Bom dia, Azurras - nº 5.060
PERTENCIMENTO
Em época de vasa magras, sem futebol,
e até decepcionado por estar fora da Final do Catarinense, ontem dei-me uma
chance de “respirar” um pouco mais de Avaí, indo até a Ressacada, resgatar as
camisas do Centenário para minha prima Joyce Tarnowsky Leitão, bem como para o
amigo de longa data, Luiz Fernando Flores Filho, o craque “Choxo”, hoje ilustre
morador de Mafra.
Por óbvio, sem aquela movimentação
intensa e imensa da nossa Nação Avaiana, até porque não havia jogo, mas a
Ressacada estava lá, linda em Azul & Branco, passando por reformas, e mesmo
com os reveses dentro de campo, essa conjuntura de ações enche de orgulho o
torcedor avaiano.
Não fui olhar o gramado, que deve
estar ainda mais em dia esperando por melhores resultados, nem fui “ispiar” as
cadeiras azuis do nosso belo reduto, que já de entrada mostram uma força
inerente aos avaianos, por isso um espetáculo a cada partida.
Estar na Ressacada, independentemente
de termos jogos ou não, nos coloca num conjunto de coisas proporcionando essa
força que nos une, gerando a imensa satisfação do sentimento de pertencimento,
de pertencer aos que torcem pela nossa paixão pra toda vida.
É uma conexão que não se explica, que
cresce a cada ano, independentemente dos resultados. Esse pertencimento faz com
que o “time da raça” seja ainda mais abraçado e com ele joguemos todos os
jogos, como precisará ser no Campeonato Brasileiro da Série B que se aproxima.
É nesse pertencimento que temos, onde
estamos e estaremos envolvidos até o fim desta temporada, jogando junto, fazendo
aquelas festas sempre imitadas, mas nunca igualadas pelos rivais, demonstrando
toda a força, capacidade, potencialidade, que eles não conseguem enxergar,
desmerecer por puro despeito...
E é nesse sentimento de pertencimento
que já estamos com saudades das tradicionais confraternizações no entorno da
Ressacada, bem como dentro do mais belo e moderno estádio de Santa Catarina,
jogando com o time na busca de mais uma vitória, orgulhosamente avaiano!
LUGAR DE AMIGOS
Dessa vez não estávamos na festejada “Barraca
do Alemão”, nem havia jogo na Ressacada, mas quis o destino que,
aleatoriamente, encontrasse em plena secretaria do clube, esses dois figuraços,
Fábio Schmidt Silveira e Fellipe Schmidt, ambos netos do saudoso ex-presidente
do Avaí e ex-prefeito de Palhoça, Paulino Schmidt.
Estávamos lá, buscando camisas, trocando
carteiras, mas acima de tudo estávamos lá pela nossa paixão pra toda vida...
E aqui um agradecimento especial para
a querida e bela Amanda Stein, colaboradora do clube, responsável pelo “click”
no “trio ternura”...
ÓTIMO ATENDIMENTO
Já sei que a questão da camisa do
Centenário rendeu “trilhões” de críticas à diretoria, mas verdade seja dita,
passada a fase das reclamações, as camisas estão sendo entregues, e mais do que
isso, de forma muito rápida e tranquila.
Já havia buscado a minha tempos
atrás, mas ontem fui resgatar mais algumas, como já citei, e o atendimento da
Amanda Stein, que não quer foto no blog, foi um espetáculo.
De quebra, ainda tivemos a
oportunidade de trocar umas “figurinhas” com outra querida, Kátia de Paula,
coordenadora de relacionamento com o torcedor, sempre um bom papo.
ENVELHECIMENTO
“Meu
amigo, eu estava certo, e isso não leva à nada.
Fui me atualizar
pela BDA e envelheci um ano em 10 minutos...
Que loucura esse
marasmo!
Tá igual ao ano
passado!
Só falta começar
tomando goleada”...
O pitaco é do amigo e advogado Newton
Ferraz D’Ely, que não ouso discordar.
Verdade seja dita, e partindo daquele
ditado que “se não tem remédio, remediado
está”, e fazendo uma pequena adaptação, “se o Júlio não demitiu, segue contratado”, vamos com o que temos...
Lamentavelmente!
REFLEXÃO
Como é da área jurídica, o ilustre
morador de Canasvieiras, ao menos durante todo o verão, Newton Ferraz D’Ely,
largou outra pérola, que merece uma reflexão. Diz ele:
“Em
relação as demissões que todos querem, há que se observar que Barroca e
Freeland devem ter contratos longos, e em época de Recuperação Judicial, tu não
podes tomar decisões de forma tão unilateral, até porque estarias gerando
dívidas para o clube, que está em situação delicada.”
Para bom entendedor, hoje temos um
clube refém de um técnico sem criatividade e de um diretor que contrata
individualmente, mas não pensa no coletivo...
Talvez por isso Júlio Heerdt esteja
tão abatido ultimamente...
NINGUÉM MERECE
Em pleno aniversário de
Florianópolis, numa noite de sábado, o Avaí empatou com o Brusque em 2 a 2 e
perdeu a chance de chegar às Finais do Catarinense, bem como de assegurar seu
lugar na Copa do Brasil de 2025, independe das mudanças que devem ocorrer nos
critérios da CBF.
Era o dia 23 de março, e agora
passaremos quase um mês sem estar na Ressacada, sem um único jogo, tudo em
função da incompetência de quem deveria dirigir a equipe com pulso firme ao
invés de falas mansas...
Já escrevi sobre os inúmeros
prejuízos que o clube terá que arcar nesse período, mas não custa lembrar aos
demagogos de plantão, dirigentes bem remunerados, que antes de “reconstruir” o
clube, tratem de reconstruir o time de futebol. Simples assim.
E só para lembrar: prejuízo também do sócio, que fica um mês pagando sem ter futebol no nosso belo reduto!
Saudações AvAiAnAs!

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Que fase vive o torcedor avaiano, barrica, mito, Júlio e o terra livre!!
Tirando o boca mole, que foi eleito, quem fez os contratos dos outros três patetas, que não conseguem tirar a teta?
O clube irá gastar dinheiro para mandar o gerente de futebol e seu treinador embora, e nunca é bom gastar dinheiro desta maneira. Entretanto, mantê-los no clube fará o prejuízo financeiro ser muito maior no decorrer do tempo.
Imagina o ânimo que essa boleirada tá treinando! Ninguém sabe quem fica, ng sabe quem sai e ng sabe quem vem, e lá vão 2 semanas de treino perdidas, com um técnico que todo mundo sabe que não dura até o fim do campeonato
Vou falar pela milésima vez, 4 anos de gestão é muito tempo gente, pelo amor de Deus André, alguém tem que fazer alguma coisa, não podemos mais ficar refens de algum aventureiro por tanto tempo.
Battistotti quase desistiu da presidência por pedido da família em função do descontentamento de uma parte da torcida.
Acho que é esse o caminho para colocarem pra fora do clube todos os improdutivos que hoje bem remunerados se acham donos do clube e intocáveis.
Pressão sim, violência não, afinal somos racionais, educados e passificos.
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