terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Coletiva do presidente Nilton Machado na íntegra

Clique AQUI e confira a entrevista coletiva concedida hoje pelo presidente do Avaí, Nilton João de Macedo Machado, sobre o "caso Antônio Carlos".
Foto: Fabiano Linhares

6 Comentários:

Anônimo disse...

André,

Com todo o respeito que o presidente merece, ele chamou essa coletiva para explicar o inexplicável. De todos os culpados ele é o principal, ele é o gestor do clube ele que representa a nação, tudo está acontecendo e não é de hoje, debaixo das asas e dos olhos do presidente. Lembro bem que comentamos a algum tempo que uma limpa deveria ser feita na Ressacada e isso até agora não foi feito. Admiro o trabalho dele, inclusive ele teve meu voto nas eleições, agora não me venha com essa conversa furada, um time que se diz de elite não pode cometer erros como por exemplo: expor a marca de uma empresa na camisa de graça sem cumprir com o contrato acordado, um time do tamanho do Avaí não pode ficar um ano sem um patrocinador master, um time de série A como muitos gostam de falar não pode deixar de registrar um atleta que já está quase indo para o seu terceiro mês dentro do clube.
Fatos como esse desanimam qualquer torcedor fanático como eu, que vai em jogo com 500 ou 15.000 pessoas, o Avaí precisa urgente de uma limpa, chega de incompetência. O torcedor não é burro e o reflexo vamos ver nas catracas.

Abraços,
Aldojan

Anônimo disse...

Houve má fé?

O sujeito é pago para fazer o básico, inscrever o jogador. Para tal precisa alguns documentos. O contrato é um deles. Na sexta feira ele sabia que o contrato não tinha ido para a federação. Uma vez que sequer o contrato havia sido assinado pelo presidente.

Daí ele viajou para a Indonésia e não conseguiu avisar ao departamento de futebol que não poderiam escalar o jogador. O cara não avisou ninguém? ?! Entrou em coma e ficou incomunicável? ?

Tem mato neste coelho.

Beto

Anônimo disse...

Time de futebol é empresa sui-generis, e profissional comprometido afetivamente com o rival não deve ser admitido a trabalhar, pois é muito fácil o sujeito deixar-se levar pelo coração. No Estreito duvido que isso aconteça.

Não acredito no papo de que o cara pode ser estritamente profissional.
Exemplo, houve, num passado não muito remoto, um jogo na Ressacada pela série B, acho que contra o Bragantino, em que o goleiro desse clube agrediu o árbitro, e ao final do jogo queria aflito um advogado para defender-se. Um diretor nosso, reconhecidamente torcedor barbye (esqueci o nome da peça), telefonou para dois advogados do murrinha e encaminhou o caso a eles.

Assim são as coisas no futebol, na hora de prestigiar, esse diretor, trabalhando dentro do nosso Clube, remunerado por nosso Clube, manifestou mesmo nesse lance trivial a sua preferência, desconsiderou dois advogados tradicionalmente ligados ao Avaí, um deles presente no jogo, setor A das cadeiras. Fiz essa mesma crítica no dia seguinte ao acontecido, quando ainda escrevia para o blog do Cavallazi, mas o Avaí seguiu sendo essa mesma casa sem vigilância, esse mesmo maravilhoso coração aberto e complacente. Até quando? - Roberto Costa

André Tarnowsky Filho disse...

Aldojan,

Tens razão. O Nilton Machado está atrasado ao menos um ano nessa limpa que deveria ter sido feita ano passado...

Vai virar postagem.

Abraço!

André Tarnowsky Filho disse...

Beto,

Sim, concordo contigo. Tem cheiro de rolo como teve na Lusa no final do Brasileiro da Série A de 2013. Fiz uma postagem hoje nesse sentido.

Abre os olhos, Nilton!

André Tarnowsky Filho disse...

Roberto Costa,

Até quando? Não sei...

Mas sei que o Nilton está bem atrasado na reforma administrativa e nos confrontos com TCT, RBS e outros...

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