Bom dia, Azurras - nº 4.470
DERROTA DE QUEM JOGOU 45 MINUTOS
Ontem
comentei que o Avaí chegaria para seu compromisso pela 23ª rodada
do Campeonato Brasileiro da Série A precisando ser Leão, se superar
em mais uma decisão, que poderia lhe tirar da “zona do rebaixamento”.
Afinal
de contas, era preciso apagar a sequência de cinco resultados negativos, com
dois empates e três derrotas, onde os comandados do técnico Eduardo
Barroca precisavam oxigenar a campanha.
Pelo
que vi na partida, sem me empolgar, considerei que o Avaí jogou um bom futebol na
primeira etapa, foi a melhor que o Internacional, criando boas oportunidades de
gol, mas sem sucesso.
Diria
até que a igualdade no placar não foi justa, visto que Raniele, Bissoli, Muriqui
e Guerrero chegaram ao ataque com boas chances de abrir o placar em favor do
Avaí, mas...
Para
o segundo tempo, até por questões “naturais”, era óbvio que o Internacional
viria diferente, com outra postura, tentando buscar não só um melhor
desempenho, como também a vitória.
Um
adversário mais qualificado, com um elenco jovem, mesclado com algumas figuras
mais conhecidas, competitivo, e que não está na primeira parte da tabela por
acaso, o Saci dominou as ações com o Leão não conseguindo ter a mesma postura, inclusive
facilitando o trabalho colorado pelos inúmeros passes errados.
De
qualquer forma, as duas equipes foram se alternando no ataque, com os gaúchos
muito próximos de chegar ao gol.
O
castigo, e aqui a colocação não é feita pela má atuação do Avaí na segunda
etapa, mas sim pela infelicidade do zagueiro Rafael Vaz, que já nos “acréscimos
dos acréscimos” tocou com a mão na bola, ele que vinha tendo uma boa atuação.
Pênalti, gol do Internacional.
Não
havia tempo para mais nada.
Foto:
Frederico Tadeu/Avaí FC
SUPERAÇÃO
EM UMA ETAPA
Os
números de Avaí e Internacional no Brasileirão mostravam uma abissal diferença
entre o que vem demonstrando um e o que vem praticando outro. Era um jogo de
superação para o Leão da Ilha.
E diria que até certo ponto, ao menos nos 45 minutos iniciais, o Avaí conseguiu
igualar as ações de jogo e até mesmo ter sido melhor na partida, criando boas
oportunidades, inclusive com uma bola na trave no início da partida.
Mas
quando digo que era um jogo de superação, há que se entender que ela deva
ocorrer durante todo o tempo da partida, nos 90 minutos e nos acréscimos...
Ao
que parece, o Avaí só consegue “se superar” na primeira etapa, sendo
invariavelmente dominado pelo adversários no segundo tempo...
DESEMPENHO
PREOCUPANTE
Para
quem sempre considerou o desempenho do Avaí dentro da nossa bela Ressacada como
bom, até surpreendente, creio que as coisas começam a mudar de figura. Em 12
jogos, foram 5 vitórias, 3 empates e 4 derrotas, o que significa 50,00% de aproveitamento.
Fora
de casa está o grande calo da campanha avaiana. 15,15% de aproveitamento em 11
jogos, com uma vitória, 2 empates e 8 derrotas.
No
geral, 33,33% de aproveitamento, conforme números do departamento de Matemática
da UFMG, com 23 jogos disputados, 6 vitórias, 5 empates e 12 derrotas...
Não
se consegue a permanência na elite do futebol brasileiro perdendo mais do que
ganhando...
DECISÃO
PERDIDA
A
tendência por razões óbvias é de que as coisas estão complicado. Depois de ter
passado 21 rodadas fora da “zona do rebaixamento”, na última o Avaí ficou na
17ª posição, perdendo a 16ª colocação para o Cuiabá em função do saldo de
gols...
A
partida de ontem contra o Internacional era uma decisão para o Avaí, que só
dependia de suas forças para vencer e alcançar a 15ª colocação. Não há como
entender diferente, a derrota no último minuto foi dolorida, e pior que isso,
uma decisão perdida pelo Leão da Ilha...
SÓ
O AVAÍ NÃO SE FAVORECEU
Exceção
feita a vitória do Goiás sobre o Atlético-MG, no sábado, em Belo Horizonte,
todo o resto da 23ª rodada foi favorável ao Avaí, mas só o Leão da Ilha não
conseguiu se ajudar...
A
chance perdida de estar na 15ª colocação na 23ª rodada foi pelo ralo, e mesmo
sem vencer nas últimas seis rodadas, com quatro derrotas e dois empates, o Avaí
depende só de suas forças para sair da “zona de rebaixamento”.
Acorda,
Leão!
AUSÊNCIA
SENTIDA
Quando
fiz a publicação da “Bom dia, Azurras” de ontem, ainda não havia sido publicada
a relação dos jogadores para a partida contra o Internacional, pairando no ar a
possibilidade do Avaí contar com o atacante Pottker. Não aconteceu.
Sem
sombra de dúvidas, diria que a ausência de Pottker tirou muito da força
ofensiva do Avaí, quer por investidas, que propriamente na disputa de bola e
até de uma marcação. Muriqui, por exemplo, é muito mais lúcido, porém, seu
raciocínio já não é acompanhado pelo corpinho de 36 anos...
SEIS
POR MEIA DÚZIA
Havia
uma grande expectativa da Nação Avaiana por reforços na janela de
transferência, encerrada no último dia 15, e mesmo sendo a segunda equipe que
mais contratou, ao menos numa avaliação inicial, diria que nenhum dos
contratados fez os olhos brilhar, bem pelo contrário...
Pode-se
dar um desconto por ser um primeiro jogo diante da torcida, por terem tido
pouco tempo de mostrar seu “verdadeiro” futebol, mas Thales Oleques, Lucas
Silva e Pablo Dyego, não são melhores dos que saíram, nem melhores dos que já
estão no elenco. Simples assim.
ÓTIMO
PÚBLICO
Jogar
numa segunda-feira, às 20 horas, só é bom quando o clube tem a partida
transmitida pela SporTV, que coloca muita grana no cofre, como foi o caso do
Avaí ontem, mas em geral é prejuízo certo...
A
partida de ontem teve o terceiro maior público nas 12 partidas do Brasileirão
na Ressacada, um ótimo público, com a presença de 13.911 torcedores.
A
Nação Avaiana tem cumprido seu papel com um bom número de torcedores a cada
partida: 5.081 contra o América-MG, 5.883 contra o Goiás, 8.548 contra o
Coritiba, 9.355 contra o Juventude, 11.962 contra o São Paulo, 8.937
contra o Fortaleza, 15.223 contra o Palmeiras, 13.103 contra o Cuiabá, 8.674 contra o Santos, 17.557 contra o Flamengo, e 12.648
contra o Corinthians.
A
próxima partida será contra o Athletico-PR, um domingo, 11 de setembro, às 11
horas, quando deveremos ter outro ótimo público.
Agende-se!
Saudações AvAiAnAs!













Associe-se ao Avai e receba duas decepções por semana. Garantido.
Mea culpa...
Barroca pode/deve ser cobrado, mas na medida de sua responsabilidade, pois não pode fazer milagres.
Muriqui e Guerrero, por causa da idade nao estão rendendo! Lucas Silva errou TUDO. Jean Pyerri parece que estava na feijoada e entrou na pelada de fim de ano. Bressan seguedando sustos com passes na frente da área.
Aliás, no segundo tempo, muitos contra ataques do Leão foram fulminados pelos passes errados, não pela marcação do Inter. Pior, passes simples!
Dois fatos chamam a atenção, nas primeiras rodadas do turno, o Avaí aguentava mais, agora morre no segundo tempo. Talvez por ter um dos elencos com maior média de idade.
Outro fato, na primeira metade do turno, o Leão tinha jogadas ensaiadas nas bolas paradas, porém, voltamos ao patamar Claudinei. As bolas são alçadas na área pra tentar na sorte, sem oferecer qualquer perigo.
Já vi essa novela em outros anos.
Só uma pergunta Jean Pierre não tinha saído do Avaí? Porque jogou ontem?
40 minutos do segundo tempo, é bola pro mato e se apegar a 1 minguado ponto.
50 minutos, juíza com apito na boca pra encerrar o jogo, lateral a nosso favor.
Faltou inteligência aos veteranos boleiros do orgulhoso professor que jogam em estado de excelencia, cobrarem nos pés de um jogador,e este dar um balão pra frente, quem sabe até saindo pra tiro de meta.
Na cobrança, árbitra terminaria.
Era jogo de homens, não de sub 20.
Uma obs:
No primeiro tempo,bola no meio campo de posse nossa, aí abriu um buraco na lateral esquerda esperando uma infiltração para ir na linha de fundo ou até invadir a grande área.
Más não apareceu ninguém e a bola foi recuada.
Isso é falta de treino.
Uma semana é pouco né?
Ou então,os alunos estão fritando o seu orgulhoso professor com seu plantel de excelência.
Aquela secadinha nos resultados do fim de semana, ontem foi comemorada pelos concorrentes também.
Agora que se virem nos próximos jogos do"nosso"campeonato,ou ganhem,ou ganhem,ou adeus cota série A 2023.
Se jogou é porque não saiu. Na verdade é apenas boatos e esta saída precisa ter o aval do Avaí.
Será que o nosso técnico não percebe que falta força ao time em TODOS os jogos no segundo tempo? Aí ele deixa o Bruno morto em campo, o Ranielle cansado por ter corrido por três, e mete o JP?
O Cortez toca bem a bola, mas é um peso morto, não chega na linha de fundo, não cruza no gol, defende com os olhos (assiste aos cruzamentos de dentro do campo). Ele não pode colocar o Natanael?
O Avaí vendeu o Arthur no último dia da janela, sem poder usar o recurso que vai receber. Vamos usar na série B 2023? Venderam o Morato que não minha visão era o ponto de equilíbrio meio-ataque (aguentava um jogo inteiro, fazia gols e dava assistências - quem hoje faz isso? Muriqui? Guerrero?
Falta inteligência técnica ao Avaí, e nisso incluo Diretor de Futebol, comissão, TODOS!
Uma gigante infelicidade ontem com o melhor zagueiro que temos, como ele ficava no banco do Bressan? Tínhamos o vice líder da artilharia e trouxeram um ex-jogador que não consegue nem aparecer na área nos cruzamentos.
O time não é ruim e o resultado foi totalmente injusto, mas falta um pouco de inteligência a toda a comissão técnica...principalmente nas substituições. Ontem era para ter colocado Natanael, Jean Cleber, Lucas Ventura, Renato ou Rômulo, velocidade e força
Completando:
As jogadas não treinadas que comentei no texto acima,na verdade,nem precisariam de treino,pois isto se vem em todas as partidas de todos os campeonatos, é o óbvio,e garanto que já treinaram com outros professores por onde jogaram.
Falta inteligência,lucidez, e o tal estado de excelência tão comemorado pelo orgulhoso professor.
Há,uma pergunta:
Nathan,aquele do cruzamento na cabeça do Bissoli, ainda está no clube?
Se está,qual punição está cumprindo?
A de fazer aquele primoroso cruzamento?
A única saída é gerar um fato novo para oxigenar o Time , ou seja, demissão do Barroca que já está de prazo vencido há algum tempo. Aliás, Barroca sempre foi um técnico de tiro curto por onde passou. Quando ele chega faz aquela "fumaça, mas logo em seguida o time cai de produção e é exatamente o que está acontecendo no Avaí. Em resumo: continuar com Barroca é série B no ano que vem. Com outro técnico ainda teremos algumas chances de salvar o ano. De qualquer forma seria bom que a direção comece a plantar o ano 2023.
André, bom dia!
Ouvi atentamente a entrevista ontem do Barroca e sinceramente não dá mais pra aguentar esse discursinho furado dele, tá falando muito e trabalhando pouco, começou bem mas já deu pra ele, infelizmente perdeu a mão e não vai mais conseguir extrair nada desse elenco. A entrevista dele é aquela típica média pra manter o emprego mas em nada justifica suas escolhas teimosas, time mal escalada e demora uma eternidade para mexer, alguém precisa avisar pra ele que a FIFA liberou fazer 5 alterações no jogo e que se o time está fisicamente cansado ele pode utilizar esse recurso antes dos 15 minutos do segundo tempo.
Se a diretoria ainda sonha e acredita no projeto da permanência é necessária a mudança do comando técnico do time, caso contrário, seguiremos a passos largos para mais um rebaixamento.
Abraços
Vou falar sobre algo que os colegas acima não falaram, até para não ficar repetitivo. Barroca acabou com o desempenho do Bissoli colocando ele para jogar de ponta. Não tem explosão de ponta e qualidade nesse espaço. Não é jogador de bons cruzamentos e de jogar próximo da linha de fundo.
Não dá pra jogar Bissoli e Guerrero juntos, a não ser em condições de 4-4-2, por exemplo, com os dois na área. Jogou o moleque na ponta em dois jogos e ele simplesmente não rendeu.
Natanael poderia fazer a função muito bem.
Enfim, os erros seguem sendo cometidos pelo treinador e tudo bem que o resultado poderia ter sido melhor mesmo assim. Mas isso não justifica.
Eu particularmente jogaria com Bissoli primeiro tempo e Guerrero colocava para jogar no segundo tempo, para dar novo gás, já que não consegue jogar o jogo inteiro com intensidade. Um ou outro, sempre alternando entre eles, aproveitando melhor o desempenho que cada um deles pode dar.
No lugar de Eduardo não teria colocado JP, pra não perder a trinca de volantes. Teria colocado outro volante e tinha 3 opções à disposição: Lucas Ventura (nonoca), Jean Cleber e Galdezani. O primeiro inclusive dá mais consistência à nossa defesa e poderia desonerar um pouco mais o Bruno da marcação, que já não aguentava mais correr, mas é bom na organização do nosso meio.
JP nesse jogo só poderia ter entrado, e olhe lá, no lugar do Muriqui ou de algum dos centroavantes que estavam na equipe, já que não marca ninguém igual a eles.
Enfim, Barroca limitado, só muda para o ataque (inclusive colocou dois jogadores novos, recém chegados e com pouco treinamento com o grupo, preterindo outros que já estavam há bem mais tempo com a equipe, o que até seria justificado se esses novos fossem craques) e inegavelmente não consegue ocupar o meio de campo.
A cena se repete jogo a jogo, muito espaço no meio, adversário não tem dificuldade de jogar a bola na nossa área, de chegar tabelando, de chutar de longe. Falta esse primeiro combate ali na frente.
Acho que o Barroca já deu o que tinha que dar e estamos só caindo de produção com ele, jogo a jogo.
Vamos esperar até quando?
Luiz Henrique Pereira
Esse Rafael Vaz veio de que time?
Pra mim o Avaí pode ser rebaixado ainda hoje. Basta terminar o dia e a Diretoria não ter anunciado a demissão do Barroca
Algemiro, jogava no exterior. Último time no Brasil foi o Goiás.
Já teve passagens por Vasco, Flamengo, Universidad do Chile, etc.
Mas hoje não está na sua melhor forma...
Luiz Henrique Pereira
Já era. Infelizmente nosso treinador não sabe jogar nosso campeonato. Ficar dois turnos no mesmo esquema e sem jogadores de alto nível pra isso não é possível ficar fora da zona de rebaixamento. Futebol é preciso de inovações, esquemas táticos que possa surpreender o adversário, e não ser previsível com todos. Agora uma realidade mais cruel, é demitir o Barroca, e quem será o substituto?
Acho que o Barroca tá se perdendo em campo para tentar não perder o vestiário... mas assim, a vaca vai pro brejo.
Fora isso, se olharem todo o lance do penalti será fácil identificar que o galdezani (não sei pq entrou) deixou a bola "brincar" dentro da área para tentar sair jogando, com uma finta de corpo, no adversário, mas deu errado e acabou no Vaz (melhor em campo junto com vladmir) cometendo o deslize final.
Uma pena.
A decisão, como costumas falar, derradeira, é contra o coritiba, próximo jogo.
Sem recuperação fora já contra o coxa, esquece e planeja 2023 na B.
Por que o Barroca não muda o estilo de jogo do Avai, colocando o Jean P. no meio e sacando um atacante? Mas se o Jean P. não é o meia que precisamos, por que o Barroca não tenta o Muriqui na armação? Desta forma povoa o meio e não sobrecarrega Bruno e Ranieli. Tem que tentar algo novo, tempo entre os jogos ele tem, mas parece que está gostando do que vê.
Reage meu Avai...
Claudinei tinha esquema decorado e não mudava nunca. Barroca também é assim. A sugestão do George pode ser uma alternativa boa. Ou seja 4 defensores, mais 4 no meio (3 volantes e o Jean Pierre) e 2 atacantes. 4.4.2. Mas na Ressacada há muito tempo não tem um Moisés Cândido pra falar série com o Barroca.
Corrigindo:
*Natanael o do cruzamento.
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