ESTAMOS NA BRIGA, by Roberto Costa
Tinha de acontecer, mais cedo ou mais tarde. E aconteceu dentro da
lógica. Perdemos um jogo fora de casa, para o líder do campeonato, com
problemas para escalar nossos jogadores essenciais, num clima seco,
agreste, que favoreceu o adversário.
Diante disso,
adotamos a estratégia acertada, garantir a retaguarda jogando recuado,
para explorar os contra-ataques, jogar por uma bola, como se diz. Ainda
assim, não fazíamos uma boa partida, pois as ausências de Fábio Sanches, João Felipe, Lucas Coelho e mesmo
Marquinhos, descaracterizaram a equipe bem encaixada que vinha
mantendo-se invicta.
Para
completar a coleção de adversidades, tivemos nossa estratégia defensiva
implodida pela ação de um árbitro de quinta categoria, que encarregou-se
de abrir nossa defesa mediante a marcação de um pênalti cretino, onde a
bola levemente e sem consequências, roçou a mão do defensor Avaiano. No
jogo seguinte, entre Vasco e Londrina, lance idêntico ocorreu na área
do time paranaense, e o árbitro deixou seguir a jogada, não concedeu ao
Vasco a penalidade, recebendo aprovação dos comentaristas do Premiere
pelo acerto da decisão.
É quando os
campeonatos afunilam que os "erros" de arbitragem começam a fazer a
diferença, lembrei-me, com pesar, do Daronco ano passado, em Chapecó.
Mas
alguns detalhes merecem crítica no que concerne à escalação da equipe.
Caio César não é e nunca será um marcador. Quando se quiser estabelecer
um sistema de proteção à área não se pode entrar com Caio César deixando
Judson no banco. Aliás, Caio César, que chegou a impressionar bem logo
que surgiu, é meio deslumbrado, dado a inventar, a jogar desligado, sem o
necessário sangue nos olhos, e tem péssima saída de bola. Quando muito,
pode ajudar no ataque, mas não cabe numa área do campo que requeira
responsabilidades defensivas.
O menino Vitor,
como já disse semana passada, precisa amadurecer. Diego Jardel, quando
sai de titular, some no jogo. Foi acertado ter poupado Marquinhos desse
jogo desgastante, maior tragédia será perder em casa para o Tupi no
próximo final de semana.
Em resumo, os
jogadores que não puderam jogar fizeram falta, o que estava encaixado
com eles, desencaixou. Mas tivemos uma derrota normal, diante de um time
superior ao Vasco, e que pinta de campeão. É recompor o grupo e manter o
foco no G4. Estamos na briga.







Estamos mais do que na briga, estamos bem, só não poderemos apresentar um futebol tão horroroso quanto este apresentado em Goiás, nos próximos jogos.
Jogamos, absolutamente, nada.
Não dá mais pra mudar o elenco, mas aí pra frente a gente pode contratar um bom centroavante, com o que se gasta com Tatá, Jajá, Romarinho e outras nulidades.
Considero acertada a decisão de deixar alguns por aqui, ao invés de usá-los em um jogo que já se suspeitava perdido.
Fomos pra empatar e, normalmente, quem joga pra empatar acaba perdendo.
Esta derrota veio, realmente, num momento em que perder para o líder, fora de casa, era, perfeitamente, aceitável e, já de antemão contabilizada pela torcida e, provavelmente, pelo clube.
Vamos reorganizar, fazendo voltar jogadores importantes, pra ganhar em casa, considerando que não podemos nem pensar em perder algum jogo, destes que restam, dentro de casa.
É ganhar ou ganhar.
Estamos no G4, agora é lutar pra gente estar, ainda mais, no G4.
Meus parabéns ao amigo Batti, contestado e, criticado à exaustão, mas fazendo um trabalho elogiável.
Byghal.
Byghal,
Sábado temos apenas um objetivo: vencer ou vencer!
Vamos confirmar a bela campanha e fincar o pé no G4!
Vai virar postagem.
Postar um comentário
A MODERAÇÃO DE COMENTÁRIOS FOI ATIVADA. Os comentários passam por um sistema de moderação, ou seja, eles são lidos, antes de serem publicados pelo autor do Blog.