Entrevista coletiva do técnico Claudinei Oliveira
“É preciso respeitar os limites de cada um. Não adiantar forçar agora e perder um atleta para o restante da competição. Vamos aguardar e procurar não fazer nada diferente do que temos feito. Manter o mesmo padrão e em casa adiantar um pouco mais a marcação, sem sair da nossa consistência defensiva”.
“Temos que valorizar o que a gente fez, sem esquecer o que passamos. A cada quatro rodada fazer os sete pontos do nosso planejamento. Se fizer mais do que isso, ótimo. Assim chegaremos aos 45 pontos e aí poderemos olhar mais para cima, pensar em algo além. Mas repito, temos que jogar o nosso campeonato”.
“A gente tem que brigar pelo segundo turno sim, apesar de ser título simbólico. Conseguir algo mais, pois isso vai valorizar os atletas. Se a gente tiver de quatro a cinco atletas com ótimo valor de mercado ao final da temporada, o clube ganha em boas negociações e pode investir para a próxima temporada, colocar as contas em dia. Não é loucura, uma coisa é o que a gente pode fazer. Vamos brigar por isso aí”.
“Não me preocupo em mostrar que eu tenho ou não razão. Imaginar como vamos ganhar um jogo é fácil. Mas os jogadores é que estão fazendo acontecer. Eu sei da minha importância como técnico, mas eles estão fazendo acontecer. O esquema é sacrificante, mas todos estão se doando ao máximo. Não tem como fugir disso. Acreditamos que é o melhor para o Avaí. Se tiver que mudar, vamos mudar. Eu me preocupo em entregar o resultado, quero ficar na Série A. Isso é o que o torcedor quer ver”.
“Temos que valorizar o que a gente fez, sem esquecer o que passamos. A cada quatro rodada fazer os sete pontos do nosso planejamento. Se fizer mais do que isso, ótimo. Assim chegaremos aos 45 pontos e aí poderemos olhar mais para cima, pensar em algo além. Mas repito, temos que jogar o nosso campeonato”.
“A gente tem que brigar pelo segundo turno sim, apesar de ser título simbólico. Conseguir algo mais, pois isso vai valorizar os atletas. Se a gente tiver de quatro a cinco atletas com ótimo valor de mercado ao final da temporada, o clube ganha em boas negociações e pode investir para a próxima temporada, colocar as contas em dia. Não é loucura, uma coisa é o que a gente pode fazer. Vamos brigar por isso aí”.
“Não me preocupo em mostrar que eu tenho ou não razão. Imaginar como vamos ganhar um jogo é fácil. Mas os jogadores é que estão fazendo acontecer. Eu sei da minha importância como técnico, mas eles estão fazendo acontecer. O esquema é sacrificante, mas todos estão se doando ao máximo. Não tem como fugir disso. Acreditamos que é o melhor para o Avaí. Se tiver que mudar, vamos mudar. Eu me preocupo em entregar o resultado, quero ficar na Série A. Isso é o que o torcedor quer ver”.






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