Série B - Brasil-RS 0x1 Avaí - FICHA TÉCNICA
Jogo: Brasil-RS 0x1 Avaí
Competição: Campeonato Brasileiro da Série B
Rodada: 33ª
Data: 02/11/2021
Hora: 16:00
Estádio: Bento Freitas
Cidade: Pelotas - RS
Árbitro: Diego Pombo Lopez - BA
Árbitro Assistente 1: Edevan de Oliveira Pereira - BA
Árbitro Assistente 2: Luanderson Lima dos Santos - BA
Quarto Árbitro: Jonathan Benkenstein Pinheiro – RS
Analista de Campo: Francisco de Paula dos Santos Silva Neto - RS
Árbitro de Vídeo: Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira – MG
Assistente de Árbitro de Vídeo: Marcus Vinicius Gomes - MG
Observador de VAR: Newton dos Reis Barreira - SP
Gol: Copete (23’2º) para o Avaí
Público total: Não divulgado até o momento
Renda total: Não divulgado até o momento
BRASIL-RS: Matheus Nogueira; Netto (Vidal 35'/2T), Leandro Camilo, Ícaro e Héverton (Paulinho - intervalo); Diego Gomes (Rone 24'/2T), Bruno Matias, Rildo (Caio Rangel 20'/2T); Patrick (Gabriel Poveda - intervalo), Renatinho e Erison.
TÉCNICO: Jerson Testoni
AVAÍ: Glédson; Diego Renan, Fagner Alemão, Betão e João Lucas (Iury 18'/2T)); Bruno Silva, Jean Cléber e Lourenço; Copete (Rafael Pereira 35'/2T), Jadson (Romulo - intervalo) e Getúlio (Valdívia 30'/2T).
TÉCNICO: Claudinei Oliveira
CARTÃO AMARELO
AVAÍ: João Lucas e Vladimir
BRASIL-RS: Patrick
CARTÃO AMARELO
AVAÍ: Bruno Silva
Foto: Divulgação/AFC





André, coisa medonha anda a arbitragem. No jogo de ontem, após a expulsão e, principalmente, no segundo tempo o arbitro tremia igual vara verde. Deve ter sentido o peso da infantilidade da expulsão, não que eu esteja defendendo o Bruni Silva, mas, não havia necessidade. E não é porque o Avai venceu que se pode relevar.
No que concerne a arbitragem a escola brasileira - quando falo escola, me refiro ao contexto formador dos árbitros, quais sejam: CBF, Federações e Imprensa, inserindo-se ai clubes, torcida e jogadores - dão sustentação ao tipo de arbitragem que ontem vimos, com expulsões descabidas, marcação de faltas inexistentes e atualmente a transferência de responsabilidade e o uso do VAR para apitar a mais elementar infração, numa verdadeira apologia ao antijogo.
Vejamos algumas situações de jogo:
Jogador está protegendo a bola, o adversário por trás, tentando roubar, sem cometer quaisquer infração, logo o jogador que está de posse da bola se joga sobre ela, sem dúvida uma falta será marcada, principalmente se o jogador que estiver protegendo a bola for um zagueiro. Se esse tipo de falta acontece dentro da área do time atacante, "nananina-nunca" é marcado pênalti.
Os centroavantes são acossados, chutados, empurrados, na primeira falta um pouco mais dura que fazem, invariavelmente, recebem algum tipo de cartão.
Na disputa de bola aérea o jogador que vê que vai perder a disputa se joga contra o corpo do adversário, só quando é muito escandaloso que algum tipo de falta é marcada.
No jogo contra o Operário, o Cabeça de área do Operário que joga pela esquerda, fez 4 faltas cometendo agressão contra os jogadores do Avaí. Ao ir na bola, chegando atrasado ela se jogava, meio que chutando, sobre os jogadores do Avaí. O árbitro deu cartão amarelo pra ele, já no final do jogo, alegando, pela gesticulação, que seria pelas diversas faltas que ele havia cometido, sendo que não havia apitado nenhuma delas.
E o que dizer da prorrogação do tempo de jogo em razão do tempo de jogo paralizado? Um verdadeiro absurdo, tempo esse que é roubado do bolso dos torcedores, que pagam para ver 90 minituos de futebol e quando muito recebem magros 60 minutos. Um caso para ser contestado com o Código do Consumidor e o Estatuto do Torcedor, pois vendem e não entregam.
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