domingo, 10 de setembro de 2023

Por que não a Kety?

Calma!

 

Não estou falando daquela bela morena em que por vezes encontrei nas festas do salão da Copa Lord, em finais de domingo, numa época em que ainda tinha franja...

 

Refiro-me a marca estampada na bela camisa do Atlântico, da Barra do Aririú, presente que ganhei do amigo e eterno presidente Murilo Moreira, outro avaiano muito preocupado com as coisas do nosso Leão da Ilha.

 

E toco no assunto porque na última sexta-feira, o presidente do Avaí, Júlio César Heerdt, em entrevista concedida ao programa “Marcou no Esporte”, abordou o assunto sobre o novo patrocinador do material esportivo do clube.

 

Em síntese, sobre este assunto, o que foi dito pelo mandatário no programa, o leitor do Blog do Tarnowsky já sabia: o Avaí tem tratativas com a Umbro, atual fornecedora, com a Volt, que apresentou a melhor proposta, além de Reebok, que veste o Botafogo, e a Kappa, no Vasco da Gama, com propostas mais acanhadas.

 

É grande a possibilidade do Avaí vestir Volt no ano que vem. E o negócio entabulado não é apenas no gerenciamento de lojas, a da Ressacada, bem como a que surgirá na Rua Bocaiuva, ao lado do shopping. O número de peças do enxoval está pendendo o negócio para a empresa instalada em Joinville...

 

Num grupo de WhasApp formado por conselheiros avaianos, Gregor Goedert de Oliveira juntou matéria do GE, clique AQUI e confira, em que o Santa Cruz tenta romper antecipadamente o contrato com a Volt, por "verificação de reiterado descumprimento das obrigações assumidas".

 

Na mesma conversa, outro conselheiro, Vandrei Sancler Bion, reafirma a matéria, sendo esse o mesmo sentimento externado pelo presidente “doladelá”, em conversa que tiveram na solenidade do Centenário avaiano.

 

No meu entendimento, ainda que possa ver vantagens na proposta da Volt, vou na mesma linha do ex-conselheiro Newton Ferraz D’Ely, de que passar a vestir Volt seria um retrocesso para o Avaí. E como se viu acima, um retrocesso de grande risco!

 

Vale lembrar, o Avaí já vestiu marca própria, e não é de hoje. Na época do presidente Flávio Ricardo Félix, foi lançada a “Avaí Sport Line”. Mais recentemente, na gestão de João Nilson Zunino, montou-se a “Fanatic”, em parceria com a Pieri Sports, do querido Edeval Pieri, agraciado com a medalha de honra ao mérito Saul Oliveira no último aniversário do clube.

 

Posso imaginar que o mandatário avaiano queira maximizar os lucros do clube no material esportivo, talvez até com uma nova empresa, assim como entendo a lógica do dirigente Lucas Pedroso, que vem tomando a dianteira nas negociações, assim como tenho certeza que lhe falta conhecer um pouco mais do que é o Avaí Futebol Clube.

 

Se dentro de campo a atual gestão ainda não encontrou seu rumo, sem conseguir dar uma semana de tranquilidade ao seu torcedor, parece que fora dele os dirigentes estão caprichando para um novo e desnecessário embate com seu maior patrimônio.

 

Se querem inovação, “paninho” novo, por que não a Kety?

1 Comentário:

wendyfloripa disse...

Gostei! Quem sabe dar abertura a novas empresas e locais ajude. É uma forma de ter bom produto e baratear o preço. 👏👏

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