segunda-feira, 12 de abril de 2021

CONVÉM AVALIAR NA PONTA DO LÁPIS, by RC

Assisti a Barbies e Joinville. A coisa está preta lá pelos lados do Continente. O Joinville com um pouquinho de sorte teria liquidado com o jogo no primeiro tempo, tal as chances criadas e desperdiçadas. O JEC amarelou um pouco no segundo tempo e então as coisas se equilibraram.

 

Não assisti ao jogo do Avaí, mas foi o mesmo que ter assistido. Uma vez mais repetição do fraco Script do senhor Claudinei, conforme comentários da mídia. "Não há maior sinal de loucura do que fazer uma coisa repetidamente e esperar a cada vez um resultado diferente."  Disse Albert Einstein, mas Claudinei não foi informado.

 

Fiquei sabendo que o Concórdia jogou recuado e que o Avaí teve 13 escanteios a favor e que jogou em cima da área adversária, mas que seus atacantes falhavam na última bola, a qual teimou em não entrar. Que Edilson deu um potente chute que estremeceu o travessão. Que tecnicamente a apresentação do Avaí ficou a dever. Há quanto tempo seguimos vendo esse mesmo filme?

 

Segundo a crônica, o senhor Claudinei trocou seu cabeça de área a minutos do fim do jogo, momento em que o adversário abdicara de atacar, mostrando-se satisfeito com o empate. Vejo a série B/2021 com muita apreensão, as batalhas finais na parte de baixo da tabela serão trepidantes. Convém avaliar na ponta do lápis os prejuízos de uma queda para a série C e desde já ir cuidando do assunto.

 

Parece que Júnior Dutra também não acenou até agora com qualquer coisa que justifique sua contratação. Trata-se de um atacante conhecido no Brasil inteiro, pois jogou no Corinthians, e isso no Avaí deve ser credencial suficiente 

para contratar, pouco importando que esteja em baixa, "encostado", sem jogar. 

 

Pois é, a Chape, que montou um time que funciona, com atletas que trazem resultados, com um treinador que faz a diferença, desencantou também Perotti, que é apenas o artilheiro do campeonato, com 10 (dez) gols em 8 (oito) jogos. Chegou, entrou no time e hoje ri à toa. Em quais times jogou? Alguém sabe? Alguém conhece? Quem é o cara de visão na Chape? Quem sabe aceitam uma troca com o Marquinhos?

 

E o Brusque, que trouxe Junior Pirambu, ainda sem adequada forma física, com corpinho de Contador aposentado, ainda assim já coleciona 6 bolas guardadas, em seis jogos.


* Roberto Costa, o "RC", é associado do Avaí FC. Foto: Frederico Tadeu/AFC

3 Comentários:

LUGO disse...

Boa tarde, RC.
Não muda, por uma única razão, não tem personalidade. Como diz o meu vizinho: cavalo velho não aprende, só acostuma. O que serve para todos os envolvidos.
Uma pena, pois temos uma estrutura relativamente boa e uma marca forte.
Comentar os jogos não é que não se queira, tecer esse ou aquele comentário a respeito dessa ou daquela jogada, dessa ou daquela substituição, se o jogador atuasse assim ou se o técnico fizesse isso ou aquilo. Simplesmente os jogos do Avai tem sido um VT, impressionante, do ponto de vista negativo, a falta de capacidade do técnico e dos jogadores de promoverem um roteiro diferente.
É uma forma de jogar sem tesão, sem entusiasmo, sem perspectivas. A jogada começa e a gente já sabe como vai acabar. Não tem uma surpresinha, um drible, uma bola enfiada, um chute de "rosca", uma "trivela", um biquinho, não!
É pega a bola aqui passa ali, joga lá, da um chutão.
Pega a bola aqui passa ali, volta aqui, e vai no pé do zagueiro.
Um futebol mediocre, de um time armado de forma mediocre.
Chamam os jogadores sub23 de garotada, no entanto, volto a dizer, se com 23 anos não estão voando, vão jogar quando?
Lembrando que o melhor jogador do mundo pode ser um 22 anos e que Pelé foi campeão mundial aos 17 anos, encantando o mundo.

Todos esses que estão ai no Avai não rpometem nada, tem aos montes por ai, pela esquinas do futebol.

Abraço

Roberto disse...

Concordo contigo, Lugo. O futebol do Avaí não tem um mínimo de requinte, um temperinho, uma inspiração. Mais parece um prato feito, de restaurante de quinta categoria.

O Claudinei, nesse mar de críticas, tinha mais é que acordar cedo,levar os caras todos pro estádio e ensaiar jogadas, treinar(se quiserem eu ensino) chutes a gol para que a bola não atinja as nuvens, corrigir defeitos, agir.

Claudinei, chuveirinho hoje é coisa rara até em jogos de futebol suíço, até em casados contra solteiros.

Nos derradeiros jogos do Marquinhos pelo Avaí vimos alguns gols acontecerem de jogadas ensaiadas, certamente trazidas do Grêmio, que utiliza muito esse expediente.

Treinador que se vale apenas do feijão com arroz fica pra trás. RC.


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