NEM TUDO FORAM FLORES NO CAMINHO DA CONQUISTA, by RC
Com sofrimento, com transpiração, com as derradeiras energias, com o derradeiro fôlego. Assim foi a decisão de mais um acesso.
Sim, nem tudo foram flores
no caminho da conquista. O time ressentiu-se visivelmente da ausência do bom
jogador Jean Cleber, responsável pelo equilíbrio das coisas no meio campo,
em parceria com Bruno Silva. Serrato não esteve bem, inseguro, e Alemão dava
mostras de sentir o peso dos anos. Tudo somado explica a facilidade com
que Ciel passou pelo meio, para colocar totalmente livre a bola no canto,
indefensável para Gledson.
Estava criada a situação que tantas
vezes nos afrontou. Os olhos fixos no jogo, o coração oprimido e sempre no
meio do sofrimento aquela centelha lá no fundo da alma dizendo: Sossega,
é o Avaí! Tu sabes. Pois foi assim comigo,
algo dizia que o fenômeno iria repetir-se, que ao fim do jogo estaríamos classificados.
Mas o temor aumentava porque o time
realmente não fazia um bom jogo, não repetia a batalha dos aflitos contra
o Náutico, onde venceu jogando bem, mesmo contra a violência do adversário.
Felizmente Claudinei percebeu os pontos falhos do time, fazendo entrar Valdívia
no intervalo, no lugar do Serrato. Valdívia entrou com fome de jogo, com
aplicação, a todos contagiando e correndo por dois. O time ganhou mais ímpeto.
Com o passar do tempo o Sampaio
Correia foi assumindo atitude mais defensiva, se concentrando em seu campo, ao que
parece, dispondo-se a resistir e manter a vantagem de um gol até o final.
E eis que surgiu o lance do pênalti,
para alegria do torcedor azurra, que compareceu em massa ao jogo, mesmo sob
os temores da pandemia. E Edilson, - não era a escolha certa - cobrou mal
a penalidade, jogando um balde de água gelada nos corações dos Avaianos.
Parecia o fim do sonho.
E eis que entrou em cena o VAR, essa
entidade imprevisível, já polêmica e contestada, responsável por alguns
dissabores já debitados de nossa conta de pontos. E o VAR decidiu que o pênalti
mal cobrado pelo Edilson devia ser cobrado novamente. Valdívia, que entrou no
jogo com fome voraz, assumiu a responsabilidade e foi lá e cobrou e fez. E o
fez perigosamente, um baita calafrio na cervical de cada torcedor azurra,
quando bola passou a centímetros do pé do goleiro, que se projetou para o canto
esquerdo.
Por fim, Claudinei fez entrar Renato no time. E Renato, segunda vez em dois jogos inspirado e predestinado, na cobrança de escanteio por Valdívia, pulou mais alto que todos e cabeceou para as redes, definindo o marcador, para delírio do torcedor na Ressacada. Detalhe, Renato só precisou de dez minutos em cada um dos dois jogos finais, para consolidar o Acesso do Avaí à Primeira Divisão. Renato, sujeito importante!
Roberto Costa, o "RC", é associado do Avaí FC. Foto: Fabiano Rateke / Avaí FC





Faço aqui um registro da gigantesca defesa do Gledson nos minutos finais de compensação, quando foi garantidor, em última instância,
da conquista do Acesso. - RC.
E também, axhoxwie o Copete, que ba gora do cage ada so Renato atravessou na frebte do goleiro, atrapalhando a saída e fazendo com que o mesmo nso chegasse interior na bola.
E também, acho que o Copete, que na hora do gol do Renato atravessou na frente do goleiro, atrapalhando e fazendo com que o mesmo não chegasse inteiro na bola.
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