segunda-feira, 1 de abril de 2013

Pitaco do Rosalbo

Bom dia,

Como um bom avaiano morando em Joinville há 5 anos, fui acompanhar o Leão infiltrado nas fileiras adversárias e posso comentar um pouco melhor sobre o jogo. Vamos lá:

1. Avaí e Joinville faziam um jogo equilibrado, sem grandes emoções, até a entrada do primo do Kaká (que deve ter um ótimo empresário), que acabou com o time do Avaí. Repito: Igor ou Ygor acabou com o Avaí. Culpo o Ricardinho, técnico, por fazer experiencia na hora errada. 

2. Cartão amarelo do Alê. No primeiro gol do Joinville, segundos antes, Alê sofreu uma falta escandalosa no meio campo, e o árbitro deu a lei da vantagem, porém, a vantagem não aconteceu pois a bola sobrou para o zagueiro do JEC, que ligou direto com o lateral, que tocou para Kim sacramentar o 1x0.

Merece um adendo, que Alê não perdeu uma jogada. Mas depois do lance da falta que citei, o árbitro ficou em sua cola, e só o expulsou porque ele havia reclamado demais.

3. O Kim errou o chute, por isso fez o gol.

4. Depois o Ricardinho, técnico, buscou um segundo gol do JEC, tirando o Ricardinho, que serve apenas para comercial de shampoo, colocando Rodriguinho, em uma tentativa de corrigir a merda que fez tirando Roberson.

5. Como a bola não chegava, Reis saiu muito da área... O Avaí deixou de empurrar algumas bolas para dentro por causa disso.

6. Pá de cal no Avaí, entrada de Julinho.

7. Caso a parte o Marrone. Entrou em campo achando que era craque e foi "empurrando" o Nádson para a ponta, assumindo a função de meia. Ai não dá. Acorda Ricardinho, o técnico.

Abraços.

Rosalbo Júnior

9 Comentários:

Paulo disse...

Concordo plenamante com a visão do nosso amigo Rosalbo...

1. Avaí e Joinville faziam um jogo equilibrado, sem grandes emoções, até a entrada do primo do Kaká (que deve ter um ótimo empresário), que acabou com o time do Avaí. Repito: Igor ou Ygor acabou com o Avaí. Culpo o Ricardinho, técnico, por fazer experiencia na hora errada.

André Tarnowsky Filho disse...

Paulo D,

Até porque, quem colocou o guri nessa fria foi o próprio técnico do Avaí...

guilherme disse...

O Ale vai fazer muita falta no classico, parece que escolheram o jogador a dedo...

André Tarnowsky Filho disse...

Guilherme,

Não duvido. Para teres uma ideia, ele vinha fazendo parte das últimas seleções da rodada. Ele custou para entrar em forma, mas agora vinha bem...

Fernando disse...

Não vejo nada de especial no Ale. Digamos que ele seria o menos ruim desse time, o que não quer dizer muito já que até o momento não vimos nenhum jogo onde o Avaí tenha jogado como gostaríamos. Há uma limitação muito grande no elenco. O Roberson por exemplo teve momentos que buscou a bola no campo do Avaí. Ele não é armador! Saindo da área para buscar jogo e o reis lá na banheira tentando segurar os zagueiros. Fraco também foi para o capitão da equipe, que não pegou o Nadson pelo pescoço e falou umas boas para ele jogar bola no segundo tempo, parecia que estava querendo uma roleta do vendedor na arquibancada! Pq fincou os pés naquela ponta esquerda e lá enraizou até sair.

Alguém sabe quantos chutes a gol demos ontem?

Anônimo disse...

FERNANDO, Se o Roberson vinha buscar jogo, é porque o Ricardinho queria assim, o treinador botou ele para armar. Se o treinador mandasse ele jogar ao lado do Reis, na área, como devia ter feito, ele jogaria. Com Hemerson Nunes o Roberson foi atacante, ajudou a prender zagueiros em seu campo, fez gols importantes.
Ricardinho, já no jogo em casa contra o Guarani fez um a zero e recuou, foi fazer o segundo num contra ataque a um minuto do final, e com muita sorte. Ele jamais meteria oito num adversário, como fez o Criciúma, no primeiro gol já puxaria o freio.
O Avaí vem gastando grana a esmo, e quem gasta mal gasta duas vezes, às vezes três. É o que está acontecendo.- Roberto osta

Paulo disse...

André, o treinador falou que o time se perdeu apos o primeiro gol....claro, tira um atacante o coloca o Igor, que entrou perdido no jogo, chegou na semana passada e ja foi para o jogo ...então dançamos um baile na cidade do balé !!!

Anônimo disse...

ROSALBO, estou de volta, o lance de não ter dado a falta clara em cima do Alê poderia ter sido um expediente que os árbitros usam muito quando querem influir no jogo de forma menos impactante, como arranjar um pênalti, anular um gol legítimo, etc.
É assim, quando a falta é clara, o time que devia ser favorecido descontrai-se momentaneamente esperando o apito do árbitro, que não sai, é então tomado de surpresa pelo seguimento do lance e sofre o contra ataque, sempre perigoso, muitas vezes mortal.
Depois, é comum a reclamação do prejudicado e sua senhoria então, descrente de Deus, enfia o canivete de novo, na forma de um cartão. Isso é um pouco cruel, e tem ainda a vantagem de enervar o time todo, de mexer, desconcentrar o mental dos prejudicados.
Quando são os atacantes de um time que são muito bons, a manha é inventar faltas de ataque, também é muito eficaz. O zagueiro cai artisticamente e o árbitro apita. Depois a crônica diz que a arbitragem foi tranquila, que não houve lances polêmicos, que o árbitro não influiu no marcador e dá-lhe nota 8, ou 9.
Ah, tem ainda o capítulo dos "lances de interpretação do árbitro", esses ajudam até a crônica a encerrar polêmicas e justificar o injustificável.
Mas fica tranquilo, Rosalbo, acompanho o campeonato catarinense há muitos anos e posso garantir, no nosso futebol essas coisas não acontecem, aqui corre tudo limpinho. - Roberto Costa

George disse...

André, muito boa a análise! Parabéns ao autor.

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