sexta-feira, 5 de abril de 2024

Bom dia, Azurras - nº 5.060

PERTENCIMENTO

Em época de vasa magras, sem futebol, e até decepcionado por estar fora da Final do Catarinense, ontem dei-me uma chance de “respirar” um pouco mais de Avaí, indo até a Ressacada, resgatar as camisas do Centenário para minha prima Joyce Tarnowsky Leitão, bem como para o amigo de longa data, Luiz Fernando Flores Filho, o craque “Choxo”, hoje ilustre morador de Mafra.

 

Por óbvio, sem aquela movimentação intensa e imensa da nossa Nação Avaiana, até porque não havia jogo, mas a Ressacada estava lá, linda em Azul & Branco, passando por reformas, e mesmo com os reveses dentro de campo, essa conjuntura de ações enche de orgulho o torcedor avaiano.

 

Não fui olhar o gramado, que deve estar ainda mais em dia esperando por melhores resultados, nem fui “ispiar” as cadeiras azuis do nosso belo reduto, que já de entrada mostram uma força inerente aos avaianos, por isso um espetáculo a cada partida. 

 

Estar na Ressacada, independentemente de termos jogos ou não, nos coloca num conjunto de coisas proporcionando essa força que nos une, gerando a imensa satisfação do sentimento de pertencimento, de pertencer aos que torcem pela nossa paixão pra toda vida.

 

É uma conexão que não se explica, que cresce a cada ano, independentemente dos resultados. Esse pertencimento faz com que o “time da raça” seja ainda mais abraçado e com ele joguemos todos os jogos, como precisará ser no Campeonato Brasileiro da Série B que se aproxima.

 

É nesse pertencimento que temos, onde estamos e estaremos envolvidos até o fim desta temporada, jogando junto, fazendo aquelas festas sempre imitadas, mas nunca igualadas pelos rivais, demonstrando toda a força, capacidade, potencialidade, que eles não conseguem enxergar, desmerecer por puro despeito...

 

E é nesse sentimento de pertencimento que já estamos com saudades das tradicionais confraternizações no entorno da Ressacada, bem como dentro do mais belo e moderno estádio de Santa Catarina, jogando com o time na busca de mais uma vitória, orgulhosamente avaiano!

 

LUGAR DE AMIGOS

Dessa vez não estávamos na festejada “Barraca do Alemão”, nem havia jogo na Ressacada, mas quis o destino que, aleatoriamente, encontrasse em plena secretaria do clube, esses dois figuraços, Fábio Schmidt Silveira e Fellipe Schmidt, ambos netos do saudoso ex-presidente do Avaí e ex-prefeito de Palhoça, Paulino Schmidt.

 

Estávamos lá, buscando camisas, trocando carteiras, mas acima de tudo estávamos lá pela nossa paixão pra toda vida...

 

E aqui um agradecimento especial para a querida e bela Amanda Stein, colaboradora do clube, responsável pelo “click” no “trio ternura”...

 

ÓTIMO ATENDIMENTO

Já sei que a questão da camisa do Centenário rendeu “trilhões” de críticas à diretoria, mas verdade seja dita, passada a fase das reclamações, as camisas estão sendo entregues, e mais do que isso, de forma muito rápida e tranquila.

 

Já havia buscado a minha tempos atrás, mas ontem fui resgatar mais algumas, como já citei, e o atendimento da Amanda Stein, que não quer foto no blog, foi um espetáculo.

 

De quebra, ainda tivemos a oportunidade de trocar umas “figurinhas” com outra querida, Kátia de Paula, coordenadora de relacionamento com o torcedor, sempre um bom papo.

 

ENVELHECIMENTO

Meu amigo, eu estava certo, e isso não leva à nada.

Fui me atualizar pela BDA e envelheci um ano em 10 minutos...

Que loucura esse marasmo!

Tá igual ao ano passado!

Só falta começar tomando goleada”...

 

O pitaco é do amigo e advogado Newton Ferraz D’Ely, que não ouso discordar.

 

Verdade seja dita, e partindo daquele ditado que “se não tem remédio, remediado está”, e fazendo uma pequena adaptação, “se o Júlio não demitiu, segue contratado”, vamos com o que temos...

 

Lamentavelmente!

 

REFLEXÃO

Como é da área jurídica, o ilustre morador de Canasvieiras, ao menos durante todo o verão, Newton Ferraz D’Ely, largou outra pérola, que merece uma reflexão. Diz ele:

 

Em relação as demissões que todos querem, há que se observar que Barroca e Freeland devem ter contratos longos, e em época de Recuperação Judicial, tu não podes tomar decisões de forma tão unilateral, até porque estarias gerando dívidas para o clube, que está em situação delicada.”

 

Para bom entendedor, hoje temos um clube refém de um técnico sem criatividade e de um diretor que contrata individualmente, mas não pensa no coletivo...

 

Talvez por isso Júlio Heerdt esteja tão abatido ultimamente...

 

NINGUÉM MERECE

Em pleno aniversário de Florianópolis, numa noite de sábado, o Avaí empatou com o Brusque em 2 a 2 e perdeu a chance de chegar às Finais do Catarinense, bem como de assegurar seu lugar na Copa do Brasil de 2025, independe das mudanças que devem ocorrer nos critérios da CBF.

 

Era o dia 23 de março, e agora passaremos quase um mês sem estar na Ressacada, sem um único jogo, tudo em função da incompetência de quem deveria dirigir a equipe com pulso firme ao invés de falas mansas...

 

Já escrevi sobre os inúmeros prejuízos que o clube terá que arcar nesse período, mas não custa lembrar aos demagogos de plantão, dirigentes bem remunerados, que antes de “reconstruir” o clube, tratem de reconstruir o time de futebol. Simples assim.


E só para lembrar: prejuízo também do sócio, que fica um mês pagando sem ter futebol no nosso belo reduto!

 

 

 

Saudações AvAiAnAs!

5 Comentários:

Paulo disse...

Que fase vive o torcedor avaiano, barrica, mito, Júlio e o terra livre!!
Tirando o boca mole, que foi eleito, quem fez os contratos dos outros três patetas, que não conseguem tirar a teta?

Raniere disse...

O clube irá gastar dinheiro para mandar o gerente de futebol e seu treinador embora, e nunca é bom gastar dinheiro desta maneira. Entretanto, mantê-los no clube fará o prejuízo financeiro ser muito maior no decorrer do tempo.

Fabio disse...

Imagina o ânimo que essa boleirada tá treinando! Ninguém sabe quem fica, ng sabe quem sai e ng sabe quem vem, e lá vão 2 semanas de treino perdidas, com um técnico que todo mundo sabe que não dura até o fim do campeonato

rd9232 disse...

Vou falar pela milésima vez, 4 anos de gestão é muito tempo gente, pelo amor de Deus André, alguém tem que fazer alguma coisa, não podemos mais ficar refens de algum aventureiro por tanto tempo.

Carlos avaiano disse...

Battistotti quase desistiu da presidência por pedido da família em função do descontentamento de uma parte da torcida.
Acho que é esse o caminho para colocarem pra fora do clube todos os improdutivos que hoje bem remunerados se acham donos do clube e intocáveis.
Pressão sim, violência não, afinal somos racionais, educados e passificos.

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