Na repetição de erros, desviaram o foco
Normalmente, estou mais alinhado com aqueles que são mais otimistas, principalmente quando, ainda que o tempo carregado nos mostra que a tempestade é iminente, mas também sou pessimista quando vejo contrariarem algumas obviedades.
Ainda que o Avaí tenha sobrado dentro do Campeonato Catarinense, melhor ataque, defesa menos vazada, saldo de gols maior que qualquer ataque das outras equipes, artilheiro da competição, enfim, se sabia, e isso reconhecidamente até pelos dirigentes, que o Brasileiro exigiria um esforço maior dos nossos dirigentes, ao menos em relação aos novos contratados, que deveriam ser pontuais, não em "penca"...
O Avaí, durante os últimos anos, gastou horrores, gastou mal, trouxe uma montoeira de jogadores meia-boca, e a conquista do certame doméstico fez com que algumas coisas fossem mascaradas.
Neste ano, porém, não se pode afirmar que gastou muito, ao menos nos que deveriam ter contratado, mas seguiu priorizando a quantidade ao invés de tentar a qualidade, onerando uma folha com jogadores meia-boca, mas que efetivamente nada resolvem...
No próximo domingo, quando o Avaí enfrenta o Cruzeiro, terá jogado 36,84% da competição, mas qual será nossa comemoração? A gestão? As milhas acumuladas nas viagens do mandatário? Ao que parece, erramos o foco este ano, ainda que o discurso tenha sido que a permanência na Série A seria a prioridade...
Não estou falando na contratações de medalhões, mas ao menos que se contratasse jogadores em condições de jogar e não esses que vieram adquirir condição física por aqui para tentar uma melhor temporada no próximo ano em outro clube, muito menos esses que estão em final de carreira, apenas "cumprindo" contrato...
Num campeonato tão competitivo como é o Brasileiro, vir com um elenco formado de maneira tão amadora é pedir para não ser premiado no final da competição, contrariando tudo o que havia sido afirmado como objetivo do clube.
Aliás, antes mesmo de começar a competição, o zagueiro Betão havia dito que o Avaí precisava olhar para um objetivo maior, que somente a simples permanência. Do jeito que está, da forma como montaram o elenco, não acontecerá uma coisa nem outra...
Ainda há tempo de recuperação, ainda que o caminho agora seja mais tortuoso...
Capricha, Leão!
Foto: Frederico Tadeu/Avaí FC
Ainda que o Avaí tenha sobrado dentro do Campeonato Catarinense, melhor ataque, defesa menos vazada, saldo de gols maior que qualquer ataque das outras equipes, artilheiro da competição, enfim, se sabia, e isso reconhecidamente até pelos dirigentes, que o Brasileiro exigiria um esforço maior dos nossos dirigentes, ao menos em relação aos novos contratados, que deveriam ser pontuais, não em "penca"...
O Avaí, durante os últimos anos, gastou horrores, gastou mal, trouxe uma montoeira de jogadores meia-boca, e a conquista do certame doméstico fez com que algumas coisas fossem mascaradas.
Neste ano, porém, não se pode afirmar que gastou muito, ao menos nos que deveriam ter contratado, mas seguiu priorizando a quantidade ao invés de tentar a qualidade, onerando uma folha com jogadores meia-boca, mas que efetivamente nada resolvem...
No próximo domingo, quando o Avaí enfrenta o Cruzeiro, terá jogado 36,84% da competição, mas qual será nossa comemoração? A gestão? As milhas acumuladas nas viagens do mandatário? Ao que parece, erramos o foco este ano, ainda que o discurso tenha sido que a permanência na Série A seria a prioridade...
Não estou falando na contratações de medalhões, mas ao menos que se contratasse jogadores em condições de jogar e não esses que vieram adquirir condição física por aqui para tentar uma melhor temporada no próximo ano em outro clube, muito menos esses que estão em final de carreira, apenas "cumprindo" contrato...
Num campeonato tão competitivo como é o Brasileiro, vir com um elenco formado de maneira tão amadora é pedir para não ser premiado no final da competição, contrariando tudo o que havia sido afirmado como objetivo do clube.
Aliás, antes mesmo de começar a competição, o zagueiro Betão havia dito que o Avaí precisava olhar para um objetivo maior, que somente a simples permanência. Do jeito que está, da forma como montaram o elenco, não acontecerá uma coisa nem outra...
Ainda há tempo de recuperação, ainda que o caminho agora seja mais tortuoso...
Capricha, Leão!
Foto: Frederico Tadeu/Avaí FC






Apenas para lembrar que na semifinal e final do Catarinense o Avai se tornou campeao após passar por duas disputas de penaltis, ou seja, não levamos o catarinense tão facilmente como é falado, e isto comprovava que o elenco era/é limitado e precisava de bons reforços, mas a diretoria preferiu ficar sufocada sob seus proprios confetes.
Ganhamos o Catarinense com sobras e fomos o melhor em tudo, isso é indiscutível. Mas os times daqui são meia boca, série A é o campeonato número um do Brasil, onde estão os melhores e todos querem estar,só 20 são escolhidos. Pela experiência anterior nessa competição esperava que Battistotti tivesse aprendido alguma coisa, não aprendeu nada. Pelo futebol que vem apresentando, agora sem defesa, meio e ataque e um treinador que não sabe nem escalar, imagina tirar o melhor de cada jogador como faz o competente Waguinho, meu técnico escolhido para substituir Geninho a coisa chega a ficar desanimadora. A gente torce por um milagre, mas a queda do Avai é eminente.
Esperava que o Avaí tinha aprendido com os erros passado. Lamentavelmente não acredito na permanência.
Acreditava que esse ano o Avaí tinha aprendido com os erros passado. Lamentavelmente não acredito na permanência.
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