quinta-feira, 26 de janeiro de 2023

Bom dia, Azurras - nº 4.626

AÇÃO

Creio que o Avaí, e aqui dirijo-me diretamente ao presidente do clube, Júlio César Heerdt, está deixando a “banda passar” outra vez sem entrar no ritmo da música, ou se não entenderam, do futebol.

 

Está na hora, e até já passou, está atrasado, de estreitar relações com a torcida, não com a emissora detentora de transmissão do Campeonato Catarinense. Creio que o mais interessante seria ter a torcida ao seu lado, ao invés de “elogios encomendados”...

 

Por mais que se queira um Avaí moderno, o primeiro jogo na Ressacada este ano foi de enrubescer dirigente que tenha vergonha na cara, tal o amadorismo com que o torcedor avaiano foi tratado. Pior que isso, logo em seguida se soube do cancelamento do clássico e da rodada, deixando o futebol Catarinense de folga no fim de semana...

 

Creio, imensamente, no discurso do mandatário avaiano, desde antes da eleição, mas hoje vejo que precisa praticar com ações o que disse em discurso. Não é com sorrisos fáceis, nem com tapinhas nas costas, que conseguirá mudar o tsunami de 2022, que começa a preocupar a imensa Nação Avaiana na atual temporada.

 

Ações geram esperança. Comparecimento em “reuniões sociais”, nada agregam ao clube ou ao torcedor. A esperança se torna real na medida em que ações são tomadas, não por risinhos à frente de um microfone...

 

Nossa paixão pra toda vida chama-se “Avaí Futebol Clube”, não é uma família, não é um grupo de amigos. Se querem efetivamente ter um Avaí forte, Centenário, duradouro, há que se ter ouvidos para aqueles que estão ligados ao clube, de uma forma ou de outra, não dando audiência para raposas de pauta combinada.

 

PERDEU

O Avaí perdeu na noite de ontem para o Hercílio Luz, 1 a 0, nos acréscimos do segundo tempo. Creio que a equipe do técnico Alex de Souza não tem do que reclamar...

 

Se futebol tem 90 minutos, que se jogue buscando a vitória desde o primeiro minuto, até porque aquela “mágica” ocorrida em Itajaí não acontecerá sempre, como não aconteceu em Tubarão.

 

Venceu quem buscou os três pontos com mais intensidade. Num jogo pobre tecnicamente, o gol de pênalti premiou a melhor equipe.

 

ALEX

Tenho escrito vários elogios ao técnico Alex de Souza, e sigo acreditando que poderá ser muito feliz no Avaí, e consequentemente, nos dar muita felicidade...

 

No entanto, não entendo qual a razão para seguir mantendo a mesma formação de meio de campo, insistindo com Eduardo e Robinho, duas figuras extremamente nulas em quase todos os quatro jogos?

 

Será que não tem ninguém melhor nesse elenco, ou até mais “empolgado” por jogar?

 

RANIELE

Está certo que o time não foi bem, mas logo o melhor jogador, daquele que mais se espera, Raniele, não poderia ter uma atuação tão abaixo da crítica como teve na noite de ontem.

 

Outro detalhe: Raniele pode jogar melhor como segundo volante, até porque como primeiro não vem surtindo efeito. Que seja o “8”, coloquem Eduardo no banco e que Robinho volte a jogar quando estiver em forma. Outra figura nula para quem ostenta a camisa 10...

 

ELENCO DUVIDOSO

Ontem no “Marcou no Esporte”, disse claramente que esse meio de campo que seria escalado para a partida, Raniele, Eduardo e Robinho, e foi mesmo, não deve terminar a competição como titular.

 

Por isso mesmo, entendo cada vez menos a insistência do técnico Alex de Souza com a formação do atual meio de campo. Fica a pergunta: qual o “potencial” desse elenco?

 

Um time que propõe jogo não pode errar um milhão de passes no meio de campo, deixando de bandeja os contra-ataques para os adversários. É um meio de campo medíocre, que faz o ataque passar fome, não dando um único chute no gol o jogo inteiro.

 

E os reservas?

 

TENDENCIOSO

O árbitro de Forquilhinhas, que apitou pela primeira vez uma partida do Avaí fora da Ressacada, mostrou-se bem tendencioso. Em menos de 10 minutos, amarelou Natanael, tirando do clássico, numa falta absolutamente normal.

 

Aliás, amarelo para o time do Avaí foram vários, mas só Natanael estava “pendurado”. Coincidência? Vão chupar prego até virar parafuso, se acreditam nisso...

 

Luiz Augusto Silveira Tisne é fraco, porém, não estou aqui colocando a culpa da derrota em sua conta. O Avaí poderia ter jogado muito mais do que apresentou...

 

Agora aquele pênalti, não vou brigar com as imagens, foi forçado demais e Tisne já sabia o que queria. Simples assim.




Saudações AvAiAnAs!

4 Comentários:

Sandro Azevedo disse...

Impressiona um time profissional que tem aproveitamento praticamente nulo nas bolas paradas.

É um absurdo, os jogadores não conseguem acertar sequer no gol! Impossível dizer que treinam.....

Raniere disse...

André, concordo com a tua opinião sobre Eduardo e Robinho. São nulos e tiram o dinamismo do jogo. Porque mantê-los no time? Outra coisa, qual é a função do Eduardo no time? Confesso que ainda não entendi.
Sobre o Raniele, este pode render mais. Talvez numa função diferente no meio de campo, quem sabe.
O Avaí propõe o jogo e os adversários dele jogam pra ganhar a qualquer custo.
Grande abraço.

Carlos avaiano disse...

Não dá prá aceitar.

Aceito derrota por falta de capacidade técnica.
Aceito derrota por falta de dinheiro na montagem do elenco.
Aceito derrota por falta de preparo físico.
Mas por falta de inteligência, dói.
E falta na área é marca da cal.

GeorgeAB disse...

Não gostei do que ví!!! Foram 4 faltas na entrada da área com 4 batedores diferentes.
Os piores (pra variar) foram Eduardo, Raphael e Talles (este é ridiculo). Não bastasse o péssimo futebol
perdemos o Natanael para o Clássico. O Avai de ontem me lembrou do Avai de Claudinei.

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