MERCADO DA BOLA. KATINHA, ESTRÉIA FULGURANTE, by RC
Será que é complicada, misteriosa, complexa a função de contratar um bom jogador? Será que empresários que exploram o mundo do futebol têm força para impingir aos clubes seus pernas de pau? Parece que eles têm, notadamente sobre os clubes de caixa baixa, porque dominam o mercado.
Todo ano, seja na Ressacada, seja no Estreito, vemos jogadores, eu disse jogadores, no plural, que nunca convencem, que são eternos reservas, esquentadores de banco. Um dinheiro mal gasto, que poderia ser empregado em apenas um ou dois de melhor qualidade. Já se viu, creio que nos dois clubes da cidade, casos de "atletas" que vieram, ficaram uma temporada inteira e não participaram de um jogo sequer. É injustificável uma tal política. Será o tal problema da "venda casada"?
O torcedor vive sempre na esperança de uma grande contratação para seu time, alguém que faça a diferença. Infelizmente, pra esse ano já é impossível.
Faz tempo, mas lembro muito bem quando o jogador Katinha, bom jogador, fez sua estréia na ponta direita do time do Avaí. Foi inesquecível. Foi contra o Carlos Renaux, numa quarta-feira à noite, no Scarpelli. Uma estréia fulgurante. Katinha voou em campo, ninguém o alcançava, o Avaí ganhou de três a zero, ele fez os três. Se alguém quiser conhecer o jogador, vê-lo voando também no Maracanã com a camisa do Vasco, recomendo, porque vale a pena, basta acessar o nome dele no Google. Entre inúmeras camisas da sua coleção aparecem Vasco da Gama, onde também brilhou, Atlético Paranaense, Ceará e duas do Avaí. Que grande reforço seria, no time de hoje, o Katinha!
* Roberto Costa é associado do Avaí FC. Texto originalmente publicado em 10/09/2018. Foto acima: Internet
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