VITÓRIA SOBRE UMA CAMISA FORTE, by RC
É muito bom quando o "Santo" trabalha a favor. Um pênalti a sete minutos de jogo faz tanto bem quanto um caneco de chope bem gelado. Desde que a bola entre na meta adversária, claro, e foi o que aconteceu. Pênalti legítimo, contestação apenas formal do time do Santos, sem necessidade do apelo ao famigerado VAR.
Curiosamente, temos um ano fora dos
contextos anteriores em relação a pênaltis. Nove, em dezessete rodadas. Uma
boa média para quem acostumou-se a ver os pênaltis acontecerem e não
serem validados. Bissoli vem fazendo o nome no rol dos goleadores com esse
bafejo da sorte. E todos os pênaltis incontestáveis, o que também é importante.
Aberta a contagem com o gol do
Avaí, Barroca trouxe o time um pouquinho mais para trás, como deveria ter
feito em alguns outros jogos, mas sem descurar do ataque, fazendo que o
meio de campo fizesse um trabalho de sanfona, chegando à frente em apoio e
retornando em correria, caso o Santos recuperasse a bola. Deu certo, a rigor o
Santos teve apenas uma chance muito clara, que foi o lance crítico, onde
Wladimir saiu do gol e fez sua mais importante defesa no jogo, garantindo a
vitória e os três importantíssimos pontos.
A estratégia do Barroca neste jogo
foi de importância significativa, impediu que o time fosse surpreendido
com a defesa em desarmonia, haja vista que o Santos visitou muito nossa
intermediária, obteve bom número de escanteios, mas não encontrou facilidades.
Boa atuação da retaguarda, bem o Artur Chaves. Jean Pyerri é o homem do
passe, e Wladimir esteve impecável, vai comemorar com a família um de seus
melhores aniversários. Bela jornada de todo o time.
Claro, muito valeu a vitória, a festa
do torcedor, ainda que o Santos de hoje em dia nada tenha daquela lenda viva do
tempo do Pelé, ou do Neymar. Mas é um grande nome, uma camisa forte e
derrotá-los resulta importante e em grande repercussão no mundo
esportivo.
A arbitragem poupou cartões ao Santos, alguns que deu ao Avaí, em lances idênticos não deu ao Santos. Complicou nosso time para o jogo contra o Ceará, embora cartões bobos foram tomados por jogarem a bola contra o solo em sinal de protesto.
Roberto Costa, o "RC", é associado do Avaí FC. Foto: André Tarnowsky Filho





A respeito dos cartões bobos, tomados de graça, acho que uma conversa ao pé do ouvido deve ser providência do treinador. O time já tinha perdido Bruno Silva e mais outro que esqueci o nome e diante disso cabia aos demais um pouco mais de cautela.
Nenhum árbitro vai anular o cartão dado a um jogador só porque seu companheiro mostrou irritação jogando a bola ao chão. Portanto, o quente é jogar sério. - RC.
Perfeito Roberto, comentei no bom dia azurras de hoje sobre o cartão gratuito e irresponsável que deixa o time com poucas opções de banco.
Desde quando comecei a acompanhar futebol e olha fazem anos,nunca vi juiz voltar atrás num cartão aplicado ou se intimidar com cara feia de jogador revoltado.
E o Sr Bruno que não passa jogo sem o amarelinho faz falta no adversário e (ao time),e ainda quer dar de dedo no juíz.
Foi falta sim e aí sr.cortez se sentiu, pelo justo cartão do Bruno e levou o seu também.
Resultado,os dois fora de um jogo de 6 pontos.
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