A CHAPE E O PONTO DE MUTAÇÃO, by Roberto Costa
A Chape aumenta em estatura. Com a organização que vem demonstrando,
cujos reflexos resultam em sucesso dentro de campo, o "Verdão do Oeste" é
hoje, sem favor algum, o grande time de Santa Catarina.
* Roberto Costa é associado do Avaí FC. Foto acima: Cleberson Silva/Chapecoense
Desinibidos,
ignorando os efeitos do fato de jogar fora de casa, sob a incansável
cantoria e pressão dos torcedores portenhos, seus atletas enfrentaram em
Buenos Aires o San Lorenzo, no Estádio Nuevo Gasómetro, em jogo muito
disputado.
A Chape jogava melhor, quando
sofreu o gol, numa cobrança de falta. Danilo e seus zagueiros não se
entenderam e na indefinição a bola lançada por sobre a área ganhou
diretamente o fundo das redes, aos 28 do primeiro tempo.
O
empate do time catarinense deu-se aos 16 do segundo tempo, após boa
jogada pela esquerda. No cruzamento para dentro da área a bola sobrou
para Ananias, que a dominou meio de costas para o gol, estabelecendo o
empate num giro rápido.
Ambas as equipes
seguiram procurando o gol da vitória, o que rendeu em emoção, em lances
de perigo nas duas áreas, mas o empate se consolidou, constituindo um
ótimo resultado para o time catarinense.
A
Chape, como exemplo de organização, pode vir a representar o ponto de
mutação para os demais grandes clubes de Santa Catarina.







Impressionou-me o futebol do zagueiro Neto, da Chape, o que ratifica uma vez mais a capacidade de contratação do pessoal do oeste.
Kleber Santana, como sempre, o maestro. - RC
RC,
Confio na tua análise. Não assisti ao jogo...
Quanto ao CS, não é novidade, joga muito!
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