Bom dia, Azurras - nº 3.502
MEU MELHOR EXEMPLO
Em 5 de abril de 2017, sofremos um grande baque com a internação de meu pai no Hospital de Caridade. Foram 30 dias seguidos, internado, longe de sua casa, dos quais sete dias na UTI. O quadro não era positivo, começando com Alzheimer, um pequeno derrame, infecção, e insuficiência cardíaca.
De lá para cá, foram oito internações nesses dois anos e oito meses, sem que ele jamais pudesse sair da cama outra vez, e com o quadro de Alzheimer se agravando. Durante esse período, felizmente, conseguimos amenizar o desconforto das doenças com uma estrutura hospitalar dentro de casa e a família sempre esteve junto...
Cedo ou tarde, sabíamos que esse dia chegaria, mas por sua força e perseverança meu pai sempre adiou a despedida. A tal viagem sem volta deu sinais mais incisivos na última sexta-feira e por muita sorte ainda esteve conosco mais alguns dias, mas a hora de partir chegou...
Nascido em Blumenau, filho de Joana e Francisco Xavier Tarnowsky, estou por lá nos colégios Pedro II e Santo Antônio. Depois veio para Florianópolis, onde se formou em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina, ingressou no Banco do Brasil, e em seguida casou com dona Selma Coelho, hoje Selma Tarnowsky, minha mãe.
Amante do futebol, bateu uma bolinha no juvenil do "Grená da Alameda", o Grêmio Esportivo Olímpico, campeão Catarinense por duas oportunidades, em 1964, vencendo o Internacional de Lages, e em 1949, batendo o Avaí...
Mas sua paixão sempre foi o Club de Regatas Vasco da Gama. Torcia para o Avaí para me agradar, mas dava um forcinha para o "doladelá" por causa do meu irmão...
Com seus bem vividos 86 anos, ou a grande parte dele, perdi meu melhor exemplo, meu melhor amigo, meu pai...
Milton Nascimento, na música "Encontros e despedidas'' canta:
"Todos os dias é um vai-e-vem
A vida é boa quando você está feliz; mas a vida é muito melhor quando os outros estão felizes por sua causa".
Em 5 de abril de 2017, sofremos um grande baque com a internação de meu pai no Hospital de Caridade. Foram 30 dias seguidos, internado, longe de sua casa, dos quais sete dias na UTI. O quadro não era positivo, começando com Alzheimer, um pequeno derrame, infecção, e insuficiência cardíaca.
De lá para cá, foram oito internações nesses dois anos e oito meses, sem que ele jamais pudesse sair da cama outra vez, e com o quadro de Alzheimer se agravando. Durante esse período, felizmente, conseguimos amenizar o desconforto das doenças com uma estrutura hospitalar dentro de casa e a família sempre esteve junto...
Cedo ou tarde, sabíamos que esse dia chegaria, mas por sua força e perseverança meu pai sempre adiou a despedida. A tal viagem sem volta deu sinais mais incisivos na última sexta-feira e por muita sorte ainda esteve conosco mais alguns dias, mas a hora de partir chegou...
Nascido em Blumenau, filho de Joana e Francisco Xavier Tarnowsky, estou por lá nos colégios Pedro II e Santo Antônio. Depois veio para Florianópolis, onde se formou em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina, ingressou no Banco do Brasil, e em seguida casou com dona Selma Coelho, hoje Selma Tarnowsky, minha mãe.
Amante do futebol, bateu uma bolinha no juvenil do "Grená da Alameda", o Grêmio Esportivo Olímpico, campeão Catarinense por duas oportunidades, em 1964, vencendo o Internacional de Lages, e em 1949, batendo o Avaí...
Mas sua paixão sempre foi o Club de Regatas Vasco da Gama. Torcia para o Avaí para me agradar, mas dava um forcinha para o "doladelá" por causa do meu irmão...
Com seus bem vividos 86 anos, ou a grande parte dele, perdi meu melhor exemplo, meu melhor amigo, meu pai...
Milton Nascimento, na música "Encontros e despedidas'' canta:
"Todos os dias é um vai-e-vem
A vida se repete na estação
Tem gente que chega prá ficar
Tem gente que vai
Prá nunca mais...
Sim, essa tal viagem sem volta de meu pai chegou ontem, mas mesmo assim, creio que seu maior legado esteja justamente numa mensagem falada pelo Papa Francisco em 25 de março de 2017:
"Os rios não bebem sua própria água; as árvores não comem seus próprios frutos. O sol não brilha para si mesmo; e as flores não espalham sua fragrância para si. Viver para os outros é uma regra da natureza. (...)
A vida é boa quando você está feliz; mas a vida é muito melhor quando os outros estão felizes por sua causa".
Indubitavelmente, meu pai André Tarnowsky viveu exatamente dessa forma, deixando os outros mais felizes por sua existência, quer pela sua amizade, seus hábitos simples, sua solidariedade.
Meu melhor exemplo se foi, mas ficam todos os seus ensinamentos, que não foram, poucos, e se eu tivesse sido inteligente, saberia aproveitá-los melhor.
Muito obrigado, meu amigo, meu pai, meu melhor exemplo.
Descanses em paz!






Força e carinho à família!
Gabriel Queiroz
Meus sentimentos amigo nesse momento tão difícil.
Meus sentimentos André.
Reitero meus sentimentos ao amigo e familiares.
André que Deus na sua infinita bondade conforte você, amigos e familiares. Receba meus sentimentos!
Belas palavras André! Que o teu pai descanse em paz!
Grande abraço.
Muita força, André.
Tenho certeza que vc está sabendo utilizar todos os ensinamentos dele.
Um abraço!
André, muita força e fé.
Meus sentimentos a você e a seus familiares.
Abraço!
André, meus sentimentos a você e sua família, ele cumpriu sua missão aqui na terra. Que Deus o tenha !
Meus sentimentos grande André.
Que Deus possa dar conforto a toda família desse momento tão difícil
Perdi meu pai em 2004 depois de dois anos de luta contra o enfisema, sei bem a dor que passas agora. Apesar da realidade nos apontar o futuro, sempre temos aquela leve esperança do retorno! Força!
Meus pêsames. fiquei emocionado com tuas palavras. desejo força à família.
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