VAMOS DISPUTAR A LANTERNA, É O QUE PARECE, by RC
O Avaí foi derrotado ontem em Curitiba. Foi um jogo onde a pobreza técnica de ambos os
lados foi tanta que chega a ser imoral que faça parte de um campeonato de série A, do futebol brasileiro.
A 16 minutos de jogo fiz minhas
primeiras observações: O Avaí não consegue acertar mais de três passes
seguidos. O Coritiba faz uso do antijogo, chega junto e até bate.
A 30 minutos anotei que só o Coritiba
conseguia chegar na área adversária. O goleiro Muralha, um privilegiado
assistente.
O Coritiba exercia marcação especial
sobre Pottker e Barroca não se tocou de fazê-lo jogar pela esquerda, variar de
posição.
Confesso que, na condição de
torcedor, não sei se os jogadores realmente não têm a devida qualidade para
desempenhar um futebol de qualidade, ou estão descontentes. Não se percebe um
futebol de tesão, de luta, de vida. Por outro lado, quando o jogo é
contra os times grandes, do Rio, São Paulo e Minas a coisa muda, todo mundo
corre, todo mundo pega junto, divide, até o Flamengo foi enfrentado com raça e
não fosse o VAR, talvez não tivéssemos perdido. Portanto, há uma
possibilidade de que o problema não seja físico, mas de motivação e nesse caso
cabe à diretoria investigar se o Barroca tem ou não o grupo nas mãos.
Outra coisa que precisa ser observada
é o preparo físico. Contra o Internacional o time aprontou uma
correria nos primeiros 15 minutos, encurralou o adversário, mas durou
pouco. O Inter adiantou a marcação, equilibrou o jogo e foi tomando conta. Ao
fim nossa rapaziada estava entregue.
Mas o Barroca é daquela banda que
aferra-se a um esquema de jogo e não muda. O time está mal, não desenvolve,
mas ele, à espera do milagre, mantém tudo como começou, mesmo com o número
de derrotas aumentando.
No gol do Coritiba a turma da
contenção estava num relax total, todos olhando sei lá o quê, e a bola lá da
intermediária chutada foi pegar o Vladimir desconectado, e lá se foram
preciosos pontos, para o Coritiba, do "nosso campeonato", o que é
pior.
Desculpem-me os que pensam diferente,
mas Claudinei trabalhava melhor os times limitados que o Avaí lhe entregava.
Com o esquema 3-5-2 , é claro.
Se nada for feito, com esse time, com esse futebol, vamos disputar a lanterna, é o que parece.






Quem sabe um treinador da equipe de baixo? Pior não fica. RC.
Diretoria presente e transparente fora de campo e omissa dentro das 4 linhas...
Fora Barroca!
3x5x2 foi pra ontem, se fizesse isso, já estaria bem melhor. O cara parece ser viciado no 4x3x3, hoje no Avai não funciona. Chegamos em sexto na série A, com o eficiente 3x5x2!
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