Uma fórmula furada, by Alexandre C. Aguiar
Sinceramente, ainda quero conhecer a sumidade que bolou a fórmula deste campeonato catarinense, conhecido como Copa Ônix do Delfim, ou Chevetão para os mais íntimos. É de uma inteligência sem limites, digno de receber os laureados prêmios das academias de ciências ao redor do planeta, quiçá do universo. Dirão os ensaboados que todos os clubes assinaram. Claro, óbvio, (dããã!) os coitados dependem de cotas e de prestígios para sobreviver nessa barafunda, assinam até atestado de óbito de quem está vivo.
Quem acompanha as disputadas pelejas barrigas-verdes nos campos de futebol sabe de cor e salteado que nossos campeonatos possuem dois períodos: aquele onde os clubes do interior menos abonados técnica e financeiramente disparam na frente e a fase pré-final, onde os ditos grandes começam a se assanhar.
Isso é assim por uma lógica bem simples, que qualquer garoto de jardim de infância percebe.
Os chamados clubes pequenos, estes que saem como relâmpagos no início da competição, ficam sem futebol competitivo desde a metade do ano. Dessa data até o fim da temporada nacional, ficam preparando musculatura e capacidade cárdio-respiratória de seus atletas até a exaustão. Assim, quando inicia a competição estadual, estão em quase cem por cento de suas aptidões físicas.
Enquanto isso, os demais, os chamados clubes grandes, que jogaram campeonatos até dezembro do ano anterior, ainda permanecem na fase de preparação e só embalam na segunda metade do campeonato. Alguém quer uma prova clara? A Chapecoense, que até o ano passado disputava só o catarinense como campeonato de grande interesse, jogando divisões de acesso nacionais apenas para cumprir tabela, vinha para o catarinense como uma bala, mas morria na praia logo nas viradas de turno. No ano de 2013, por exemplo, ela jogou até o final uma série B e neste ano está com dificuldades de se acertar no catarinense.
Podemos colocar qualquer um destes chamados pequenos nesta condição e o resultado será o mesmo.
Quem bolou esta competição, com certeza não pensou nisso, apenas em regulamentos e tabelas. Ora, se uma final com os chamados grandes ainda dá prejuízo, imagine ver a disputa de título de campeonato entre Brusque e Metropolitano.
Claro, pode parecer preconceituoso, mas campeonato oficial de futebol tem que ter retorno financeiro. Ou alguém ainda vive nos tempos da caridade?
Se estes ditos pequenos chegarem a uma final por qualidade e determinação, como a própria Chapecoense chegou algumas vezes, por méritos, merecem o título. Agora, apenas pela força das ventas, desculpe, mas futebol moderno e profissional não é assim. Então se tire os patrocinadores, as cotas de TV, os investimentos e vamos todos jogar torneio início, ali no campinho do Avante.







Então tá na hora de parar de torcer pra KOMECO senhor. Hehehe. . .
Argumentos furados!
Por Geronimo
Falta de competência dos chamados grandes. Sinceramente, o que quero saber mesmo é porque foi criado o Tribunal de Justiça Desportiva. Os caras passam a semana toda para analisar a participação dos jogadores de Figueirense e Avaí na confusão no ultimo clássico que durou mais de 10 minutos e no final exclui alguns arruaceiros que participaram do rolo como Marcos Assunção e Marquinhos, ambos brigões do Figueirense e querem punir Marquinhos Santos por festejar a vitoria de calção.
Onde estava os auditores do referido tribunal que não indiciaram os jogadores alvinegros no clássico da Ressacada por conduta imprópria, entre elas incitar a torcida adversária só de cuecas.
Tribunal de Justiça Desportiva de Santa Catarina foi criado exclusivamente para punir jogadores avaianos? Ao que parece sim. Dois pesos, duas medidas? Então que se peça uma intervenção de imediata, pois como vem conduzindo o tribunal é uma desmoralização total.
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