Bom dia, Azurras - nº 5.707
GOLEADA POR 1 A 0
O Avaí voltou a vencer no Campeonato Catarinense, dessa vez 1 a 0 sobre
o Carlos Renaux, gol do estreante Baldini, resultado que não espelha a
superioridade da equipe comandada por Cauan de Almeida.
Verdade seja dita, o Leão da Ilha não fez uma partida brilhante, e pior
que isso, levou sustos no primeiro tempo, bem como no segundo, com duas bolas
no travessão, mas, as chances perdidas pelos jogadores avaianos foram inúmeras,
e diria que o goleiro Edson, da equipe brusquense, operou ao menos três
milagres...
Aos 23 minutos do primeiro tempo, numa boa jogada do ataque avaiano, Maurício
Garcez abriu o placar, mas o auxiliar assinalou impedimento, posteriormente
confirmado pelo demorado VAR...
O placar da primeira etapa ficou mesmo no 0 a 0, para preocupação da
torcida, que imaginava uma partida mais fácil.
Para o segundo tempo, o panorama não mudou, com o Avaí voltando melhor
outra vez no jogo, dominando as ações e tomando a iniciativa de buscar o gol,
que não demorou.
Aos 10 minutos, em cobrança de escanteio, o estreante Baldini subiu mais
que a zaga brusquense e de cabeça fez aquele que seria o gol da vitória: Avaí 1
a 0.
Na sequência da segunda etapa, Maurício Garcez, Daniel Penha, Gaspar e
Josmar, por muito pouco não ampliaram o placar, mas as intervenções do goleiro
Edson deixaram o placar com a vantagem mínima.
O Avaí foi melhor, mas nos minutos finais, fruto de uma preparação física
em início de temporada, o Carlos Renaux conseguiu equilibrar as ações,
pressionando o Leão, e colocando uma bola no travessão.
Por óbvio, não foi uma atuação de gala, mas o time avaiano outra vez mostrou
muita garra, muita disposição em buscar a vitória, e diria que a parte ofensiva
do time está mais ajustada que a defensiva. Tal qual na vitória contra o Barra,
o Avaí precisa melhorar em todos os quesitos, tanto tecnicamente como
fisicamente, se quisermos algo na competição.
O TIME
Até imaginei que o técnico Cauan de Almeida fosse repetir a escalação do
time nas rodadas anteriores, mas como quem efetivamente está trabalhando o
elenco, dessa vez colocou em campo uma formação com quatro alterações em
relação ao jogo anterior. Dessa forma, colocou o Avaí em campo com:
Otávio;
Wallison, Allyson, Baldini
e DG;
Zé Ricardo, Vinicius Gugel e Daniel Penha;
Thayllon, Maurício Garcez e Talisson.
OPÇÕES E ALTERAÇÕES
Para o banco de
reservas, Cauan de Almeida contou com mais 12 jogadores, conforme arte acima.
No intervalo da
partida, a primeira alteração do treinador avaiano, sacando Vinicius Gugel para
a entrada de Pedro Cuiabá.
No decorrer do segundo tempo, mais especificamente aos 12
minutos, mais uma alteração na equipe do Avaí, com a entrada de Josmar no lugar
de Talisson.
Aos 22 minutos da etapa complementar, foi a vez de Gaspar entrar
no lugar de Garcez.
E aos 34 minutos, as últimas alterações de Cauan de Almeida, com
as entradas de Gabriel Simples e Jean Lucas para as saídas de Baldini e Thayllon,
respectivamente.
BELA ESTREIA
Não é pelo fato de ter
feito o gol da vitória, até porque o fim do primeiro tempo em um momento de
indecisão, Baldini propiciou uma ótima chance para o Carlos Renaux abrir o
placar, mas o zagueiro oriundo da base avaiana fez uma bela estreia, fazendo
por merecer a confiança depositada nele pelo técnico Cauan de Almeida.
Marcou o gol da
vitória, vibrou com a torcida e com o time, e chorou, momento de pura emoção.
Outra bela estreia
diante da torcida foi do meia Daniel Penha, que deu um toque de qualidade no
meio de campo, assim como fez em Criciúma, quando entrou no segundo tempo.
Aos poucos, o Avaí vai
tornando o time mais competitivo e com mais qualidade.
SHOW
Apesar do péssimo horário das 21h30min, o público na Ressacada foi muito
bom, com os 5.331 torcedores na segunda partida do Catarinense dentro do nosso
belo reduto, e outra vez a nossa torcida jogou o com time para buscar a ótima
vitória do Leão da Ilha.
Mais uma vez, podemos afirmar sem medo de errar que nossa “Camisa 12”
não decepciona nunca, facilmente comprovado na noite de ontem.
Agora é partir para o Clássico, domingo, dia 18, no Canto, que certamente
terá o maior público da competição.
FRACO
Quando fiz a postagem sobre arbitragem ontem, fiquei preocupado com o
pouco aproveitamento de Dioneglei da Silva Vianna, natural de Palmitos, ao
menos em jogos do Avaí, uma única vez em 2022, derrota para o Próspera na
Ressacada, 1 a 0.
Em alguns momentos na partida de ontem, temi pelo resultado, não por
causa dos avanços do Carlos Renaux, mas pelas decisões da arbitragem.
Com todo o respeito que merece o árbitro, é muito fraco e sem nenhum critério
em suas decisões.
VÍCIOS DE
ORIGEM – BDA nº 5.679 – 18/12/2025
“Ainda
que respeite a opinião de todos, notadamente do presidente da mesa do Conselho
Deliberativo do Avaí, Alessandro Balbi Abreu, bem como do associado Tullo
Cavallazzi Filho, ao menos pelo que pude acompanhar da reunião extraordinária
da última segunda-feira, quando estava em Lages, mas alinho-me nas colocações
feitas por outro associado, Nilto Osvaldo Rodrigues, no que concerne as duas
convocações feitas, tanto da reunião extraordinária do CD, bem como da
Assembleia Geral, que foram embasadas no artigo 46, letra “u”, do Estatuto do
clube.
O que está
se pretendendo fazer é a criação de uma SAF 100% do Avaí, e para isso, o
embasamento jurídico teria que buscar guarida em outro artigo, o que julgo ter
vícios formais em ambas as convocações, merecendo outro enquadramento, até
porque tal assunto exige um quórum qualificado para o que está sendo pleiteado.”
GOLEADA
Conforme comentei em meados de dezembro, respaldando
as colocações feitas pelo conselheiro Nilto Osvaldo Rodrigues, não ganharam eco
no Sul da Ilha, mas receberam respaldo nas decisões judiciais, quer na Vara de
origem, quer em segunda instância. Ontem, conforme noticiado pelo alvinegro
Cláudio Cathcart, na última terça-feira, dia 13, o Avaí mais uma vez tentou
derrubar a liminar que suspendeu os efeitos da Assembleia Geral, realizada em
18 de dezembro, que decidiu favoravelmente a criação da SAF.
Como afirmei semanas atrás, esse processo de
transformação do Avaí em SAF vinha sendo conduzido de forma açodada, ainda que
alguns digam que “há muito tempo o clube vem discutindo isso”, que se verdade
for, sempre de forma inconclusiva.
Da liminar concedida aos torcedores na 6ª Vara
Cível, somadas as tentativas de dezembro e essa agora em janeiro, uma goelada
por 4 a 0, que demonstra de forma inequívoca, mais uma vez, que o caminho
adotado pela gestão avaiana não estava correto, até porque é um total desrespeito
ao que estabelece o estatuto do clube, cuja ilegalidade no “modus operandi”
acabou desnudada pelas decisões judiciais.
Saudações AvAiAnAs!







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