QUANDO FALTAM ARGUMENTOS, by Aloísio C. Silveira
André,
Quem não tem argumentos, soluções, respostas e (ou) explicações, tende sempre a se fazer de surdo, mudo, cego. é mais cômodo. Não respondem porque, como disseste, deixaram que seus egos suplantassem a paixão pelo Avaí e sua história. Estão perdidos, qual “cego em tiroteio”, sem ânimo, dormiram sobre o saco (de dormir), se acomodaram e aguardam que algum “milagre” aconteça (difícil). O mínimo que se poderia esperar era que ao menos dessem a cara “a bater”.
Acredito que as “explicações (?)” do mandatário são apenas a antecipação de desculpas (esfarrapadas) por um possível (provável?) rebaixamento, face a inoperância diretiva que apresenta, juntamente com seus assessores e conselheiros.
Com relação à frase do Assis "Avaí virou escola de samba: Tem ala de conselheiro; Tem ala de diretor; Tem ala de funcionário; e até ala de bajulador de jogador...", complemento dizendo que “A comissão de frente desafina na apresentação, bem como a nossa bateria, que atravessa o tempo todo, totalmente fora do compasso, pondo em risco de a escola sair do grupo especial”.
Em 2013 jogamos no colo do “doladelá” a classificação para a série A, jogadores insatisfeitos, salários atrasados e aquela babaquice toda .
Em 2014, quando tudo parecia degringolar, na roda final a classificação caiu no nosso colo.
Agora em 2015, quando não havia pretensão maior do que apenas continuar na A em 2016, a incompetência administrativa mais uma vez aparece com força total. Será que nossa sina não tem fim?!
Concordo com o Assis, é preciso um “cagaço” , um bom grupo de torcedores (sem violência) dispostos a se fazerem ouvir, e, principalmente, “exigir” uma atitude forte dessa diretoria. Se não sabem administrar então que peçam “penico” e caiam fora.

* Aloísio Campeche Silveira é associado do Avaí FC
Quem não tem argumentos, soluções, respostas e (ou) explicações, tende sempre a se fazer de surdo, mudo, cego. é mais cômodo. Não respondem porque, como disseste, deixaram que seus egos suplantassem a paixão pelo Avaí e sua história. Estão perdidos, qual “cego em tiroteio”, sem ânimo, dormiram sobre o saco (de dormir), se acomodaram e aguardam que algum “milagre” aconteça (difícil). O mínimo que se poderia esperar era que ao menos dessem a cara “a bater”.
Acredito que as “explicações (?)” do mandatário são apenas a antecipação de desculpas (esfarrapadas) por um possível (provável?) rebaixamento, face a inoperância diretiva que apresenta, juntamente com seus assessores e conselheiros.
Com relação à frase do Assis "Avaí virou escola de samba: Tem ala de conselheiro; Tem ala de diretor; Tem ala de funcionário; e até ala de bajulador de jogador...", complemento dizendo que “A comissão de frente desafina na apresentação, bem como a nossa bateria, que atravessa o tempo todo, totalmente fora do compasso, pondo em risco de a escola sair do grupo especial”.
Em 2013 jogamos no colo do “doladelá” a classificação para a série A, jogadores insatisfeitos, salários atrasados e aquela babaquice toda .
Em 2014, quando tudo parecia degringolar, na roda final a classificação caiu no nosso colo.
Agora em 2015, quando não havia pretensão maior do que apenas continuar na A em 2016, a incompetência administrativa mais uma vez aparece com força total. Será que nossa sina não tem fim?!
Concordo com o Assis, é preciso um “cagaço” , um bom grupo de torcedores (sem violência) dispostos a se fazerem ouvir, e, principalmente, “exigir” uma atitude forte dessa diretoria. Se não sabem administrar então que peçam “penico” e caiam fora.

* Aloísio Campeche Silveira é associado do Avaí FC






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