderia ter ampliado o placar, mas o primeiro tempo terminou com a diferença mínima.
Na segunda etapa, a partida começou mais acelerada, e Athos boa chance para igualar o placar aos 2 minutos, mas chutou errado. No minuto seguinte, o auxiliar de arbitragem Eder Alexandre, que corre junto ao setor D parou Jefferson Maranhão quando o meia atacante se preparava para invadir a área do Verdão, numa marcação equivocada.
O jogo foi mais pegado, com as duas equipes se alternando nos ataques, com a construção de boas jogadas. Nessa altura do jogo, qualquer um que marcasse o gol seria normal. E quem marcou, outra vez, foi o Avaí. Aos 16 minutos, Marquinhos começou a jogada, tocou bola no ataque com Roberson e recebeu dentro da área, servindo Ricardinho, que penetrou na área e estufou a rede da Chapecoense. Avaí 2 a 0.
A partir do segundo gol, pode-se afirmar que o Avaí mandou na partida, criando mais chances e não dando chance da Chapecoense chegar ao gol de Diego. O Leão sempre esteve mais próximo de ampliar o placar do que o Verdão em descontar a diferença no placar.
Aos 35 minutos de jogo, um castigo para o melhor jogador em campo. Marquinhos tabelou com Julinho e recebeu livre dentro da grande área, mas chutou em cima do goleiro. No rebote, Rodrigo D'Alonso Ferreira não marcou um pênalti do zagueiro da Chapecoense em Roberson.
Um pouco mais tarde, aos 41 minutos, Marquinhos, em cobrança de escanteio, quase faz um gol olímpico.
Não há dúvidas de que o placar de 2 a 0 fez justiça ao que apresentaram as duas equipes. O horizonte avaiano está muito mais claro. Que venha o Tigre!
Telegráficas:
* O técnico interino Emerson Nunes começou o jogo com o seguinte time: Diego; Gustavo, Pablo, Alef e Paulinho; Alê, Eduardo Costa, Jefferson Maranhão e Marquinhos; Roberson e Reis. Mudou apenas a vontade da equipe. Basicamente o mesmo time de Sérgio Soares.
* A primeira substituição de Emerson Nunes ocorreu aos 10 minutos do segundo tempo, colocando Ricardinho no lugar de Gustavo. Para quem fez sua primeira partida pelo Leão, Gustavo foi bem, mas sem mostrar nada de excepcional. Pode melhorar.
* A segunda substituição do técnico interino foi um pouco mais tarde. Tirou Jefferson Maranhão para colocar Julinho. Pouca coisa aconteceu, com o ritmo do jogo sendo mantido e o Leão sendo superior ao Verdão.
* A terceira e última alteração de Emerson Nunes foi aos 36 minutos da segunda etapa. Colocou Nádson no lugar do esforçado Roberson, que não chegou a fazer uma boa partida, ainda que tenha dado muito combate na defesa adversária.
* Tenho criticado seguidamente o meia atacante Jefferson Maranhão. Porém, na partida de ontem, ainda que não tenha gostado de sua atuação, não posso dizer que ele se omitiu da partida. Pelo contrário. Tentou, chutou, mas... Daqui a pouco acerta!
* Sem sombra de dúvidas, o galego ontem deu uma aula de como se joga futebol. Marquinhos esteve perfeito, com passes precisos, comandando todas as jogadas do Leão. Participação decisiva nos dois gols, servindo seus companheiros. Quarta-feira ele completa 200 jogos pelo Avaí.
* A zaga avaiana, ontem com Pablo e Alef, teve seu trabalho facilitado pela pouca ofensividade do ataque da Chapecoense. A ausência de Rodrigo Gral facilitou tudo. Mesmo assim, os dois zagueiros ainda precisam ficar um pouco mais ligados.
* As coisas começam a acontecer no Sul da Ilha. No meu entendimento, foi a melhor partida de Alê e Eduardo Costa. O primeiro, mais atento na marcação e o segundo, saindo para o jogo. Levaram vantagem contra os adversários na maior parte do jogo.
* Recebi alguns questionamentos sobre a contratação de Ricardinho como técnico do Avaí. Creio que é uma preocupação desnecessária. É do ramo, mostrou conhecimento ao trazer o Paraná Clube outra vez para a primeira divisão paranaense.
* Ainda que venham a duvidar sobre sua atuação na Série B do ano passado, vale lembrar que o Paraná, assim como o Avaí, pecou pelo acesso conquistado. Foi para o Brasileiro sem os devidos reforços após ter conseguido voltar à elite no Estado vizinho.
* Quando me questionaram sobre o baixo aproveitamento de Ricardinho no comando do Ceará, apenas lembrei que lá a bagunça é muito maior do que por aqui. Se fizeram um carnaval com os salários atrasados no Sul da Ilha ano passado, no Vozão a coisa foi ainda pior...
* Técnico de renome? Ricardinho é pouco conhecido como técnico, diferente de Vadão, do Criciúma. Mas o técnico do Tigre começou perdendo, em casa, para o Atlético de Ibirama. Alguns podem até duvidar da competência, mas seria interessante avaliar o elenco.
* Assim acontecerá com Ricardinho. Independente do prestígio nacional que criou como jogador, certamente vai precisar de reforços, como vem sendo colocado pela imensa maioria dos blogs e da mídia. O Leão precisa de algumas contratações pontuais, o que não é novidade.
* Ainda sobre técnicos de renome, gostaria de ter visto a cara de alguns especialistas após a vitória do Bugre sobre o Metrô, um contundente 3 a 1. O técnico Joceli dos Santos havia avisado que o Catarinense começaria no sábado para o Guarani. E começou!
* O amigo Spyros Apóstolo Diamantaras corrige o blog. Rodrigo D'Alonso Ferreira estava escalado para o jogo Guarani x Avaí, que não aconteceu. Quem apitou o 3 a 3 foi Ronan Marques da Rosa. Mas, como disse Spyros, o que escrevi para um, serve também para o outro.
Saudações AvAiAnAs!
O jogo de ontem começou morno, com o time de Chapecó mandando nas ações e tendo mais posse de bola. O Avaí bem que tentou, mas a falta de qualidade e de entrosamento mostrou que o problema não estava somente na presença de Sérgio Soares no banco.O interino Emerson Nunes até que começou com uma equipe bem distribuída em campo, e sem improvisações, colocando Gustavo em campo, no primeiro jogo do lateral direito neste Catarinense.
Em termos de técnica, pode-se afirmar com clareza solar que a partida ficou devendo, e muito, ainda que tivéssemos em campo a equipe líder da competição e com vaga assegurada nas semifinais. Taticamente, as duas equipes se analisaram muito e tentaram pouco. Nem Avaí, nem Chapecoense, fizeram por merecer abrir o placar.
Num jogo ruim, a primeira chance de gol surgiu aos 34 minutos de jogo, quando Marquinhos pegou um rebote de fora da área e chutou forte, com a bola parando na zaga da Chapecoense. No minuto seguinte, o gol avaiano. Eduardo Costa tocou para Marquinhos, que de letra, achou Reis dentro da grande área. O atacante chamou o zagueiro adversário para dançar e beijou a rede da Chapecoense. Avaí 1 a 0.
Depois do gol, o Leão foi melhor na partida e até poderia ter ampliado o placar, mas o primeiro tempo terminou com a diferença mínima.
Na segunda etapa, a partida começou mais acelerada, e Athos boa chance para igualar o placar aos 2 minutos, mas chutou errado. No minuto seguinte, o auxiliar de arbitragem Eder Alexandre, que corre junto ao setor D parou Jefferson Maranhão quando o meia atacante se preparava para invadir a área do Verdão, numa marcação equivocada.
O jogo foi mais pegado, com as duas equipes se alternando nos ataques, com a construção de boas jogadas. Nessa altura do jogo, qualquer um que marcasse o gol seria normal. E quem marcou, outra vez, foi o Avaí. Aos 16 minutos, Marquinhos começou a jogada, tocou bola no ataque com Roberson e recebeu dentro da área, servindo Ricardinho, que penetrou na área e estufou a rede da Chapecoense. Avaí 2 a 0.
A partir do segundo gol, pode-se afirmar que o Avaí mandou na partida, criando mais chances e não dando chance da Chapecoense chegar ao gol de Diego. O Leão sempre esteve mais próximo de ampliar o placar do que o Verdão em descontar a diferença no placar.
Aos 35 minutos de jogo, um castigo para o melhor jogador em campo. Marquinhos tabelou com Julinho e recebeu livre dentro da grande área, mas chutou em cima do goleiro. No rebote, Rodrigo D'Alonso Ferreira não marcou um pênalti do zagueiro da Chapecoense em Roberson.
Um pouco mais tarde, aos 41 minutos, Marquinhos, em cobrança de escanteio, quase faz um gol olímpico.
Não há dúvidas de que o placar de 2 a 0 fez justiça ao que apresentaram as duas equipes. O horizonte avaiano está muito mais claro. Que venha o Tigre!
Telegráficas:
* O técnico interino Emerson Nunes começou o jogo com o seguinte time: Diego; Gustavo, Pablo, Alef e Paulinho; Alê, Eduardo Costa, Jefferson Maranhão e Marquinhos; Roberson e Reis. Mudou apenas a vontade da equipe. Basicamente o mesmo time de Sérgio Soares.
* A primeira substituição de Emerson Nunes ocorreu aos 10 minutos do segundo tempo, colocando Ricardinho no lugar de Gustavo. Para quem fez sua primeira partida pelo Leão, Gustavo foi bem, mas sem mostrar nada de excepcional. Pode melhorar.
* A segunda substituição do técnico interino foi um pouco mais tarde. Tirou Jefferson Maranhão para colocar Julinho. Pouca coisa aconteceu, com o ritmo do jogo sendo mantido e o Leão sendo superior ao Verdão.
* A terceira e última alteração de Emerson Nunes foi aos 36 minutos da segunda etapa. Colocou Nádson no lugar do esforçado Roberson, que não chegou a fazer uma boa partida, ainda que tenha dado muito combate na defesa adversária.
* Tenho criticado seguidamente o meia atacante Jefferson Maranhão. Porém, na partida de ontem, ainda que não tenha gostado de sua atuação, não posso dizer que ele se omitiu da partida. Pelo contrário. Tentou, chutou, mas... Daqui a pouco acerta!
* Sem sombra de dúvidas, o galego ontem deu uma aula de como se joga futebol. Marquinhos esteve perfeito, com passes precisos, comandando todas as jogadas do Leão. Participação decisiva nos dois gols, servindo seus companheiros. Quarta-feira ele completa 200 jogos pelo Avaí.
* A zaga avaiana, ontem com Pablo e Alef, teve seu trabalho facilitado pela pouca ofensividade do ataque da Chapecoense. A ausência de Rodrigo Gral facilitou tudo. Mesmo assim, os dois zagueiros ainda precisam ficar um pouco mais ligados.
* As coisas começam a acontecer no Sul da Ilha. No meu entendimento, foi a melhor partida de Alê e Eduardo Costa. O primeiro, mais atento na marcação e o segundo, saindo para o jogo. Levaram vantagem contra os adversários na maior parte do jogo.
* Recebi alguns questionamentos sobre a contratação de Ricardinho como técnico do Avaí. Creio que é uma preocupação desnecessária. É do ramo, mostrou conhecimento ao trazer o Paraná Clube outra vez para a primeira divisão paranaense.
* Ainda que venham a duvidar sobre sua atuação na Série B do ano passado, vale lembrar que o Paraná, assim como o Avaí, pecou pelo acesso conquistado. Foi para o Brasileiro sem os devidos reforços após ter conseguido voltar à elite no Estado vizinho.
* Quando me questionaram sobre o baixo aproveitamento de Ricardinho no comando do Ceará, apenas lembrei que lá a bagunça é muito maior do que por aqui. Se fizeram um carnaval com os salários atrasados no Sul da Ilha ano passado, no Vozão a coisa foi ainda pior...
* Técnico de renome? Ricardinho é pouco conhecido como técnico, diferente de Vadão, do Criciúma. Mas o técnico do Tigre começou perdendo, em casa, para o Atlético de Ibirama. Alguns podem até duvidar da competência, mas seria interessante avaliar o elenco.
* Assim acontecerá com Ricardinho. Independente do prestígio nacional que criou como jogador, certamente vai precisar de reforços, como vem sendo colocado pela imensa maioria dos blogs e da mídia. O Leão precisa de algumas contratações pontuais, o que não é novidade.
* Ainda sobre técnicos de renome, gostaria de ter visto a cara de alguns especialistas após a vitória do Bugre sobre o Metrô, um contundente 3 a 1. O técnico Joceli dos Santos havia avisado que o Catarinense começaria no sábado para o Guarani. E começou!
* O amigo Spyros Apóstolo Diamantaras corrige o blog. Rodrigo D'Alonso Ferreira estava escalado para o jogo Guarani x Avaí, que não aconteceu. Quem apitou o 3 a 3 foi Ronan Marques da Rosa. Mas, como disse Spyros, o que escrevi para um, serve também para o outro.
Saudações AvAiAnAs!





Não quero questionar a contratação do Ricardinho, pois, como já falei, não tem como saber se vai dar certo ou não. Agora, colocar como conquista a subida do Paraná da 2a pra 1a do Paranaense... Isto eles fariam sem treinador, só com um jogador colocando o time em campo.
Ontem num geral gostei do Avaí, teve mais raça em campo, mais determinação, apareceu o toque de bola e várias tabelas, só acho ainda que o Avaí pode explorar mais as laterais.
Quero aqui salientar a educação do Sr. Delfim, ontem ao sair da Ressacada, vários torcedores do Avaí que estavam próximos a sua saída, fizeram um pequeno protesto ao mandatário, e ele com sua total delicadeza, fez questão de baixar o vidro de seu carro, e colocando a mão pra fora fez vários gestos obscenos a torcida Avaiana. Parabéns por sua diplomacia, é por estas e outras atitudes do Sr. que o campeonato Catarinense é tão contestado.
Parabéns aos 3.459 AVAIANOS que se fizeram presentes ontem na Resscada, esperamos que na 4ª feira pelo menos dobre este número, para ajudarmos o Leão na competição.
André, o AVAI melhorou um pouco a marcação, tema que reclamamos a exaustão. Nossa marcação era frouxa e perdida. Ontem nao foi nada brilhante, mas ao menos o setor defensivo não parecia um bando de baratas tontas em campo. A se ressaltar que o time do oeste nao impôs maior pressão.
A frente da zaga tb combateu mais, principalmente Ale e o Costa conseguiu, mesmo cansado, ficar o tempo todo.
Falta, NITIDAMENTE, qualidade nas laterais e VELOCIDADE na saída de bola que é paquidérmica.
Ah...temos atacantes...amém.
Mas falta mesmo, MESMO, um parceiro pro Galego, alguem que o ajude! É preciso um meia de qualidade e rápido ao lado de M10!!
Ah...Se gostar de ver o galego dar show é ser chamado de "marquinete", PODE ME POR NA LISTA!
Silvio;
A DUPLA SERTANEJA, MIGUEL E VASEL, TÃO LOGO ANUNCIOU-SE A ENTRADA DE JULINHO NO JOGO DE ONTEM, POSTOU-SE CONTRÁRIA À ALTERAÇÃO, TENDO DE SE RETRATAR AO FINAL.
MUITOS AVAIANOS TAMBÉM TÊM UMA CERTA PREVENÇÃO CONTRA ESSE JOGADOR. JULINHO ONTEM QUEIMOU AS LÍNGUAS FERINAS DOS DOIS ALUGUETES, EM POUCO TEMPO DE JOGO FEZ ALGUMAS JOGADAS DE CRAQUE.
ACHO QUE TAMBÉM NOSSA TORCIDA PRECISA ENCARAR DE MANEIRA MAIS POSITIVA O JOGADOR JULINHO, PATRIMÔNIO DO CLUBE, QUE SÓ PRECISA DE CONTINUIDADE JOGANDO NA FRENTE, SEM NECESSIDADE DE MARCAR, O QUE PARECE FOI ENTENDIDO PELO HEMERSON.
DIFÍCIL DE AGUENTAR É A POUCA MOBILIDADE DO EDUARDO COSTA. - Roberto Costa
Olá André.
Visse a nota do Cacau sobre as barbies hoje? Jantarzinho suspeito esse hein, às escondidas. Será que vão repercurtir o bololô ou a rede que troca notícias vai se fingir de cega, surda e muda?
ANDRÉ, acho que isso é coisa pra repercutir muito. O Avaí está em vias de cometer mais uma das suas inesperadas mancadas. Tínhamos como segundo goleiro o Alecks, que nunca trouxe confiança à torcida e nunca firmou-se como titular. Liberado o Alecks para jogar em outro clube, estão confiando nos dois mais verdes que o próprio Alecks para seguir no Estadual. Vão querer o quê? Vão querer chegar no quadrangular e lá, se o Diego se contundir, ou for suspenso, em jogos decisivos botar tudo a perder por inexperiência e tremedeira de goleiro? E mais, isso acontecendo, será a queima total do jovem atleta. Que seja o velho Zé Carlos.
ACORDA, RONDINELLI. - Roberto Costa
MAURICIO AVAIANO DISSE:
SOBRE A NOTA A RESPEITO DA EDUCAÇÃO DO DEUFIM: ALGUÉM ESPERAVA COISA MELHOR?
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