Por que não a Kety?
Calma!
Não estou falando daquela bela morena em que por vezes encontrei
nas festas do salão da Copa Lord, em finais de domingo, numa época em que ainda
tinha franja...
Refiro-me a marca estampada na bela camisa do Atlântico, da
Barra do Aririú, presente que ganhei do amigo e eterno presidente Murilo
Moreira, outro avaiano muito preocupado com as coisas do nosso Leão da Ilha.
E toco no assunto porque na última sexta-feira, o presidente
do Avaí, Júlio César Heerdt, em entrevista concedida ao programa “Marcou no
Esporte”, abordou o assunto sobre o novo patrocinador do material esportivo do
clube.
Em
síntese, sobre este assunto, o que foi dito pelo mandatário no programa, o leitor
do Blog do Tarnowsky já sabia: o Avaí tem tratativas com a Umbro, atual
fornecedora, com a Volt, que apresentou a melhor proposta, além de Reebok, que
veste o Botafogo, e a Kappa, no Vasco da Gama, com propostas mais acanhadas.
É
grande a possibilidade do Avaí vestir Volt no ano que vem. E o negócio
entabulado não é apenas no gerenciamento de lojas, a da Ressacada, bem como a
que surgirá na Rua Bocaiuva, ao lado do shopping. O número de peças do enxoval
está pendendo o negócio para a empresa instalada em Joinville...
Num
grupo de WhasApp formado por conselheiros avaianos, Gregor Goedert de Oliveira
juntou matéria do GE, clique AQUI e confira, em que o Santa Cruz tenta romper
antecipadamente o contrato com a Volt, por "verificação de reiterado descumprimento
das obrigações assumidas".
Na mesma conversa, outro conselheiro,
Vandrei Sancler Bion, reafirma a matéria, sendo esse o mesmo sentimento externado
pelo presidente “doladelá”, em conversa que tiveram na solenidade do Centenário
avaiano.
No meu entendimento, ainda que possa ver
vantagens na proposta da Volt, vou na mesma linha do ex-conselheiro Newton
Ferraz D’Ely, de que passar a vestir Volt seria um retrocesso para o Avaí. E
como se viu acima, um retrocesso de grande risco!
Vale lembrar, o Avaí já vestiu marca
própria, e não é de hoje. Na época do presidente Flávio Ricardo Félix, foi
lançada a “Avaí Sport Line”. Mais recentemente, na gestão de João Nilson
Zunino, montou-se a “Fanatic”, em parceria com a Pieri Sports, do querido
Edeval Pieri, agraciado com a medalha de honra ao mérito Saul Oliveira no
último aniversário do clube.
Posso imaginar que o mandatário avaiano
queira maximizar os lucros do clube no material esportivo, talvez até com uma
nova empresa, assim como entendo a lógica do dirigente Lucas Pedroso, que vem
tomando a dianteira nas negociações, assim como tenho certeza que lhe falta
conhecer um pouco mais do que é o Avaí Futebol Clube.
Se dentro de campo a atual gestão ainda
não encontrou seu rumo, sem conseguir dar uma semana de tranquilidade ao seu
torcedor, parece que fora dele os dirigentes estão caprichando para um novo e
desnecessário embate com seu maior patrimônio.
Se querem inovação, “paninho” novo, por
que não a Kety?






Gostei! Quem sabe dar abertura a novas empresas e locais ajude. É uma forma de ter bom produto e baratear o preço. 👏👏
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