Bom dia, Azurras - nº 5.233
RAIO X AVAIANO
“Apesar
de sempre ficarmos uma pequena esperança, a realidade é outra, muitos altos e
baixos, jogos que não ganha em casa, ataque que não faz gol, nada ajuda!
Infelizmente, apesar de ser um dos anos mais fáceis para
subir, se não o mais fácil da história da série B, o Avaí não teve competência
para ser um time regular e conseguir fazer um bom campeonato, fato é que a
permanência do Barroca de 2023 para 2024 e as péssimas e demoradas
contratações, resultaram em um time sem entrosamento e sem espírito de vitória.
O maior exemplo de todo esse fracasso é ver Pottker e
Ademilson retornando ao time, depois de serem dispensados, e não colocarem
nenhum guri da base.
Ano após ano o Avaí vem sofrendo com más gestões e sabemos
que nosso co-irmão começou dessa maneira.”
Não mexo uma vírgula no comentário do avaiano
Ricardo Bertoncini Goulart, que merece uma reflexão por parte de todo avaiano
que quer o bem do clube, até porque os atuais dirigentes vivem num mundo à
parte, sem suportar o confronto com a realidade.
Aliás, justamente por se acostumarem com
bajuladores, que a tudo aplaudem, é que o Avaí está na situação em que se
encontra, sem nada ter conquistado nos últimos dois anos, oito meses e 29 dias.
Como disse Rafael Bertoncini Goulart, uma
coisa é termos a esperança de torcedor, outra é olhar o time e vermos os
sucessivos erros desde a formação do elenco, fato também levantado nesse espaço
pelo avaiano Fylippy Margino.
Fato é que em termos de futebol, temos um
presidente que nada entende da matéria e adotou o discurso do “encantador de
serpentes”, o carioca Eduardo Freeland. Como salientou Goulart, a permanência
de Eduardo Barroca, naquela “confraria carioca” que estendia fins de semana no
Rio de Janeiro, começando os trabalhos semanais apenas nas terças.
Tivemos, sim, ao longo desse período, um time
mal treinado, mal condicionado fisicamente, sem qualquer entrosamento, e pior
que isso, sem a mínima intimidade com a bola.
O futuro é incerto, acreditem, e essa conta vai
chegar, apesar dos dirigentes avaianos arrotarem que conseguiram equacionar o
clube com a Recuperação Judicial, o que é verdade, mas não deixa de ser verdade
que a RJ ainda não começou a ser paga, e pelo “rombo” que vem sendo cultivado
no departamento de futebol, vai faltar din-din para que o Avaí Futebol Clube
cumpra com suas obrigações.
E não é só isso. A atual gestão, por conta do
seu conhecimento de futebol, ou desconhecimento, resolveu aposentar antecipadamente
a carreira do zagueiro Betão, mas quantos “canelas duras” trouxeram para a
posição após a aposentadoria do ex-capitão?
Como
colocou o Goulart, as presenças de Pottker e Ademilson outra vez no time é uma
prova cabal que o trabalho do “encantador de serpentes” não serve nem mesmo
para desovar esses mandriões trazidos por ele, pagando um preço altíssimo, num
cofre combalido, apoiado apenas no din-din da Liga Forte União.
Tratam
esses veteranos mandriões com sucrilhos, ao mesmo tempo em que não olham com
esmero para a base, que vai para a Copa São Paulo outra vez através de “convite”,
já que no campo, a coisa está complicada...
E o
que dizer da base? Depois das vendas de Arthur Chaves e Felipe Silva
para o exterior, jogadores criados no clube e fruto do investimento feito no
clube por outras gestões, qual o outro bom valor nascido das nossas categorias
de base que poderá ser negociado, rendendo bons frutos ao cofre do clube?
Nenhum! E os poucos que vinham se destacando tiveram suas saídas facilitadas
para outros clubes...
Infelizmente
para o torcedor avaiano, esse método adotado pela gestão de Júlio César Heerdt
está colocando o Avaí num caminho deveras tortuoso, notadamente pela política
de contratações equivocadas de quem já mostrou que só tem retórica vazia, que
segue sangrando o cofre do clube.
O Avaí
Futebol Clube, através de seus torcedores e conselheiros, precisa ser repensado
com urgência, até porque o clube não terá fôlego para sobreviver mais quatro
anos de fracassos, como esse que vem sendo vivido desde que a atual gestão
assumiu.
Por
oportuno, até mesmo o período de mandato, quatro anos, deveria ser objeto de
estudo por parte do Conselho Deliberativo, merecendo uma alteração estatutária.
QUINTA VIA
Na “Bom
dia, Azurras” de ontem, comentei sobre quatro grupos que estão se articulando
com vistas à eleição de dezembro de 2025, para a sucessão de Júlio César
Heerdt.
Recebi
algumas ponderações, e como citei, nada está definido, além de que muitas
articulações devem ocorrer. Além dos quatro grupos mencionados, afirmei ainda
que um quinto grupo também está se articulando, que são os dissidentes da atual
gestão.
Ainda
é cedo para definições, mas uma coisa é certa: o clube ficou ainda mais dividido
com o “modus operandi” da gestão Júlio
Heerdt.
TROCANDO DE CAMISA
Sem jogo do Leão da
Ilha nesse fim de semana, o que é até muito bom para não ficarmos irritados com
esse desempenho pífio do time de Enderson Moreira, vou aproveitar o domingo e
vestir a camisa do Leão da Amazônia.
É que fui convidado
por inúmeros paraenses que residem em Ingleses para assistir ao jogo decisivo
do Clube do Remo, que recebe o São Bernardo, no Mangueirão, em Belém, e uma
vitória remista coloca o Remo de volta no Campeonato Brasileiro da Série B.
Convite feito,
convite aceito!
Saudações AvAiAnAs!







Boa tarde
Assim como sugeri público zero como protesto pacífico aos desmando dessa gestão, proponho eleitor 100% ausente se não mudarem prá 2 anos de mandato dos futuros presidentes.
Tempo suficiente para mostrarem competência.
Caso confirme uma boa gestão, ai terão mais dois anos com a reeleição, pois torcida irá votar no que dá certo.
Acaba 2019 pelo amor de Deus!!! De 2019 pra cá o Avaí se tornou um time perdedor, com espírito de fracassado e ainda mau administrado na área do futebol!
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