FUTEBOL, APESAR DE TUDO, by Byghal
Sempre digo que vou ao futebol com frequência, por amor ao Avaí e pelos amigos que lá se encontram, invariavelmente, no Bar do Chapecó.
É mesmo um vício, que nos coloca, também, à frente da telinha por horas a fio, deixando escoar todos os domingos sem Ressacada.
Mas se formos olhar, analisar, de modo mais profundo, mais crítico, mais próximo da razão que do sentimento, fatalmente concluiremos que futebol não é coisa pra gente séria.
Descobriremos que como quase tudo nesse Brasil, principalmente, o futebol é prato feito para a corrupção, desmandos, algum por fora e milhões de outras malandragens que têm, sempre, como objetivo a obtenção de dinheiro fácil, poder, vantagens indevidas, as benesses da mídia e etc.
Descobrimos, há pouco tempo, que não estamos sozinhos nessa podridão futebolística, que tem presença cativa, como se viu, na entidade maior, que se entendia, erroneamente, como de uma correção invejável, um exemplo a ser seguido.
Imperioso lembrar que não precisamos ir muito longe pra encontrar todos os exemplos do que não se deveria fazer no futebol, caso ele fosse administrado com a correção e honestidade que todos gostaríamos.
Assim é o futebol, ou assim é o que se faz do futebol, dentro e fora do campo.
A possibilidade de perder para um adversário é que traz a satisfação de vencer, então, quando a vitória é certa de antemão, pela utilização de meios escusos, serve, apenas, para cumprir os objetivos impublicáveis, traçados pela ganância e pela desonestidade de alguns, porque não tem a propriedade esportiva de trazer alegria e satisfação, como uma vitória conseguida na competência dentro das quatro linhas, mas sim na "competência" de mentes impregnadas com a "virtude" de sentir alegria com vitórias indevidas e comportamentos condenáveis.
E nós?
Bem, nós estaremos ainda muitas e muitas vezes na Ressacada, colocando à prova nosso coração já "garibado em oficinas especializadas" e fazendo passar os domingos de olho na telinha.
É assim, é difícil explicar nossos vícios.
Byghal
* Luiz Augusto "Byghal" da Costa é associado do Avaí FC
É mesmo um vício, que nos coloca, também, à frente da telinha por horas a fio, deixando escoar todos os domingos sem Ressacada.
Mas se formos olhar, analisar, de modo mais profundo, mais crítico, mais próximo da razão que do sentimento, fatalmente concluiremos que futebol não é coisa pra gente séria.
Descobriremos que como quase tudo nesse Brasil, principalmente, o futebol é prato feito para a corrupção, desmandos, algum por fora e milhões de outras malandragens que têm, sempre, como objetivo a obtenção de dinheiro fácil, poder, vantagens indevidas, as benesses da mídia e etc.
Descobrimos, há pouco tempo, que não estamos sozinhos nessa podridão futebolística, que tem presença cativa, como se viu, na entidade maior, que se entendia, erroneamente, como de uma correção invejável, um exemplo a ser seguido.
Imperioso lembrar que não precisamos ir muito longe pra encontrar todos os exemplos do que não se deveria fazer no futebol, caso ele fosse administrado com a correção e honestidade que todos gostaríamos.
Assim é o futebol, ou assim é o que se faz do futebol, dentro e fora do campo.
A possibilidade de perder para um adversário é que traz a satisfação de vencer, então, quando a vitória é certa de antemão, pela utilização de meios escusos, serve, apenas, para cumprir os objetivos impublicáveis, traçados pela ganância e pela desonestidade de alguns, porque não tem a propriedade esportiva de trazer alegria e satisfação, como uma vitória conseguida na competência dentro das quatro linhas, mas sim na "competência" de mentes impregnadas com a "virtude" de sentir alegria com vitórias indevidas e comportamentos condenáveis.
E nós?
Bem, nós estaremos ainda muitas e muitas vezes na Ressacada, colocando à prova nosso coração já "garibado em oficinas especializadas" e fazendo passar os domingos de olho na telinha.
É assim, é difícil explicar nossos vícios.
Byghal
* Luiz Augusto "Byghal" da Costa é associado do Avaí FC






O Avaí resolveu exigir a disciplina de seu grupo de jogadores. Penso que acho isto correto, profissionais tem que obedecer a hierarquia. No serviço público tem que ter produtividade, nisto eu questiono em relação a alguns jogadores, mas com disciplina já está de bom tamanho. Falo tudo isto em relação a 2 jogadores do Leão, Hugo e Eduardo Costa, se foi verdade o que falaram. Se foi mesmo, não acredito muito na mesa bicuda, o Depto de futebol e o técnico estão corretos. Não podemos criar um França ou um Mazola no Avaí. Queremos jogadores comprometidos e obedientes, profissionais acima de tudo. Fernando Avaiano.
Fernando Avaiano,
Não sei o que falaram na mesa bicuda, mas sei que essa disciplina está atrasada ao menos em 2 anos...
Se tivessem tomado atitude d e homens em 2013, já estaríamos na elite há mais tempo...
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