A entrevista de Gilson Kleina
"Perdemos uma oportunidade de ouro para sair dessa situação. A gente estava conversando e eu vi os números, tivemos muitas finalizações, mas não foi suficiente. O Coritiba jogava por uma bola e quando a gente não fez, levou, o futebol tem dessas máximas, quem não faz, leva. O atacante ficou brigando sozinho e fez um gol, mexe com a gente, a rodada era favorável. A gente teve força, a equipe criou as jogadas, mas as coisas não evoluíram."
"Em casa a gente fez a mesma formação contra o Inter. Trabalhamos dessa forma e a equipe não conseguiu fazer o gol. A derrota passou pelas finalizações e pensamos em melhorar. Mas assumo a derrota, as coisas não aconteceram como a gente queria. E tentamos, abrimos mais, buscamos entrar no jogo. As circunstâncias não foram favoráveis."
"A gente chegou fortalecido. Tínhamos feito uma projeção de pontos, sobre os confrontos, os jogos que temos em casa e esse era decisivo. A vitória aconteceu para o Coritiba e eles saíram da zona de rebaixamento. Mas tem que reagir, pegar força. Você pega o vice-líder e depois tem o Goiás. Não adianta nada ter os jogos de seis pontos e não conseguir o resultado."
"Tem que perguntar para o presidente. Agora no momento difícil eu não vou dividir as responsabilidades. Eu assumo, vou blindar os jogadores e não fico me sustentando no cargo. Mas futebol é resultado, não sei o que passa. Sei que eles me falaram de ter início, meio e fim. Não sou eu que decido e colocamos na balança, tentar detectar o que está acontecendo, tentamos corrigir e assim as coisas acontecem. Onde a gente passou, tivemos uma postura vitoriosa. A somatória do sucesso e dos resultados ruins passam por vários fatores."
"A nossa pontuação no primeiro turno foi equilibrado, mas pela terceira vez estamos no rebaixamento. E essa oscilação aumenta a pressão, futebol é pressão. E é assim que tem que funcionar, o torcedor cobra, a imprensa, a diretoria, mas estamos aqui para trabalhar e pensar o que pode fazer de diferente. Precisamos estancar nosso saldo fora de casa também, que ficou muito negativo."
"Quando a gente fala em reforços, tem que pensar também na condição do Avaí. Faltam 10 dias, detectamos algumas situações, mas esbarra na parte financeira. Você tem o jogador, mas ele não quer sair de onde está ou quer algo maior financeiramente e não podemos fazer loucuras. A gente conversa com a diretoria para ver o que fazer pensando em Série A."
Fonte: GloboEsporte.com / Foto: Jamira Furlani
"Em casa a gente fez a mesma formação contra o Inter. Trabalhamos dessa forma e a equipe não conseguiu fazer o gol. A derrota passou pelas finalizações e pensamos em melhorar. Mas assumo a derrota, as coisas não aconteceram como a gente queria. E tentamos, abrimos mais, buscamos entrar no jogo. As circunstâncias não foram favoráveis."
"A gente chegou fortalecido. Tínhamos feito uma projeção de pontos, sobre os confrontos, os jogos que temos em casa e esse era decisivo. A vitória aconteceu para o Coritiba e eles saíram da zona de rebaixamento. Mas tem que reagir, pegar força. Você pega o vice-líder e depois tem o Goiás. Não adianta nada ter os jogos de seis pontos e não conseguir o resultado."
"Tem que perguntar para o presidente. Agora no momento difícil eu não vou dividir as responsabilidades. Eu assumo, vou blindar os jogadores e não fico me sustentando no cargo. Mas futebol é resultado, não sei o que passa. Sei que eles me falaram de ter início, meio e fim. Não sou eu que decido e colocamos na balança, tentar detectar o que está acontecendo, tentamos corrigir e assim as coisas acontecem. Onde a gente passou, tivemos uma postura vitoriosa. A somatória do sucesso e dos resultados ruins passam por vários fatores."
"A nossa pontuação no primeiro turno foi equilibrado, mas pela terceira vez estamos no rebaixamento. E essa oscilação aumenta a pressão, futebol é pressão. E é assim que tem que funcionar, o torcedor cobra, a imprensa, a diretoria, mas estamos aqui para trabalhar e pensar o que pode fazer de diferente. Precisamos estancar nosso saldo fora de casa também, que ficou muito negativo."
"Quando a gente fala em reforços, tem que pensar também na condição do Avaí. Faltam 10 dias, detectamos algumas situações, mas esbarra na parte financeira. Você tem o jogador, mas ele não quer sair de onde está ou quer algo maior financeiramente e não podemos fazer loucuras. A gente conversa com a diretoria para ver o que fazer pensando em Série A."
Fonte: GloboEsporte.com / Foto: Jamira Furlani






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