ÁRBITROS PRECÁRIOS, by RC
Não se repetiram as duas boas atuações anteriores.
Porque o Guarani é mais time, é o que me parece. Mas a derrota de ontem não se explica exclusivamente
pelo potencial do Guarani. O árbitro, de terceira categoria, num lance infeliz(?) contribuiu para a
virada no placar obtida pelo time Paulista.
Foi visível que a falta apitada, do Pottker sobre o adversário, não existiu. Potkker venceu-o em velocidade e sua mão tocou-lhe o peito, do que aproveitou-se este encenando uma agressão no rosto. Encenação que ainda rendeu um cartão amarelo indevido para o Avaiano.
Com a "infração" assinalada, a posse da bola passou ao
Guarani, que foi ao ataque e conseguiu nos últimos segundos do primeiro tempo o
gol de empate. Certamente a mudança no placar obrigou o Barroca a alterar tudo
aquilo que mentalizava para o segundo tempo. Assim o desenho do jogo para
o segundo tempo ficou alterado no apagar das luzes do primeiro, com
prejuízos para o Avaí, que teria que sair para o jogo, enfim, arriscar mais,
abrir-se. E foi o que aconteceu.
Estranho que numa era em que a eletrônica cada vez mais vem sendo empregada
para aprimorar decisões e esclarecer dúvidas de arbitragens, com investimentos
de vulto, árbitros tão precários sejam escalados em jogos oficiais de um
Campeonato de Âmbito Nacional. Vários lances de chutes em tornozelo, em
canela, sem o mínimo intuito de tocar a bola, aconteceram, sem a devida
punição. Isso em resumo é agressão, passível de expulsão.
Quanto ao futebol, é preciso que Barroca, com os reforços que vieram,
consiga armar um time mais competitivo, para garantir no mínimo a
permanência na B e se os demais bobearem, quem sabe até o acesso.
* Roberto Costa, o "RC", é associado do Avaí FC. Foto: Guarani FC






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