Rondinelli, HM, mágoa e o desencanto
O ano, dentro do campo, acabou para o Avaí Futebol Clube. Fora dele, não há como parar. E uma noticia que mexeu com as redes sociais, bem como com a torcida de uma maneira geral, foi o anúncio feito por Nilton João de Macedo Machado, que comandará o clube nos próximos quatro anos, de que Júlio Rondinelli permanece no clube para 2014 como gerente de futebol. De qualquer forma, há que se salientar que o departamento de futebol vai mudar com a provável saída do cargo do professor Ênio Gomes. Sobre Rondinelli, pensei que não seguiria no Avaí em função dos muitos erros cometidos em contratações que só oneraram a folha do clube. No entanto, como disse o blogueiro Rafael Botelho, do TV Blogueiro, é difícil cobrar de um gerente de futebol que contrate gente boa, sem grana...
Ontem também terminou o ano para o técnico Hemerson Maria no Sul da Ilha. Após um aceno de que seguiria no comando da equipe em 2014, e ao deixar para renovar o contrato após a competição, HM naufragou com o time do Avaí na seis derrotas consecutivas, o que lhe custou caro. Verdade seja dita, como já coloquei aqui, ele não foi o único culpado. Teve sua parcela de culpa, sim, mas seu maior erro foi não ter o controle, o comando sobre todo o elenco de jogadores. A observação do Serjão Prazeres Júnior, do blog Sérgio Nativo, na Bom dia, Azurras! de hoje é pertinente: caiu outra vez por causa dos jogadores.
Na noite de ontem, e até pelo bom horário das 21 horas, cheguei tranquilo no entorno da Ressacada e conseguiu trocar algumas ideias com muita gente, apreciando uma gelada no reduto mais avaiano do Carianos, a Toca do Leão. Nas conversas, havia um misto de decepção, um sentimento de traição e uma profunda mágoa com o que deixaram acontecer. E ao contrário do que muitos dizem ou pensam, a cobrança é maior principalmente para cima dos jogadores. Afinal de contas, com 53 pontos ganhos e com um jogo a menos, era só empatar ou vencer o Dragão goiano e assumir a terceira colocação, mas o time sucumbiu e perdeu a bússola no resto da competição. Cabe aqui, o sarcasmo do presidente da CONFAGE (Confraria Avaiana Gastronômica e Etílica), Sérgio Bayestorff: "7 pontos faltaram para subir. Pena que os times eram muito fortes, Atlético-GO, ASA, América-RN e ABC..."
Sempre disse aqui, inclusive após a eliminação do Avaí, que temos um meio de campo que poucas equipes conseguem ter, com Eduardo Costa, Cléber Santana e Marquinhos. Saliente-se aqui, que EC5 e M10 já estavam no elenco desde o Campeonato Catarinense, e após uma correção de rumo, chegamos à semifinal contra o Criciúma, perdendo a chance da final na partida no Sul do Estado, naquele 1 a 0, com M10 perdendo uma bola infantilmente dentro da grande área. Para o Brasileiro, o incontestável reforço de CS88, o time custou a engrenar, mas fez uma recuperação gigantesca, saindo do Z4 e chegando ao G4 esbanjando energia. O que aconteceu nessa reta final, um dia, quem sabe, teremos a verdade. Porém, pela maneira com que a equipe se comportou nas seis derrotas vexatórias, aquele encanto com os craque foi quebrado.
O Avaí Futebol Clube está acima de qualquer vaidade, ego, jogador ou treinador.
Ontem também terminou o ano para o técnico Hemerson Maria no Sul da Ilha. Após um aceno de que seguiria no comando da equipe em 2014, e ao deixar para renovar o contrato após a competição, HM naufragou com o time do Avaí na seis derrotas consecutivas, o que lhe custou caro. Verdade seja dita, como já coloquei aqui, ele não foi o único culpado. Teve sua parcela de culpa, sim, mas seu maior erro foi não ter o controle, o comando sobre todo o elenco de jogadores. A observação do Serjão Prazeres Júnior, do blog Sérgio Nativo, na Bom dia, Azurras! de hoje é pertinente: caiu outra vez por causa dos jogadores.
Na noite de ontem, e até pelo bom horário das 21 horas, cheguei tranquilo no entorno da Ressacada e conseguiu trocar algumas ideias com muita gente, apreciando uma gelada no reduto mais avaiano do Carianos, a Toca do Leão. Nas conversas, havia um misto de decepção, um sentimento de traição e uma profunda mágoa com o que deixaram acontecer. E ao contrário do que muitos dizem ou pensam, a cobrança é maior principalmente para cima dos jogadores. Afinal de contas, com 53 pontos ganhos e com um jogo a menos, era só empatar ou vencer o Dragão goiano e assumir a terceira colocação, mas o time sucumbiu e perdeu a bússola no resto da competição. Cabe aqui, o sarcasmo do presidente da CONFAGE (Confraria Avaiana Gastronômica e Etílica), Sérgio Bayestorff: "7 pontos faltaram para subir. Pena que os times eram muito fortes, Atlético-GO, ASA, América-RN e ABC..."
Sempre disse aqui, inclusive após a eliminação do Avaí, que temos um meio de campo que poucas equipes conseguem ter, com Eduardo Costa, Cléber Santana e Marquinhos. Saliente-se aqui, que EC5 e M10 já estavam no elenco desde o Campeonato Catarinense, e após uma correção de rumo, chegamos à semifinal contra o Criciúma, perdendo a chance da final na partida no Sul do Estado, naquele 1 a 0, com M10 perdendo uma bola infantilmente dentro da grande área. Para o Brasileiro, o incontestável reforço de CS88, o time custou a engrenar, mas fez uma recuperação gigantesca, saindo do Z4 e chegando ao G4 esbanjando energia. O que aconteceu nessa reta final, um dia, quem sabe, teremos a verdade. Porém, pela maneira com que a equipe se comportou nas seis derrotas vexatórias, aquele encanto com os craque foi quebrado.
O Avaí Futebol Clube está acima de qualquer vaidade, ego, jogador ou treinador.





Aliás, cabe ressaltar que os egos mantêm-se aflorados. Gente perdedora quer porque quer que suas decisões sejam definidas. O umbigo deles é o centro do mundo.
Sobre o Hémerson Maria, líder que não consegue administrar egos de seus comandados não será coisa alguma na vida. As viúvas que me desculpem, mas já foi tarde.
Concordo Aguiar, e, Andre na verdade ontem eram 7pontos hoje são 5. Mas não adianta chorar sobre o leite derramado.
Agora só não me venham com Chi cus lins e Marcios Goia nus
Sergio Bayestorff
Não ganhamos nada e perdemos tudo o que não podíamos perder. Que 2014 seja diferente. Para quem secou, perdeu até a esperança de ver o coirmão não subir. Hehehe
Não sei o que aconteceu com o Avaí, mas essa série B, sem dúvida alguma, foi a mais fácil para subir.
fechamos com 56 pontos, ou seja, com empate no clássico, mais um empate qualquer e uma vitória contra qualquer time dos fracos que jogamos e estaríamos na séria A.
Passou, mas que não seja esquecido e os erros sejam corrigidos.
Sobre o HM já opinei, não teria trazido de volta.
O Comandante não teve poder sobre os comandados - fraco
O empate no clássico seria difícil porque teriam que fazer 4 gols no segundo tempo.
j.carlos.jr
Vocês estão numa viagem...
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Geronimo
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