Bom dia, Azurras - nº 4.524
HOJE
TEM LEÃO PELA TV
Fico com as palavras do querido amigo Felipe
Warken do Vale Pereira:
“E o pior é
que se fosse em outras épocas, a gente até poderia usar isso pra motivar o time.
Mas sabe que meia dúzia de jogador boleiro, perna de pau, nem pra isso vai
servir um caso desse, mas parece que eles entram mais desmotivados que minha
mãe, que joga bola.”
Ele tem razão. O que aconteceu com o Avaí esta
semana beira o absurdo, uma vergonha com as digitais do STJD, que tentou, por
via indireta, favorecer o prestigiado Fluminense, que vem de três derrotas
consecutivas e precisa da vitória, desesperadamente, para se manter no G6 da
Libertadores.
Em condições normais de “temperatura e pressão”, o
Tricolor carioca não assusta, sendo perfeitamente possível impor a ele mais uma
derrota, como fizeram recentemente Atlético-MG, Atlético-GO e América-MG.
Todavia, desde a chegada do falastrão Lisca, diria
que o Avaí perdeu o brio com que disputava as partidas, até mesmo dentro da
nossa bela Ressacada. Não sou viúva do Barroca, entendo que com ele no comando
o Leão não escaparia do rebaixamento, mas a escolha da diretoria pelo técnico
atual foi um desastre ainda maior.
Não há muito o que falar, numa semana em que o
futebol foi deixado de lado, somado com a interferência descabida do STJD, e as
péssimas atuações do Avaí nas últimas cinco partidas, nos resta aguardar a
transmissão da TV...
INDEFERIDO
Conforme havíamos publicado ontem, o avaiano e
advogado Grégor Goulart de Oliveira, conselheiro do clube, havia impetrado Mandado
de Segurança no Fórum do Rio de Janeiro, com intuito de obter a liberação de
torcida mediante venda de ingressos para a partida de hoje, Avaí x Fluminense.
Segundo o próprio Grégor, o pedido foi indeferido,
sem análise do mérito, porque a Juíza de plantão, Rita de Cássia Vergette
Correia Aidar, alegou ilegitimidade da ação, em função de que o impetrante não
teria como questionar uma decisão da CBF.
Assim, sem análise do mérito, ficou prejudicado
também o pedido feito subsidiariamente, de liberação da entrada do impetrante e
seu filho, sócios do clube.
PRESTÍGIO
A imagem acima é simples: Goiás x Corinthians, que
deveriam jogar ontem, foi suspenso por outra canetada do presidente do STJD,
Otávio Noronha, que para não confrontar decisão da Justiça goiana, de ter torcida
única no confronto, sem a torcida visitante, atendeu ao pedido do clube
paulista...
É apenas mais um exemplo de como são tratados os
tais “clubes grandes”, que sempre terão seus pleitos atendidos. Ainda que em
situações diferentes, fica ainda mais estranho a presidência do STJD ter tirado
de pauta o julgamento do Avaí...
DESPRESTÍGIO
No caso da Macaca, na partida diante do Vasco da
Gama, o jogo chegou a ser interrompido em função da briga generalizada entre as
duas torcidas no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas.
As cenas rodaram todos os programas esportivos, e
diria que a pena imposta ao clube campineiro tinha sua razão de ser. Estranho
que no Sul da Ilha, o ato de vandalismo recaia sobre o clube, penalizando-o sem
qualquer direito de defesa, e pior, antes mesmo do julgamento.
Vergonha!
PILANTRAS
Depois da decisão da Justiça comum, de Goiás,
rapidamente o STJD e a CBF trataram de suspender o jogo em nome da “igualdade”
de condições. A partida, obviamente, estava na grade do Premiere, e com a
suspensão, os comentaristas da emissora que detém as transmissões repetiam a frase
frequentemente, fortalecendo a decisão no tribunal carioca...
Por sua vez, nenhuma importância foi dada pela
imprensa nacional à injusta pena imposta e ao desrespeito do STJD para com o
Avaí. O tom dado em relação ao caso do Corinthians, mostra com clareza solar
valemos nada pra eles.
SEM
FORÇA
Os dois casos citados acima, de Corinthians e
Ponte Preta, mostra sem qualquer sombra de dúvidas, de que o futebol paulista, com
o respaldo de uma federação forte, com um presidente atuante, segue dando as
cartas no futebol brasileiro. Mirassol, campeão, e Botafogo, subiram para a
Série B. São Bernardo subiu para a Série C.
Enquanto isso, temos um presidente de português
ruim, que não consegue se impor nem dentro de Santa Catarina. Três clubes nas
últimas posições do grupo na Série D. “Doladelá” enraizado na Série C. Brusque
caindo para a Série C e Chapecoense quase caindo também. Sobra o Criciúma que
faz uma boa campanha, brigando até o fim pelo acesso...
E o Avaí? Agonizando...
REINVENTAR
O futebol de Santa Catarina precisa ser
reinventado, e não será pelas mãos desse fazedor de macarrão, que caiu de
paraquedas na presidência da FCF, sem ter o mínimo traquejo para comandar a
instituição.
Há anos, e não é de hoje, que temos um Catarinense
deficitário. Ainda pior é essa famigerada Copa SC, criada para dar uma vaga na
Copa do Brasil para quem não tem competência de se estabelecer no Catarinense
ou pelo ranking nacional de clubes.
Está na hora de mudar, TUDO, até mesmo essa
migalha paga por quem tem os direitos de transmissão.
MEA-CULPA
– BDA nº 4.523 – 15/10/2022
Que
fique bem claro uma coisa: o Avaí está na 19ª colocação do Brasileirão por sua
conta e risco, por ter montado um elenco capenga, por ter perdido pontos
preciosos em confrontos diretos na Ressacada, por ter feito apostas em
jogadores e técnicos que não corresponderam. Simples assim.
De
qualquer forma, em nada muda a responsabilidade do STJD no caso em tela, que
deveria colocar o caso avaiano em julgamento, ao invés de impor pena tão
desproporcional, e o que é pior, sem julgamento.
Mais
que o clube, esse torcedor advogado travestido de “Xandão do STJD”, penalizou
ainda mais o torcedor do Leão da Ilha, e consequentemente, o futebol.
APANHANDO
Muitas
críticas tem sido feitas ao STJD, inclusive por aqui. No entanto, como sempre
digo, esse tribunal é composto apenas e tão somente por “advogados torcedores”,
tal qual o TJD-SC, por isso não surpreende o número de lambanças cometida por
eles.
Pouco
tempo atrás, domesticamente, o Avaí tentou indenização pelos danos causados
pela torcida adversária no clássico, mas o TJD-SC entendeu que o “doladelá” não
tinha nada com aqueles atos de vandalismo...
Revés
nos tribunais não é novidade para o Leão, pior foi ver nas redes sociais o
causídico “doladelá”, que mais parece um “boto”, comemorando o fato de ter “inocentado”
seu clube, juntamente com os outros “advogados torcedores”...
OS SUBURBANOS
Muito engraçado o
vídeo extraído de “Os suburbanos – o filme”, em que Jojo Todynho contracena com
Babu Santana. O filme estreou semana passada.
Na história, Jefinho (Rodrigo Sant’Anna) é um
piscineiro que sonha se tornar um famoso cantor de pagode e forma a banda ‘Farol
do Pagode’ com o primo Wellington (Babu). Jojo faz uma participação especial
como uma vizinha que é paquerada por Jefinho.
Na cena que assisti, Babu aparece vestindo a
camisa do Avaí...
Saudações AvAiAnAs!










Que bom, que,não vai ter torcida no jogo de hoje. Já pensou pegar trânsito pesado, chuvarada, cerveja cara, refri caro, ingresso caro, para assistir filme de terror. Que os perebas fiquem bem a vontade.
Para fazer o que não fizeram até agora.
Pelo menos assim não assistimos o filme de terror ao vivo no estádio!
Bom dia
O 2019 que não acaba.
Não é de hoje que o AVAÍ é tratado diferêncialmente com prejuízos em todas as esferas.
Se tivesse montado um time competitivo como exige o campeonato, não precisaria estar preocupado com a falta
de público hoje.
Ou com a imoralidade das ações vindas da CBF.
Contínuo afirmando:
Para cada gol mau anulado, coloquem mais um nas redes deles.
Para cada ação de proteção aos grandes, que coloque em campo uma equipe aguerrida,vencedora,identificada com o hino que é nossa certidão de nascimento.
Do jeito que o Avaí anda jogando, é um descanso para o torcedor não ter o desprazer de ir no campo para ver esses perebas jogarem que não honram as calças que vestem, jogando um mínimo que se possa dizer que é futebol. Atualmente esse time está mais para paracetamol, é dor de cabeça todo jogo.
Quando se assina um contrato apenas pensando no dinheiro na conta para bancar os luxos e baladas, a imagem de perdedor perante as suas famílias e torcedores, não faz a mínima diferença, pois essa sim fica pra nós como retorno do apoio que damos, sacrifícios de anos em intermináveis filas,no frio, calor, sol ou na chuva, e tirando do nosso minguado salário valores para ver esses descompromissados usarem suas chuteiras estilosas com o nosso glorioso uniforme.
Isso é uma ofensa aos que vestiram esse uniforme e nos deram dias de glórias e escreveram nossa história nesses 99 anos que nos enche de orgulho.
Mas não tem nada não,o clube fica e continuará sua história com futuros homens que saberão usar este uniforme com respeito e dignidade.
Quanto a esses,com poucas excessões não deixarão suas marcas na calçada da fama, nem em nossas memórias.
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