NÃO DEVEMOS ABANDONAR O AVAÍ, by Eduardo
"Respeito o comentário do Sr. Moacir (Clique AQUI e entenda).
Concordo com 90% do que ele escreveu.
Só não acho que é hora de abandonar o clube, deixando de ser sócio.
Se todos pensarem dessa forma, seria uma forma de penalizar ainda mais a instituição com a perda de uma significativa renda (a qual sabemos que ainda não é no valor esperado, mais que ajuda no orçamento do clube).
Sei que esse episódio vexatório e humilhante, está nos ferindo como torcedores apaixonados que somos.
Ocorre que, exatamente por sermos apaixonados, é que não devemos deixar de sócios.
É que os caras que estão lá no comando, irão passar, mas o clube, jamais. Ele depende de seus torcedores para sobreviver.
Compreendo e pactuo da indignação do Sr. Moacir com mais esse episódio desastroso, mas isso não me fará deixar de sócio.
Eu mesmo, sempre fui, desde que a Ressacada foi inaugurada, e já passei por humilhações piores (rebaixamento para 2º divisão do Brasileiro e do Catarinense, derrotas humilhantes para o tricolor do Estreito) e, após os jogos, pensava que iria deixar de ser sócio, mas no outro dia, refletia melhor e apagava essa ideia.
Não é hora de debandar da Ressacada (embora a emoção nos diga isso).
O golpe foi duro, mas o Avaí precisa dos seus torcedores no estádio para incentivar, cobrar, xingar, vibrar e torcer...
O torcedor é a alma do clube.
Não devemos abandonar o Avaí.
Por hora, deve-se penalizar exemplarmente os responsáveis e replanejar as diretrizes, porque, sem dúvida, o prejuízo e a vergonha foram grandes, mas o mundo não acabou e temos um Campeonato de Série A pela frente.
Por fim, um conselho ao Presidente: respire mais os ares da Ressacada, desbrave suas salas e corredores, esteja mais presente, conheça melhor seus funcionários.
É provável que alguns deles não gostem das cores azul e branco.
Eduardo"
Foto: Jamira Furlani
Concordo com 90% do que ele escreveu.
Só não acho que é hora de abandonar o clube, deixando de ser sócio.
Se todos pensarem dessa forma, seria uma forma de penalizar ainda mais a instituição com a perda de uma significativa renda (a qual sabemos que ainda não é no valor esperado, mais que ajuda no orçamento do clube).
Sei que esse episódio vexatório e humilhante, está nos ferindo como torcedores apaixonados que somos.
Ocorre que, exatamente por sermos apaixonados, é que não devemos deixar de sócios.
É que os caras que estão lá no comando, irão passar, mas o clube, jamais. Ele depende de seus torcedores para sobreviver.
Compreendo e pactuo da indignação do Sr. Moacir com mais esse episódio desastroso, mas isso não me fará deixar de sócio.
Eu mesmo, sempre fui, desde que a Ressacada foi inaugurada, e já passei por humilhações piores (rebaixamento para 2º divisão do Brasileiro e do Catarinense, derrotas humilhantes para o tricolor do Estreito) e, após os jogos, pensava que iria deixar de ser sócio, mas no outro dia, refletia melhor e apagava essa ideia.
Não é hora de debandar da Ressacada (embora a emoção nos diga isso).
O golpe foi duro, mas o Avaí precisa dos seus torcedores no estádio para incentivar, cobrar, xingar, vibrar e torcer...
O torcedor é a alma do clube.
Não devemos abandonar o Avaí.
Por hora, deve-se penalizar exemplarmente os responsáveis e replanejar as diretrizes, porque, sem dúvida, o prejuízo e a vergonha foram grandes, mas o mundo não acabou e temos um Campeonato de Série A pela frente.
Por fim, um conselho ao Presidente: respire mais os ares da Ressacada, desbrave suas salas e corredores, esteja mais presente, conheça melhor seus funcionários.
É provável que alguns deles não gostem das cores azul e branco.
Eduardo"
Foto: Jamira Furlani






Gostaria de reforçar: "Presidente. respire mais os ares da Ressacada, desbrave suas salas e corredores, esteja mais presente, conheça melhor seus funcionários." E, seja mais avaiano, como mutos de nós somos. Avaianos comprometidos, apaixonados, mas comprometidos. Amadores somos nós, os torcedores; vocês precisam ser profissionais. Merecemos respeito. (Jamais deixarei de ir à Ressacada.) Maria Marlene
E digo mais, Maria Marlene: cante o hino todo dia.
Maria Marlene,
Parece que temos que ensinar como os dirigentes tem que agir...
É pacabánéoooooooooo!!!
Aguiar,
Será que sabe a letra e o ritmo?
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